segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

POLÍTICA - Sempre achei esse Eduardo Paes um tremendo mauricinho que não inspira confiança.

 

Quando é que Eduardo Paes deixará de agir como MOLEQUE e ter a dignidade, a responsabilidade e a decência que o cargo que ocupa exige? Quando é que deixará de ser o "malandro do chapéu" que faz a alegria da direita do Leblon e da esquerda ensolarada da Lapa pra assumir o posto de prefeito da cidade onde mais se morre por Covid-19 nesta merda de país? O carnaval da falta de vergonha na cara exporta cenas chocantes de aglomeração para o mundo inteiro sem que absolutamente nada seja feito a não ser pedir pra que as pessoas "não sejam otárias". Quem esse merda pensa que é?! Na gestão passada, enquanto tomava umas cervejas num bar de playboy numa mesa com a atual mulher de Freixo, tomou umas porradas de um cidadão indignado e, como todos nós, já esgotado com tanta palhaçada e baixaria vindo desse sujeito.
No Rio, agora, é suspensa a vacinação dos idosos no meio do calendário e Paes o que faz? Nada. Já havia liberado as áreas críticas de lazer ensejando a lotação das praias que vemos agora e deixa correr solto o carnaval das rua da Lapa e da Dias ferreira no Leblon, no momento em que a média móvel de mortes bate novo recorde no Brasil. Esse infeliz, que já colocou a responsa no colo dos 'cientistas' que o cercam dizendo que se eles mandarem plantar bananeira ele vai lá e planta, que empregou a filha de Pazzuello, a ex-nora de Bolsonaro e por aí foi, decididamente não vai parar pois tem nas suas mãos, ou melhor, a seus pés: a Globo, a direitinha chique de Ipanema e Leblon, a esquerda liberal-progressista ensolarada e, ainda o respaldo dos Bolsonaros.
Mas, como por aqui, de onde menos se espera é que não sai p.. nenhuma mesmo, a gente teve que assistir ele passar pelo constrangimento de tomar um pito de Carlos Bolosnaro, neste fim de semana, pedindo pra ele descer do muro e se posicionar logo ao lado do pai. O filho do capitão perguntou a ele se iria a inauguração de uma obra com recursos federal ou iria continuar se 'fazendo de morto pra ganhar sapato novo' e ficar bem na fita com todo mundo. Paes, que chama o cidadão de otário, que já mandou uma eleitora fazer muito sexo na porta da sua casa, que já ganhou e deu soco na cara de um artista, que tem a alcunha de 'nervozinho' na lista do bando criminoso rival de Curitiba, dessa vez amansou, falou fino e disse que era só o rapaz ('suspeito' de envolvimento na morte de Marielle) lhe mandar o convite que ele iria com o maior prazer. Não adiantou, o filho perturbado do genocida foi lá e pisou mais ainda, pois sabe bem que tem poder para tratar que não se dá ao respeito como capacho que é.
O Rio de Janeiro sofre nas mãos de um cachorrinho da família miliciana que assola o Brasil e que está livre, leve e solto pra fazer o que bem entender, espalhar esse vírus maldito do jeito que for, sem ser incomodado.

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