sexta-feira, 26 de março de 2021

Bolsonaro é caso perdido.

 JAIR BOLSONARO, para mim, é caso perdido. Só psiquiatras muito competentes têm alguma chance...


De: Arialdo Pacello  
Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2021 11:50
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BOLSONARO É CASO PERDIDO: irresponsável, mentiroso e psicopata.

Antigos militares, respeitados, já se referiram a Jair Bolsonaro como um problema para as Forças Armadas: general Geisel, coronel Jarbas Passarinhocoronel Pellegrino (superior hierárquico)..., já expuseram, há muitos anos, a personalidade problemática e doentia do Capitão, que só não foi expulso e perdeu seu posto porque era amigo de um general do STM.

Hoje, ainda tem muita gente ainda insistindo na recuperação do psicopata e sociopata Jair Bolsonaro. Caso perdido. (Só mesmo psiquiatras muito competentes têm alguma chance).

O homem já foi denunciado e criticado por seus superiores hierárquicos nas Forças Armadas:
 

1.       -- “Bolsonaro era agressivo e tinha 'excessiva ambição', diz ficha militar


“Documento sigiloso produzido pelo Exército na década de 1980 mostra que oficiais superiores do hoje presidenciável Jair Bolsonaro (PSC) o avaliaram como dono de uma "excessiva ambição em realizar-se financeira e economicamente.

Segundo a "ficha de informações" produzida em 1983 pela Diretoria de Cadastro e Avaliação do ministério, Bolsonaro, na época tenente com 28 anos de idade, "deu mostras de imaturidade ao ser atraído por empreendimento de 'garimpo de ouro'. "Necessita ser colocado em funções que exijam esforço e dedicação, a fim de reorientar sua carreira. Deu demonstrações de excessiva ambição em realizar-se financeira e economicamente".


“Segundo o coronel Pellegrino, Bolsonaro "tinha permanentemente a intenção de liderar os oficiais subalternos, no que foi sempre repelido, tanto em razão do tratamento agressivo dispensado a seus camaradas, como pela falta de lógica, racionalidade e equilíbrio na apresentação de seus argumentos".

2.       -- Jair Bolsonaro é um mau militar” (General Ernesto Geisel, em 1993)

 

3.       ---  “Nunca pude suportar Jair Bolsonaro” (Coronel Jarbas Passarinho, em 2011)

Mau militar. Só não perdeu o posto de capitão por causa de um general amigo”, disse Jarbas Passarinho sobre Bolsonaro”

“Morreu em 2016, aos 96 anos.  Ele descreveu o colega de armas. “Ah, esse homem eu nunca pude suportar!”, afirmou. Transcrevo alguns trechos:
Já tive com ele aborrecimentos sérios. Ele é um radical e eu não suporto radicais, inclusive os radicais da direita. Eu não suportava os radicais da esquerda e não suporto os da direita. Pior ainda os da direita, porque só me lembram o livrinho da Simone de Beauvoir sobre “O pensamento de direita, hoje”: “O pensamento da direita é um só: o medo”. O medo de perder privilégios.(…)
Ele irrita muito os militares também, porque quando está em campanha, em vez de ele ir ao Clube Militar, como oficial, ele vai pernoitar no alojamento dos sargentos (risos). Pra ganhar a popularidade dele. Quando eu fui ministro da Justiça, recebi a visita de uma viúva de um brigadeiro de quatro estrelas. Ela era pensionista, portanto. Sabe que a pensão dela, naquela ocasião, no governo Collor, era o que um cabo recebia na ativa? O Collor me autorizou a tentar fazer uma modificação daquilo, pra ter pelo menos um pouco mais de dignidade. Ele (Bolsonaro) me viu fazendo isso. Ficou calado, veio com a esposa dele lá do Rio (de Janeiro), e em seguida ele foi pra tribuna e deu aquilo como projeto de lei dele. Por aí tu vês qual é a pessoa.
(…)
Foi mau militar, só se salvou de não perder o posto de capitão porque foi salvo por um general que era amigo dele no Superior Tribunal Militar (STM). O ministro (do Exército), que era o Leônidas (Pires Gonçalves), rompeu com esse general por causa disso (em 1986, Bolsonaro liderou um protesto pelo aumento do soldo dos militares). Ele começou a se projetar quando aluno da escola de aperfeiçoamento de capitães. Deu uma entrevista falando dos baixos salários que nós recebíamos”.

E mais recentemente, temos outros depoimentos, entre os quais o do general Santos Cruz:

“Esse governo é um show de besteiras”(General Santos Cruz, em junho de 2019)

“É um presidente ou um demente?” (Marcelo Uchôa, professor de Direito, em julho de 2019)

É um comentário antipatriótico e incoerente para quem diz ‘Brasil acima de tudo’” (General Luiz Rocha Paiva, em 20.7.2019, referindo-se a chamar os nordestinos de “paraíbas”)

“Indicar o filho para embaixador dos EUA é ‘um suicídio de reputação’” (General Luiz Rocha Paiva, em 20.7.2019)

“Jair Bolsonaro precisa entender que um presidente da República não pode falar em público, principalmente em uma entrevista coletiva para a imprensa, como se estivesse em uma conversa de botequim. Ele fez comentários impróprios e sem nenhum embasamento e fez ataques inaceitáveis não somente a mim, mas a pessoas que trabalham pela ciência desse País” (Ricardo Galvão, diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais”, em 22.07.2019)

O homem parece incurável.

Mentiroso deslavado; agressivo; tem forte vocação para a ditadura e para a tortura. É insensato. Fala pelo menos uma besteira por dia! Quer matar seus adversários políticos.

A reunião de hoje, que promoveu no Planalto, junto com seus asseclas sem personalidade, entre os quais o latifundiário, neto de grileiro, Ronaldo Caiado (outro mentiroso desavergonhado), mostra que o Brasil está à deriva.

E os grandes culpados por isso são:

-- O Parlamento com maioria de corruptos;
-- A mídia golpista, neoliberal, traidora do povo brasileiro;
-- Os falsos pastores evangélicos, que controlam a bancada mais hipócrita do Parlamento – a BANCADA EVANGÉLICA, que que de cristianismo não tem nada;
-- A FIESP/CNI de Paulo Skaff, dos grandes sonegadores; a FEBRABAN, dos banqueiros privados que cobram os juros mais criminosos do mundo;
-- Os latifundiários e grileiros de Ronaldo Caiado e Tereza Cristina, que possuem, com apenas 300 proprietários, mais terras do que mais de 4 milhões de agricultores familiares que produzem alimentos para o povo brasileiro;
-- A CIA  e o Departamento de Estado norte-americano, que colocou Paulo Guedes, banqueiro privado, como ministro da Economia, para praticar as ideias do Consenso de Washington: privatizar o patrimônio público brasileiro, e entregá-lo de mão-beijada aos abutres e especuladores.

A SALVAÇÃO

Só mesmo quando o povo brasileiro, seu Parlamento, seu Judiciário conseguirem libertar-se da influência dessas forças destrutivas, egoístas e hipócritas!


Esse dia chegará. Tenham certeza!


ARIALDO PACELLO

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