VEJA, a mídia que mais perseguiu LULA, divulga pesquisa apontando possível vitória no 1º turno
12/01/2022
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
A “Quaest Consultoria” divulgou questionário encomendado “pela Genial Investimentos” revelando “que, se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Lula (PT) teria chances de vencer no primeiro turno”, diz texto postado na revista golpista
A Revista Veja, uma das mídias mais parciais que mais perseguiram o ex-presidente LULA, a ex-presidente Dilma Roussef e o Partido dos Trabalhadores, divulgou a mais recente pesquisa da Quaest Consultoria, encomendada pela Genial Investimentos, apontando a possível vitória do petista já no primeiro 1º turno.
“Se as eleições fossem hoje, o ex-presidente Lula (PT) teria chances de vencer no primeiro turno“, diz o texto. “Registrado na Justiça Eleitoral e realizado entre os dias seis e nove de janeiro, o levantamento mostra o petista com 45% da preferência do eleitorado, quatro pontos percentuais a mais do que a soma das intenções de voto dos demais concorrentes à Presidência. A margem de erro é de dois pontos percentuais“.
Diferente da maioria das outras notícias de várias agências, o título da Veja destacou a grande possibilidade de vitória de LULA já na primeira fase do pleito presidencial de outubro.
A revista mostra ainda que “o candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL) está na segunda posição, com 23%. O ex-juiz Sergio Moro (Podemos) é o terceiro colocado, com 9%. Em seguida aparecem o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 5%, o governador João Doria (PSDB), com 3%, e a senadora Simone Tebet (MDB), com 1%“.
“O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), e Luiz Felipe d’Ávila (Novo) não pontuaram. Foram entrevistadas 2 000 pessoas na pesquisa, a primeira do tipo divulgada neste ano eleitoral de 2022″, prossegue o texto da Veja. Veja abaixo a transcrição da sequência:
“Nas simulações de segundo turno, Lula venceria os adversários por pelo menos 20 pontos percentuais de diferença. Contra Bolsonaro, marcaria 54% a 30%. Contra Moro, 50% a 30%. Os dados relativos ao primeiro turno foram colhidos na pesquisa estimulada, na qual é apresentada ao entrevistado uma lista de candidatos.
Na espontânea (sem lista de candidatos), o petista está à frente de Bolsonaro, mas fica atrás dos indecisos. O resultado é o seguinte: 52% de indecisos, 27% para Lula, 16% para Bolsonaro e 1% para Moro e Ciro Gomes.
O contingente de indecisos tem alimentado as esperanças da chamada terceira via, que também se apega ao fato de que, conforme a Quaest, 26% dos entrevistados não quererem a vitória nem de Lula nem de Bolsonaro. A rejeição ao petista é de 43%, e a do ex-capitão, a maior entre os presidenciáveis, de 66%.
Bolsonaro continua com dificuldades para recuperar popularidade. Metade dos entrevistados reprova o seu governo, e só 22% o avaliam como positivo. Mesmo entre os evangélicos, a reprovação (36%) supera a aprovação (31%).
A Faria Lima quer falar com LULA
Na mesma revista, a jornalista do Radar Econômico, Josette Goulart, revela que o ex-sócio do Banco Pactual e um dos fundadores do Banco Plural, o economista Eduardo Moreira acredita que “o mercado financeiro vai pedir um lugar à mesa” com o LULA “para negociar um ‘acordo tácito’.
“Se chegar perto das eleições e o LULA continuar com esse favoritismo, a Faria Lima vai pedir para sentar-se à mesa com ele para tentar trazê-lo para perto deles, mais para o ‘centro’. Vão tentar negociar um acordo tácito com ele”, diz o investidor segundo transcrição da jornalista.
Goulart diz que Moreira “cita o crescimento da bolsa de valores brasileira entre 2002 e 2008, período que compõe os dois mandatos do ex-presidente, como um fator positivo para que o mercado financeiro não se preocupe com um eventual retorno do petista“.
“O PT, o governo Lula, entregou a maior alta da bolsa disparada. Nunca teve nada parecido. O índice cresceu 1.900% em dólares. A turma de empresários que hoje é bilionária ganhou riqueza e poder naquele período”, afirma Moreira, ainda segundo a transcrição da jornalista. Leia a sequência a seguir:
Antes de ser eleito na disputa presidencial em 2002, Lula escreveu uma carta aberta ao povo brasileiro em que um dos intuitos era acalmar os ânimos do mercado financeiro. Para Moreira, a possível escolha de Geraldo Alckmin como vice seria um recado similar ao enviado em 2002. “O Alckmin como vice é uma nova carta aos brasileiros”, afirma. “Eu acho que o mercado vai tentar se aproximar do Lula. Tenho certeza de que já está fazendo isso. Mas eu não vejo, hoje, o Lula escolhendo um ministro como o Meirelles só para agradar o mercado. Acho que a maior chance é ele trazer alguém identificado com os ideais progressistas e que conheça o mercado financeiro”, projeta, brincando na sequência: “Mas essa pessoa não sou eu”.
Ao projetar um eventual governo do petista, ele acredita que o assistencialismo aos mais pobres estará no centro da política fiscal. “O que ele vai fazer é, primeiro, derramar orçamento e receita nas camadas mais pobres da população, como ele fez da outra vez. Todo esse dinheiro que cair na camada mais pobre deve voltar para a economia, porque o mais pobre não consegue poupar. E assim ele terá uma elasticidade e uma resposta econômica imediata. Mas, imagino que ele poderá ter problemas a partir do meio do segundo ano do mandato, já que a situação do país está muito complicada.”
Redes Sociais
No Twitter, o ex-presidente afirmou, na manhã desta quarta-feira (12/01), que “a única luta que a gente perde é aquela que a gente não faz“.
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