“O inferno se repete no governo genocida”, diz Renan. Bolsonaro fala em revolta e caos contra o ‘lockdown’

11/01/2022  Por REDAÇÃO URBS MAGNA
“O inferno se repete no governo genocida”, diz Renan. Bolsonaro fala em revolta e caos contra o ‘lockdown’

 O senador Renan Calheiros (MDB-AL) e o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL) | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

O senador afirmou que a gestão do presidente é “desumana”, “incompetente” e que “o problema continua“, devendo o Congresso “reagir imediatamente“. Para Bolsonaro, as Forças Armadas serão insuficientes para a “Garantia da Lei e da Ordem

O senador Renan Calheiros, que foi o relator da CPI e produziu um relatório apontando supostos crimes durante a gestão da pandemia de coronavírus, afirmou nesta terça-feira (11/01) que o Congresso precisa agir contra o governo Bolsonaro “imediatamente“, pois “o problema continua”, com “postos de saúde cheios, apagão de dados na Saúde, vôos cancelados” e baixa testagem“. Calheiros disse que “o inferno se repete no governo genocida, desumano e incompetente“.

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Enquanto isso Bolsonaro argumenta sobre uma revolta popular contra as medidas de prevenção contra a variante Omicron. O presidente disse que “grupos vão defender o direito à sobrevivência deles” e que “não teremos Forças Armadas suficientes para Garantia da Lei e da Ordem”.

Segundo Bolsonaro, “o Brasil não resiste a um novo lockdown“, e o país viverá um “caos“, com “uma rebelião“.

Pessoal entende isso ou está cavando a própria sepultura. Não adianta acusar de que tinha que ser feito diferente. Onde não morreu ninguém no mundo?“, afirmou e questionou em seguida, durante trecho de uma entrevista concedida à Jovem Pan, na semana que passou, e divulgada somente hoje.

Hoje, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou a jornalistas ao chegar ao ministério na manhã desta terça-feira, que “a variante Ômicron chegou, tentou-se impedir que a variante entrasse pelo aeroporto, mas a variante entra, independente de qualquer tipo de medida sanitária que se queira adotar. Infelizmente ela já é prevalente aqui no Brasil, nós estamos assistindo um aumento de casos e, como em outros países que têm uma campanha de vacinação forte como a nossa, a nossa expectativa é que não haja um impacto em hospitalizações e em óbitos“.

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