Médicos de Israel dizem que Omicron é sinal do fim da pandemia, mas cuidados dever ser mantidos
10/01/2022
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
Os dois especialistas ainda disseram que “um estado pós-pandêmico como o de outras variantes de gripe e outros vírus provavelmente estará próximo”
Dois médicos de Israel, Zvika Granot e Amnon Lahad, ambos da Universidade Hebraica de Jerusalém, afirmaram esta semana que o surgimento da variante Omicron significa o final da pandemia de coronavírus no mundo. Segundo os especialistas do país do Oriente Médio, “um estado pós-pandêmico como o de outras variantes de gripe e outros vírus provavelmente estará próximo”, o que significa dizer que a nova cepa não é “um desastre para a saúde” e pode até sinalizar o fim das infecções via Sars-Cov-2 no planeta.
Zvika, o diretor do Laboratório de Pesquisa Biológica e do Câncer da Universidade Hebraica, diz que, nos últimos dois anos, “vivemos com o coronavírus” e “vimos surgirem novas variantes“, sendo que novas variantes, por definição, “sempre são mais contagiosas que as anteriores“.
“Geralmente, os vírus que são muito agressivos não são muito contagiosos e os que são muito contagiosos não são muito agressivos”, acrescentou o diretor. Zvika e Amnon ainda disseram que a variante Omicron de fato é mais contagiosa do que a variante Delta, contudo há a necessidade de mais investigações acerca das cepas.
Serão registradas mortes pela nova variante, mas o fim da pandemia ocorrerá quando houver uma variante altamente contagiosa com poucos sintomas, como é o caso da atual Omicron, disseram.
“Muitas pessoas vão ser infectadas, sentirão os efeitos e terão febre por alguns dias, mas em seguida continuarão com suas vidas normais”, afirmaram os especialistas.
“Quando esse tipo de situação ocorre, a grande maioria se infecta e supera, desenvolvendo verdadeira imunidade de grupo”, afirmou Granot.
“De algum ponto de vista, acho que é possível que a Omicron seja a luz no fim do túnel”, frisou.
Amnon diz que mídia e alguns governos falam de “situação desastrosa iminente” apenas porque os números de casos positivos aumentam e que, “se observarem, testes de PCR mostram mais casos positivos, mas não há aumento nos casos graves, e sim uma diminuição ou estabilidade”.
“A catástrofe está mais na opinião pública do que na situação real em emergências e clínicas de primeiros socorros“, insistiu.
As afirmações são embasadas em dados indicativos de que 60% dos infectados pela Omicron não apresentam sintomas. Ambos agora tentam “convencer a todos que não se deve deixar levar pela histeria, nem fechar o país, porque esta variante não vai saturar o sistema de saúde“.
A etapa nos aproxima do fim, mas da pandemia. Contudo, os especialistas argumentam sobre a necessidade da continuidade da prevenção contra o vírus, como as máscaras, o distanciamento e o isolamento ao sinal de que há “algum sintoma de doença, por menor que seja“.
“A responsabilidade e obrigação é ficar em casa e não sair, nem para o trabalho nem para a escola“, pontuam.
Mas a pandemia ainda não acabou
A jornalista Hildegard Angel, do Jornalistas Pela Democracia, comemorou a noticia no Twitter, ainda que antes da hora, haja vista que o discurso dos médicos israelenses se assemelham aos do presidente Jair Bolsonaro, devido a toda a minimização como a conhecemos.
Ela afirmou, em seu Twitter, que é a “primeira, grande e ótima notícia do ano: Dois médicos israelenses preveem que Omicron será o fim da pandemia“.
Angel linkou a matéria da mídia espanhola Ondacero ao tuíte e escreveu um resumo da notícia:
“Pode estar próximo um estado pós-pandêmico no qual viveremos com o coronavírus como vivemos com as diversas variantes da gripe e outros vírus.
Para os luminares, Drs. Zivka Granot e Amnon Lahad, professores da Universidade Hebréia de Jerusalém (Grandot dirige o laboratório de investigação Biológica e Oncológica da Univer) a cepa ômicron apresenta as características p/ ser a cepa que marque o fim da pandemia.
Muita gente se contagiará mas a maioria terá secreção e talvez 2 dias de febre e logo seguirá vida normal. Quando há esse tipo de situação, a grande maioria se infecta, desenvolvendo a imunidade grupal. A Omicron será a luz no final do túnel, acreditam”.
Vamos nos permitir esse momento de esperança. Vamos inaugurar a semana vislumbrando luz no fim dessa escuridão. Os médicos brasileiros que tomaram conhecimento estão otimistas. Não se tratam de “tias do Zap”, mas de cientistas com credibilidade
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