terça-feira, 5 de junho de 2018

Engenheiro Paulo Cesar Ribeiro Lima, da Petrobras, denuncia a entrega do...

Leo ao quadrado: o show de Lula diante de Bretas

PETROBRAS - Esse vendilhão da pátria tem que responder pelos seus atos.

Federação dos Petroleiros processa Pedro Parente por improbidade e exige confisco de bens

 
Ação Civil Pública da Federação Única dos Petroleiros (FUP) pede anulação do pagamento antecipado de R$ 2,2 bilhões feito ao banco J.P. Morgan, que venceria só em 2022.  A ação cobra a anulação do pagamento de US$ 600 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões) que a estatal fez em maio ao banco J.P. Morgan, como antecipação de quitação de uma dívida que só venceria em setembro de 2022. A transação foi autorizada diretamente por Parente, que é sócio do presidente do banco, José de Menezes Berenguer Neto, o que revela conflito de interesses.
Além disso, a esposa do ex-presidente da Petrobras, Lúcia Hauptman, é procuradora de Berenguer, com quem a família tem estreitas relações. O casal é sócio do banqueiro em pelo menos duas empresas (Kenaz Participações Ltda. e Viedma Participações Ltda.), sendo que uma delas tem como sede um imóvel que pertence a Pedro Parente.
Na Ação, além da nulidade da antecipação do bilionário pagamento feito ao banco J.P. Morgan, a FUP cobra a responsabilização de Pedro Parente e do banqueiro José Berenguer, bem como a indisponibilidade imediata de seus bens.
“Conclui-se que os Réus violaram, além dos princípios constitucionais que regem a administração pública, os deveres de imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições, previstos no artigo 11, caput e inciso I, da Lei 8.429/92, por terem se valido do patrimônio de empresa estatal na consecução de interesses pessoais”, ressalta a FUP na Ação.
A Federação também destaca o péssimo negócio que representou para a Petrobras a antecipação do pagamento autorizado por Pedro Parente. “A antecipação de valores cujo vencimento ocorreria apenas em cinco anos não se justifica sob a ótica da eficiência – aqui, convém frisar os resultados negativos que a Petrobras vem apresentando nos últimos anos”, alerta a FUP.
Gestão de Parente foi marcada por conflitos de interesses
Esse não é o primeiro caso de conflito de interesses envolvendo a tenebrosa passagem de Pedro Parente pela Petrobras. Sua gestão foi repleta de ações que beneficiaram diretamente seus negócios privados, como a FUP denunciou várias vezes, inclusive ao Ministério Público Federal, em representação feita no dia 08 de junho de 2017.
Quando assumiu a presidência da estatal, Parente continuou acumulando a Presidência do Conselho de Administração da BM&F Bovespa, cujos índices foram altamente impactados pelas decisões que ele tomou na condução dos negócios da petrolífera ao beneficiar o mercado, com vendas de ativos e desinvestimentos.
Outra empresa bastante favorecida pela passagem de Pedro Parente pela Petrobras foi a Prada Administradora de Recursos Ltda, grupo de gestão financeira e empresarial presidido por sua esposa, Lucia Hauptman, e especializado em maximizar os lucros dos detentores das maiores fortunas do país. Parente é sócio fundador da empresa que, não por acaso, teve o maior boom de clientes e carteiras de investimento em 2016, após ele assumir o comando da estatal. Para se ter uma ideia, o volume de compras de ações feitas pela Prada saltou de R$ 403 mil, em dezembro de 2015, para R$ 3,2 milhões, em dezembro de 2016. Uma movimentação maior do que a comum no mercado.
Tudo isso foi relatado pela FUP ao Ministério Público Federal, mas nenhuma providência foi tomada. Soma-se a estes fatos, os R$ 137 bilhões de prejuízos que a Petrobras amargou durante os 11 dias de protestos dos caminhoneiros e os R$ 40,9 bilhões que perdeu com o comunicado de demissão feito por Parente em pleno funcionamento do pregão, antes do fechamento do mercado, como é padrão em todas as empresas de capital aberto.

Depoimento de Lula como testemunha de Sérgio Cabral

Depoimento de Lula como testemunha de Sérgio Cabral

POLÍTICA - Frei Betto visita Lula.

Frei Betto riu com Lula das pirações da direita: A síndrome de abstinência


Foto Eduardo Matysiak/Agência PT
Visita ao ex-presidente Lula
Encontrei-o vestido de moletão azul, muito animado, mais magro e bem penteado
Fiquei segunda-feira das 16h às 17h15m com o ex-presidente Lula na cela que ele ocupa na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.
O recinto de 15 metros quadrados abriga a cama junto à janela, uma mesa no centro, esteira para exercícios físicos a um canto e o armário colado à divisória entre a cela e o banheiro.
Na parede, uma única foto — ele com filhos, netos e bisneta.
Encontrei-o vestido com um conjunto de moletão azul, muito animado, mais magro e bem penteado.
Sobretudo, bem informado.
Dispõe de TV aberta, pela qual acompanha o noticiário e se entretém com filmes.
Prefere a TV Aparecida, devido à programação de música sertaneja e pela qual assiste diariamente à missa das 18h.
Recebe todas as manhãs um clipping de notícias de jornais, blogs e agências internacionais, o que o ocupa na hora do café.
Tem direito a duas horas diárias de banho de sol.
Riu muito quando comentei que figurou como fake news — teria sofrido síndrome de abstenção alcoólica nos primeiros dias de prisão.
Já na época das caravanas ele se privou de álcool para não prejudicar a voz.
Há uma relação respeitosa entre ele e os agentes penitenciários, sem, contudo, qualquer aproximação amigável.
Dois deles permanecem de plantão do lado de fora da cela, e tivemos que bater na porta para que viessem abri-la para eu sair.
Lula reafirmou que não pensa em retirar sua candidatura a presidente nem apoiar nenhum dos concorrentes, embora confesse sua admiração por Guilherme Boulos, do PSOL.
“Como me retirar de uma disputa eleitoral se as pesquisas comprovam que, sozinho, tenho mais votos que a soma de todos os concorrentes?”
Admite não entender por que está preso em Curitiba se a peça da acusação — o tríplex do Guarujá — fica em São Paulo…
Considera que a elite brasileira, que tanto o bajulou durante os 13 anos de governo do PT, hoje se posiciona contra por estar interessada na venda do Estado brasileiro e indignada com a ascensão social da maioria pobre graças às políticas de inclusão adotadas no período em que ele e Dilma governaram.
Segundo ele, um novo golpe estaria sendo armado com a adoção do parlamentarismo via STF, sem consulta plebiscitária como prevê a Constituição.
Disse não estar preocupado com a questão jurídica, e aguarda sereno o julgamento do mérito dos processos nos quais figura como réu.
Tem plena consciência de que o caráter político das acusações que o levaram à prisão pesa muito mais.
Hoje, a mídia o mostrará de terno e gravata ao depor por videoconferência em processo que envolve Sérgio Cabral e as Olimpíadas do Rio.
Antes de me despedir, rezamos juntos a Oração do Espírito Santo.
Frei Betto é escritor, autor de “Calendário do poder” (Rocco), entre outros livros
PS do Viomundo: Lula faz política tanto quanto respira. Sua sincera preferência por Guilherme Boulos não deixa de ser um recado à elite. Fora da conciliação, que Lula liderou, é Boulos.

PETROBRAS - Que Petrobras você quer no futuro?

Que Petrobras você quer no futuro?, por Eugênio Miguel Mancini Scheleder

da AEPET - Associação dos Engenheiros da Petrobras
por Eugênio Miguel Mancini Scheleder
O petróleo é a fonte primária de mais de 50% da energia consumida no mundo.
Garantir a sua disponibilidade é fator de soberania e as nações dominantes utilizam todos os meios possíveis para assegurar o seu suprimento. Os preços do petróleo são regulados pelo equilíbrio produção/consumo, mas, sofrem influência relevante de fatores geopolíticos. O cartel da OPEP controla a formação de preços e vinha mantendo uma faixa de US$50/60 por barril, por meio de cortes de produção. Esse equilíbrio foi rompido, recentemente, por uma escalada de preços no mercado “spot”, fruto da especulação criada em torno da deterioração das relações dos EUA com o Iran e a Venezuela.

As empresas que se dedicam à produção de óleo e gás ficam sujeitas, portanto, às oscilações de um mercado cartelizado e especulativo, sobre o qual não exercem qualquer controle. Por esse motivo, as grandes petroleiras vêm se posicionando em modelos de negócios que permitam integrar as suas operações, agregar valor ao petróleo e gás e diversificar as suas atividades. Exxon Mobil, Shell, Total, Chevron, Repsol e outras grandes empresas movem-se nessa direção; no nível estratégico, as palavras de ordem são “integração” e “diversificação”.
A Petrobras cresceu integrada e sempre buscou adicionar valor ao petróleo mediante a produção de derivados, petroquímicos e fertilizantes. Para garantir o suprimento interno e reduzir a remessa de divisas para o exterior, implantou um parque de refino no país e fortaleceu uma indústria nacional que, em apenas duas décadas, tornou-se capaz de fornecer 80% dos bens e serviços requeridos pelo setor de O&G. Nos últimos 20 anos, investiu fortemente em gás natural, biocombustíveis, usinas termétricas e energia verde. Em 2015, o seu posicionamento estratégico causava inveja às suas congêneres multinacionais.
A descoberta do pré-sal criou a esperança de produzir todo o óleo necessário ao nosso abastecimento e, eventualmente, exportar volumes excedentes. As regras para a sua exploração, a introdução do regime de partilha, a política de conteúdo local e um ambicioso programa de investimentos foram medidas adotadas com essa finalidade. A instalação, no corrente ano, de 7 plataformas de produção é um resultado concreto do PNG 2011-2015, não obstante as alegadas e jamais provadas dificuldades financeiras da estatal.
O governo atual está desenhando um futuro diferente para a Petrobras e adotou uma política que contraria a história de sucesso do setor petrolífero brasileiro. Por influência do mercado e das grandes petroleiras internacionais, a principal meta dessa política é reduzir a participação da Petrobras nas atividades do setor, abrindo espaço para outros agentes na exploração do pré-sal e nos negócios de “downstream”. Com as grandes corporações nacionais impedidas de transacionar com o governo e com a Petrobras, essa política está, na verdade, promovendo a desnacionalização do nosso setor de petróleo, transferindo tecnologia, empregos e renda para o exterior.
Com efeito, as medidas relativas a (i) venda de ativos estruturantes, (ii) política de preços que estimula a importação de combustíveis, eleva o gasto com divisas, mantém ociosidade no parque de refino, diminui a receita e o “market-share” da Petrobras e onera o consumidor, (iii) redução dos índices de conteúdo local, (iv) abandono das atividades em petroquímica, fertilizantes e biocombustíveis, (v) desobrigação da Petrobras ser a operadora única do pré-sal e (vi) licitação dos excedentes da Cessão Onerosa, ao revés de decisão do CNPE, mostram a clara intenção do governo de transformar a Petrobras numa empresa mínima e sem significado.
Não é este, certamente, o futuro que o brasileiro quer para a Petrobras. Desfeita a farsa que originou a “síndrome da Petrobras quebrada”, queremos de volta a nossa Petrobras de sempre, integrada do poço ao posto, com negócios diversificados no setor de energia, capaz de apoiar o desenvolvimento tecnológico e a indústria nacional e contribuindo para direcionar o máximo da renda petroleira para o benefício de todos os brasileiros.
Eugênio Miguel Mancini Scheleder é vice-presidente da AEPET

Lula nega compra de votos para Olimpíada e se diz cansado de mentiras - Portal Vermelho

Lula nega compra de votos para Olimpíada e se diz cansado de mentiras - Portal Vermelho: Em sua primeira aparição pública desde que foi preso no dia 7 de abril, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs nesta quinta-feira (5) como testemunha de defesa do ex-governador Sérgio Cabral. Lula negou que tenha havido compra de votos para a eleição do Rio de Janeiro como sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Petrobras pratica a autossabotagem!

PETROBRAS - Déficit da Petros.

Déficit da Petros põe mais fervura no caldeirão da Petrobras
 
Hoje, 13:18

POLÍTICA - Essa é a Globo!

Globo silencia sobre depoimento de Tacla Durán

Publicado em 5 junho, 2018 12:17 pm
Moro, no início de sua cavalgada, homenageado pelos homens da Globo
O depoimento de Rodrigo Tacla Durán chegou aos assuntos mais comentados do Twitter, mas quem se informa pelos veículos da Globo não sabem nem quem ele é. Silêncio total sobre a fala do advogado que denuncia corrupção no entorno da Lava Jato. Neste momento, em resposta à deputada Maria do Rosário, Tacla Durán conta como ele seria beneficiado num acordo de delação premiada, caso aceitasse pagar por fora ao advogado Carlos Zucolotto Júnior 5 milhões de dólares. Zucolotto é amigo de Moro, padrinho de casamento do juiz com Rosângela Moro, advogada apresentada como sócia do escritório dele. Gravíssimo. Mas, para a Globo, Tacla Durán é um assunto vetado. E censura existe na Venezuela e em Cuba.

Bretas conta a Lula que já militou pelo petista com boné e camiseta

Bretas conta a Lula que já militou pelo petista com boné e camiseta

Altamiro Borges: Carta Aberta ao presidente Lula

Altamiro Borges: Carta Aberta ao presidente Lula: Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula Por Samuel Pinheiro Guimarães Senhor Presidente e Querido Amigo, Luiz Inácio Lula da Silva ...

Onde se enfiaram os Coxinhas? E os paneleiros? #ForaTemer

segunda-feira, 4 de junho de 2018

POLÍTICA - Fácil de entender os podres da ditadura sendo mostrados no JN.



Para mim, a Globo quer atingir indiretamente o Bolsonaro, grande defensor da ditadura e dos seus torturadores.

Bolsonaro já declarou que vai reduzir fortemente a verba publicitário que a Globo recebe do governo, caso seja eleito.

A Globo vai tentar mais uma vez emplacar um candidato tucano e, para isso é fundamental que os dois candidatos líderes das 

pesquisas, Lula e o Bolsonaro sejam destruídos.

Com referências ao Lula, que a Globo e seu aliado Sergio Moro vão tirar da disputa eleitoral, nenhuma pesquisa, na qual o Lula aparece disparado na frente, é divulgada.

Simples assim. 

Ditadura abafou roubalheira nos anos 70!

Reino Unido aguarda o novo livro do Gaspari



De Daniel Buarque, na Fel-lha:
Documentos confidenciais históricos do governo do Reino Unido revelam que a ditadura brasileira atuou para abafar uma investigação de corrupção na compra de fragatas (navios de escolta) construídas pelos britânicos nos anos 1970. Os fatos narrados nos papéis ocorreram durante os governos dos generais Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) e Ernesto Geisel (1974-1979).
Segundo os registros, em 1978 o Reino Unido estava disposto a investigar denúncia de superfaturamento na compra de equipamentos para a construção dos navios vendidos ao Brasil e se ofereceu para pagar indenização de pelo menos 500 mil libras ao Brasil (o equivalente a quase 3 milhões de libras hoje —ou R$ 15 milhões). 
Em vez de permitir e ajudar no inquérito que seria do interesse do Brasil, o regime militar abriu mão de receber o valor e rejeitou os pedidos britânicos para ajudar na investigação —que foi recebido com estranheza em Londres.  
“Os brasileiros claramente desejaram manter o assunto de forma discreta”, diz um dos documentos. “É evidente que eles não gostariam que mandássemos um time de investigadores e não iriam colaborar com um, se ele fosse. O embaixador concluiu que o risco de sérias dificuldades com as autoridades brasileiras, o que poderia ser levantado por uma investigação, não deve ser assumido”, diz outro trecho dos despachos diplomáticos a que a Folha teve acesso.
“Há um mistério até hoje não resolvido, e só agora revelado. Por que, diante de uma investigação detalhada ao Brasil, o governo brasileiro resolveu não apenas impedir a vinda de autoridades britânicas, como não quis o dinheiro que tinha líquido e certo para receber?”, questiona o pesquisador brasileiro João Roberto Martins Filho, responsável pela descoberta dos documentos.
(...)



Em tempo: não deixe de ler no Conversa Afiada como a CIA revelou que era o ex-Presidente Ernesto Geisel quem controlava as execuções sumárias na ditadura. O Historialista, como se sabe, santificou os presidentes militares. Em seus livros, Gaspari põe açúcar no Golpe de 1964 e chama Geisel de Sacerdote e Golbery de Feiticeiro, pais-fundadores da Democracia brasileira.

sábado, 2 de junho de 2018

Globo News corta convidado que diz a verdade sobre os preços dos combust...

Altamiro Borges: A crise brasileira e a dimensão de sombra

Altamiro Borges: A crise brasileira e a dimensão de sombra: Por Leonardo Boff, em seu blog : A crise brasileira generalizada, afetando todos os setores, pode ser interpretada por diferentes chave...

Altamiro Borges: Globo trata como gênio o vilão da Petrobras

Altamiro Borges: Globo trata como gênio o vilão da Petrobras: Por Kiko Nogueira, no blog Diário do Centro do Mundo : Uma das coisas mais divertidas de se assistir à GloboNews - se você não for do ti...

Altamiro Borges: O falso discurso da ditadura sem corrupção

Altamiro Borges: O falso discurso da ditadura sem corrupção: Por Fernando Brito, no blog Tijolaço : Se adiantasse alguma coisa para quem parece disposto a urrar, não a pensar, seria boa a leitura da F...

Altamiro Borges: A política de preços dos combustíveis

Altamiro Borges: A política de preços dos combustíveis: Por José Sérgio Gabrielli, no site da Fundação Maurício Grabois : A greve dos caminhoneiros e dos petroleiros revelou de forma muito cla...

Altamiro Borges: Demissão de Parente: lamentos e alívios

Altamiro Borges: Demissão de Parente: lamentos e alívios: Por Tereza Cruvinel, no Jornal do Brasil : A demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras tem um custo alto mas, apesar dos lament...

Altamiro Borges: O parentesco de Parente é com o PSDB

Altamiro Borges: O parentesco de Parente é com o PSDB: Por Cesar Locatelli, no site Jornalistas Livres : Pedro Parente e o modo como geriu a Petrobras têm no DNA a ideologia entreguista de Se...

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Abin investiga participação de Forças Armadas e PM na greve - Portal Vermelho

Abin investiga participação de Forças Armadas e PM na greve - Portal Vermelho: Três agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) ouvidos pelo repórter Allan Abreu, da piauí, sob a condição do anonimato confirmaram que a agência está investigando a participação de integrantes das Forças Armadas e das Polícias Militares estaduais na greve dos caminhoneiros.

Um pouco de economia na discussão do preço dos combustíveis - Portal Vermelho

Um pouco de economia na discussão do preço dos combustíveis - Portal Vermelho: Esta greve dos caminhoneiros e dos petroleiros revelou de forma muito clara as limitações dos princípios fundamentais da atual política econômica: mecanismos de mercado exacerbados, despreocupação com os impactos sociais das políticas e austeridade apenas naquilo que se destinar aos mais pobres. A solução encontrada pelo governo, além de paliativa de curto prazo, é uma bomba de efeito retardado, se os preços internacionais de petróleo não se estabilizarem.

Por José Sergio Gabrielli de Azevedo*

Abimaq: Parente colocava interesse da empresa acima do nacional - Portal Vermelho

Abimaq: Parente colocava interesse da empresa acima do nacional - Portal Vermelho: Apesar do apoio declarado do presidente da República desde que assumiu o cargo, o agora demissionário Pedro Parente vinha enfrentando oposição crescente de vários setores do empresariado nacional tanto pela política de desinvestimento quando pela estratégia de redução do conteúdo local nas encomendas.

A demissão de Pedro Parente e os ladrões do petróleo brasileiro

Altamiro Borges: Petroleiros garantem: "Não nos calarão"

Altamiro Borges: Petroleiros garantem: "Não nos calarão": Do site da Federação Única dos Petroleiros ( FUP ): Os petroleiros novamente deixam sua marca na defesa da soberania. A luta contra a...

Altamiro Borges: CPI vai investigar gestão da Petrobras

Altamiro Borges: CPI vai investigar gestão da Petrobras: Da Rede Brasil Atual : Mais um desgaste para o governo, na sua enfraquecida relação com a base aliada. Requerimento apresentado ontem (30),...

Altamiro Borges: Parente pede pra sair. Temer perto da cadeia

Altamiro Borges: Parente pede pra sair. Temer perto da cadeia: Por Altamiro Borges Em carta divulgada nesta sexta-feira (1), o exterminador Pedro Parente pediu demissão da presidência da Petrobras em ca...