Chuva pra c*, sem H de verão, sem carnaval, sem presidente, tamo f* até outubro’, diz Matheus Costa
09/01/2022
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
“Depois que esse PULHA foi eleito, todos os verões tem sido esquisitos”, respondeu um seguidor do influencer referindo-se a Bolsonaro. “Além de tudo ele chama a negatividade”
Matheus Costa, o influencer que fala errado de propósito perto do pai, afirmou no Twitter, em primeira pessoa do plural, envolvendo o povo brasileiro, que “tamo f* até outubro“, pois estamos “sem presidente” e, para complicar, com “chuva pra c*, sem horário de verão” e “sem carnaval”.
Apesar de aconselhado a não se envolver em política para manter a neutralidade no trato com seus seguidores, o publicitário provocou uma onda de parcialidade após o comentário, que alcançou as polarizações, como bem a conhecemos, ao ponto de outro perfil afirmar “eu tô chocada com a quantidade de fascista que tem aqui no twitter”.
Mesmo assim, Costa manteve uma tendência de apoio às declarações: “Depois que esse PULHA foi eleito, todos os verões tem sido esquisitos”, respondeu um seguidor do influencer referindo-se a Bolsonaro. “Além de tudo ele chama a negatividade”, completou.
Veja abaixo e leia mais a seguir:
Carioca, 25 anos, Matheus Costa ficou famoso por falar errado propositalmente e gravar a reação de indignação do seu pai.
Ao gshow, Costa contou que José Carvalho “não desconfiou até hoje das trollagens sobre os vídeos dos erros de português“.
Outras respostas no Twitter ao comentário sobre Bolsonaro:
“Me lembro que, após [Bolsonaro ter sido] eleito, tivemos 15 dias sem sol. A energia negativa que estava pairando era um aviso”, disse outra conta na plataforma.
Outro perfil defendeu LULA 2022 e afirmou que hoje “o brasileiro é burro”, pois nas gestões petistas “comia picanha, filé mignon e churrasco todos fins de semana”, além de ter “emprego sobrando, combustível barato”. Mas “hoje tem tudo ao inverso e defende um genocida, que não está nem aí para a população”, completou. “A escolha é difícil, sem falar do acesso social que tivemos”.
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