domingo, 23 de agosto de 2020

POLÍTICA - "PT precisa tratar a Folha como um banco".

PT precisa tratar a Folha como um banco, não como um jornal

Folha de S. Paulo não faz jornalismo há muito tempo, ela faz negócios e atua no mercado financeiro com a maquininha PagSeguro Digital - PagBank.

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O Partido dos Trabalhadores (PT) precisa ter o senso prático dos chineses que costumam chamar as coisas pelo próprio nome. A Folha de S. Paulo há muito deixou de fazer jornalismo. A empresa do grupo UOL, há muito, está mais para um banco. A maquininha PagSeguro Digital é exemplo disso. No primeiro trimestre de 2020 teve lucro de R$ 356 milhões em plena pandemia do novo coronavírus.
Quando a Folha chama o presidente da República de “Jair Rousseff”, uma mescla de Bolsonaro com Dilma, a empresa o faz em defesa de seu próprio interesse econômico. O banco Folha age assim porque atua no mercado como especuladora. Seus interesses são próprios, não da sociedade e do País.
A PagSeguro PagBank atua no mercado de ações. É uma subsidiária do grupo UOL que atua como S/A, na bolsa de valores.
Quando o banco Folha de S. Paulo ataca Lula, Dilma e PT pela sua virtude –porque possibilitaram emprego e renda, um prato de comida ao povo– o faz em nome de seus acionistas que querem abocanhar parte do orçamento da União.
Folha precisa ser colocada no mesmo galho do Itaú, Bradesco, Santander, et caterva.
O jornalão paulistano é um bancão, na verdade. Portanto, o PT tem que parar de dar milho ao bode (o caprino é um saco sem fundo) e chamá-la, tratá-la como tal [um banco].
Não é à toa que Folha protege o ministro Paulo Guedes, a diabólica “Pauta Guedes” e sua desastrosa política econômica. O faz por interesse no rentismo e na especulação financeira.
O PT precisa aprender com os chineses: chamar as coisas pelo próprio nome.
O Partido dos Trabalhadores tem que parar de dar milho aos bodes.
A Folha de S. Paulo é um banco. Não faz jornalismo há muito tempo, assim como os demais veículos da mídia corporativa.
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Dilma afirmou que “a Folha tem enorme dificuldade de avaliar o passado e, assim, frequentemente erra ao analisar o presente”.
A líder petista lembrou também o apoio do jornal ao aparato repressivo da ditadura militar. “Foi por avaliar mal o passado que a empresa até hoje não explicou por que permitiu que alguns de seus veículos de distribuição de jornal dessem suporte às forças de repressão durante a ditadura militar, como afirma o relatório da Comissão Nacional da Verdade”.
“Se a intenção da Folha é tutelar e pressionar Bolsonaro para que ele entregue a devastação neoliberal, que tenha pelo menos a dignidade de não falsificar a história recente. Aprenda a avaliar o passado e admita seus erros deliberados, se quiser ter alguma autoridade para analisar um presente sombrio de cuja construção participou diretamente”, apontou Dilma.

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