Portal de juízes emite nota reiterando denúncia de manipulação política da Lava Jato
07/11/2021
“Moro e Dallagnol nunca atuaram contra a corrupção. Ao contrário, utilizaram o sistema de justiça para obstaculizar um projeto político popular e nacionalista”, diz trecho do documento – LEIA A SEGUIR:
POR: ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA
“A Associação Juízes para a Democracia, ante a notícia das candidaturas de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, vem a público reiterar sua denúncia acerca da existência de manipulação política no bojo da denominada “Operação Lava-jato”.
Moro e Dallagnol nunca atuaram contra a corrupção. Ao contrário, utilizaram o sistema de justiça para obstaculizar um projeto político popular e nacionalista, resultando em eleições parciais, já que afastado o candidato com maiores intenções de voto, em 2018.
Aos danos à democracia, somam-se a destruição da indústria naval e da construção civil brasileiras, entre outros nefastos efeitos do Lawfare praticado por esses que, agora, sem pudor algum, desvelam quais eram suas verdadeiras intenções: a manipulação da justiça em proveito próprio.
Caída a máscara da caçada implacável aqueles que eles chamavam de corruptos, Moro e Dallagnol escancaram que seu maior projeto era alavancar suas próprias carreiras políticas, vilipendiando seus cargos públicos, no Judiciário e no Ministério Público.
Tal como em outras ocasiões, especialmente durante a visita institucional à vigília “Lula Livre”, a AJD vem reforçar seu alerta à sociedade, quanto aos riscos e prejuízos à democracia que a prática do Lawfare e a atuação impune de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol (dentre outros) representam”.
O portal da AJD ainda lembrou a Carta Aberta sobre a Prisão Política de Lula, na ocasião em que até o Papa Francisco se manifestou sobre o “papel essencial dos magistrados”, cuja nota serviu de cabeçalho para o documento.
Veja abaixo:
“Queridos magistrados, vocês têm um papel essencial. Deixem-me dizer que são também poetas; são poetas sociais quando não têm medo de serem protagonistas na transformação do sistema judicial baseado na coragem, na justiça e na primazia da dignidade da pessoa humana sobre qualquer outro tipo de interesse ou justificativa“.
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