sábado, 30 de setembro de 2017

PETRÓLEO - A entrega vergonhosa patrocinada pelo governo golpista.

 
Enquanto o governo e a ANP celebram com a mídia golpista a arrecadação recorde de R$ 3,84 bilhões obtida com a 14ª Rodada de Licitações, a norte-americana ExxonMobil comemora com gol de placa a sua estreia como produtora de petróleo no Brasil. A empresa arrematou dez dos 37 blocos exploratórios que foram leiloados, sendo quatro como operadora e seis em parceria com a Petrobrás em áreas estratégicas da Bacia de Campos, que foram responsáveis por 92% do total de bônus arrecado pela ANP.
Precisamos eleger em 2018 um governo nacionalista que possa reverter o entreguismo desse governo golpista.
Chega de leiloar o nosso país!

Blog do Roberto Moraes: Ah, as coincidências...

Blog do Roberto Moraes: Ah, as coincidências...: Muita gente ainda não quer entender porque o Brasil entrou na geopolítica do petróleo. Tenho sido repetitivo aqui sobre este tema. Porém, n...

Blog do Roberto Moraes: Breve história do rentismo brasileiro, por Nakano

Blog do Roberto Moraes: Breve história do rentismo brasileiro, por Nakano: Yoshiaki Nakano é professor da FGV-SP e um técnico com bases históricas no PSDB paulista. Foi secretário estadual e diretor da Fundação de P...

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Blog do Roberto Moraes: O desmonte da indústria química nacional é mais um...: A desestruturação, desmonte e o repasse das nossas bases industriais e de infraestrutura vão muito para além dos leilões de privatizações e ...

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Altamiro Borges: Che, símbolo da luta humanista e socialista

Altamiro Borges: Che, símbolo da luta humanista e socialista: Por João Pedro Stedile, na revista Caros Amigos : No dia 9 de outubro, se completam 50 anos do assassinato de Che Guevarra pelas forças...

Altamiro Borges: Che, símbolo da luta humanista e socialista

Altamiro Borges: Che, símbolo da luta humanista e socialista: Por João Pedro Stedile, na revista Caros Amigos : No dia 9 de outubro, se completam 50 anos do assassinato de Che Guevarra pelas forças...

ABAIXO A PRIVATARIA!



O grito do Rio contra a privataria


Ricardo Stuckert

Na última quarta-feira, a agenda privatizante do governo avançou, apesar dos protestos,  com a venda de quatro usinas da Cemig ao capital estrangeiro por R$ 12 bilhões e o leilão de  seis lotes de exploração de petróleo, arrematados por Exxon-Petrobrás por ás por  R$ 3,9 bilhões.   Mas na semana que vem o Rio será o cenário de um grito forte dos setores nacionalistas contra a fúria privatizante do governo de Michel Temer, com três manifestações que devem reunir mais de 15 mil pessoas e contarão com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dos ex-chanceler Celso Amorim, da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, do senador Roberto Requião e do deputado Patrus Ananias, entre outros parlamentares. Será a mais forte mobilização realizada até agora contra a venda do patrimônio nacional com o objetivo estúpido de arrecadar dinheiro para tapar o rombo fiscal, a exemplo do que será feito com os recursos obtidos com a venda das usinas da Cemig. 
Na segunda-feira, dia 2, às 14 horas,   no Clube de Engenharia,  haverá o ato de lançamento da Frente em Defesa da Soberania Nacional, coordenada no plano parlamentar  por Requião (PMDB-PR)  e Patrus Ananias  (PT-MG).  A  Frente reúne parlamentares de diferentes partidos e transborda para além do Congresso, reunindo empresários e personalidades da sociedade civil.  Requião e Patrus lançaram advertências aos embaixadores estrangeiros no sentido de que toda as privatizações conduzidas pelo governo ilegítimo de Temer poderão ser revistas pelo próximo presidente eleito pelo voto direto.  O ex-presidente Lula acaba de propor a convocação de uma Constituinte exclusiva para rever todas as medidas que Temer vem tomando contra o patrimônio nacional e as conquistas sociais e civilizatórias da sociedade brasileira.
Ainda na segunda-feira, no final da tarde,  haverá o Encontro Nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens, que luta contra a privatização do setor elétrico.  Será um grande ato no Terreirão do Samba, ao lado do Sambódromo.  Com a venda das usinas da Cemig, cresce o movimento contra a privatização da Eletrobrás, que nesta quarta-feira foi criticada no Senado até por integrantes da base governista.
A mobilização culmina, na terça-feira, dia 3,  com grande passeata que está sendo organizada pela Frente Brasil Popular, que congrega diversos movimentos sociais. A passeada descerá a Avenida Rio Branco e depois se deslocará para a região da Avenida Chile, Esplanada onde ficam os edifícios-sede da Petrobrás e do BNDES.
Com este primeiro grito contra a privataria temerária de Temer, a mobilização nacionalista deve se ampliar, impedindo que novos ativos sejam leiloados a toque de caixa, como aconteceu com as usinas da Cemig.  

PETRÓLEO - "Querem fazer o Brasil importador de derivados.



Pedro Celestino: Coração do golpe é o ataque ao pré-sal; Statoil reclama, no Brasil, daquilo que a fez crescer na Noruega e ganhar o mundo

           
Isso já está acontecendo. Basta examinar a balança comercial brasileira nestes tempos de Pedro Parente.





Da Redação
No último 22 de setembro, na sede do Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, foi realizada Audiência Pública da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal para discutir o tema O conteúdo local na cadeia de petróleo e gás.
A proposta foi do senador Lindbergh Farias (PT-RJ).
A abertura coube a Pedro Celestino, presidente do Clube.
Muito resumidamente: ele denunciou que o plano do governo golpista é encolher a Petrobras de tal maneira que o Brasil correrá risco, no futuro, de importar derivados de petróleo.
Feito o que acontece com o minério de Carajás, que o Brasil exporta para a China para em seguida importar trilhos de trem (ver vídeo acima).
O timing da denúncia foi muito apropriado.
Ontem, no leilão de campos contíguos ao pré-sal, a gigante Exxon Mobil desembarcou em grande estilo no Brasil, em parceria com a Petrobras.
Em breve, virão os leilões do próprio pré-sal, com a presença de dezenas de multinacionais, muitas das quais sob controle de estados estrangeiros.
Shell, BP e a própria Exxon estão deixando de ser empresas de petróleo para serem empresas de energia, o que requer grandes investimentos em novas tecnologias.
A Petrobras, segundo Pedro Celestino, está na contramão; se afasta de ser uma empresa integrada, como as competidoras, para focar em furar poços.
Desmantelada por dentro, corre o risco de se tornar uma prestadora de serviços de luxo.
É o contrário do papel que teve, por exemplo, a Statoil, estatal de petróleo da Noruega.
No domingo 24, a revista Veja circulou com uma reportagem intitulada Vai jorrar petróleo, na qual caberia perfeitamente o subtítulo Para os estrangeiros.
O ponto alto do texto é uma entrevista com o presidente da ESTATAL norueguesa, apresentado pela revista da marginal como sendo “CEO norueguês”.
ESTATAL, essa palavra, não entrou no texto da revista por motivos óbvios.
Poderia despertar no leitor esperto de Veja, aquele, a incômoda pergunta: mas, a gente está desmontando nossa estatal para fortalecer outra ESTATAL? Outro estado?
E a nossa soberania?
A Statoil tem presença em 30 países do mundo. Opera 40 plataformas. O maior campo da Statoil no mundo é o Peregrino, na bacia de Campos, que produz 100 mil barris por dia.
À revista, o CEO da Statoil, Eldar Saetre, fez os elogios de praxe ao Brasil, aqueles que enchem de orgulho os colonizados exatamente no momento em que sua (a do colonizado) carteira está sendo batida.
Ele explicou que, embora dono de dois terços da Statoil, o governo norueguês não se envolve na administração da empresa; que a companhia esteve envolvida em seu próprio escândalo de corrupção (“sim, também aconteceu ali”, escreve a Veja, em seu tradicional viralatismo).
A entrevista vale mais pelo que não foi dito:O que ele disse: “outro ponto positivo é o fim da obrigatoriedade de ter a Petrobras como sócia em todos os campos do pré-sal”.
O que ele não pode dizer: O pré-sal está lá, descoberto. É furar e tirar. Por que rachar com a Petrobras? Não, a gente paga um adiantamento ao governo Temer, que está precisando comprar deputados e armar o caixa de campanha do PMDB em 2018, e depois deita eternamente no berço esplêndido do petróleo alheio.
O que ele disse: “também vejo com bons olhos a flexibilização da política do conteúdo nacional, que determinava uma enormidade de itens produzidos pela indústria local”.
O que ele não pode dizer: Quanto mais eu concentrar minhas encomendas em um só fornecedor, melhor. Aumento os lucros dos meus acionistas, o governo da Noruega arrecada 2/3 em impostos e me deixa administrar a Statoil sem interferência. Eles que se preocupem com a saúde e a educação na Noruega. E por que criar empregos no Brasil, se posso criá-los na própria Noruega? É um jeito daquele povo chato de esquerda (da Noruega) largar do meu pé. Arrumo emprego para os trabalhadores noruegueses, os sindicalistas me apoiam e meus acionistas vão concordar até com o aumento do salário do CEO.
O que ele disse: “Na Noruega, tivemos, sim, políticas semelhantes [de conteúdo nacional], mas os porcentuais não eram tão altos quanto os daqui, e as empresas locais eram mais competitivas”.
O que ele não pode dizer: Quando a Statoil era 100% estatal, nos anos 70, cheia de incertezas sobre o futuro, o estado norueguês bancou o risco de explorar no mar de Bering e teve a brilhante ideia de usar o conteúdo nacional para criar empregos e tecnologia na Noruega. Faz sentido uma empresa norueguesa ajudar a Noruega, né? Agora, só faltava o Brasil adotar a mesma estratégia AGORA que tem o pré-sal e reduzir nossa margem de lucros! O que vão dizer meus acionistas? Os trabalhadores noruegueses?
O que ele disse: “É claro que a possibilidade de mudanças na regulamentação da indústria do petróleo depois das eleições de 2018 preocupa, mas não acredito que algum político vá nessa direção”.
O que ele não pode dizer: Já pensou se aparece um brasileiro maluco que, eleito presidente, pense primeiro no Brasil e depois na Noruega?
O que ele disse: “Na Noruega, pagamos 78% de impostos sobre a atividade petrolífera. É um valor alto, sem dúvida, mas não muda”.
O que ele não pode dizer: Vou pagar bem menos impostos no Brasil. Se não, como é que fica minha margem? Se eu não ganhar aqui, como vou sustentar a economia norueguesa e ainda ter lucro?
O que ele disse: “Em um planeta em que a população chegará a 9 bilhões nas próximas décadas, ainda vamos precisar de petróleo por muitos anos. O Brasil está no mapa”.
O que ele não pode dizer: O Brasil FEZ o mapa. Eu deveria dar uns pulos de alegria diante deste repórter: o petróleo do mar de Bering só dura até 2030 e o Brasil está deixando eu entrar no pré-sal! Sem a Petrobras! Com taxa rebaixada de conteúdo local! Como é que eu vou desenvolver as tecnologias do futuro — como os cataventos em pleno mar, com os quais vou abastecer o Reino Unido de energia — sem as margens de lucro que vou conseguir no Brasil? Viva o Brasil!Depois da entrevista, o CEO norueguês pode ter ficado preocupado.
Vai que o repórter da Veja descobre a tese de mestrado daquele estudante da Universidade de Oslo que comparou as políticas de conteúdo local da Noruega e do Brasil?
Vai que ele descobre a conclusão do pesquisador, que avaliou detalhadamente a legislação dos dois países (íntegra em inglês, no pé):
Acho injusto que muitos paises desenvolvidos tenham tido a oportunidade de aplicar amplamente políticas de conteúdo local em suas indústrias no passado, mas hoje exigem que os paises em desenvolvimento não as apliquem alegando quebra das regras de liberdade do comércio.
Que norueguês traidor!
Ah, mas se o repórter da Veja descobrir, pelo editor não passa.
Tarefa urgente: comprar algumas páginas de propaganda na Veja.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O Antipetista Reinaldo Azevedo chama Antonio Palocci de covarde e mentir...


Leilões: o Golpe se tornou indestrutível


POLÍTICA - Zé Dirceu.

Agora ele foi condenado à prisão perpétua. Passará para a história como um mártir. O outro, como colaboracionista. Sempre disse que jamais se prestaria ao papel de "dedo duro". Por isso, vai morrer na prisão, enquanto canalhas como o Palocci, viram "cachorros" da ditadura.(Sem assunto) 
 
Convivi com o Zé Dirceu, na luta contra a ditadura e quando ele era presidente da UNE.

 O reencontrei num congresso de blogueiros realizado em Brasília em 2015.

 Tiramos fotos juntos e ele disse a mim e demais companheiros, que se seu julgamento fosse técnico (do mensalão), ele seria absolvido.

Se fosse político, estaria ferrado Uma juíza o condenou dizendo que não havia provas contra ele, mas a literatura jurídica permitia.

 Foram buscar a "teoria do domínio do fato", para condená-lo. A história o julgará.


Seu discurso na posse do Lula foi emocionante. Lembrou que não subiu a rampa sozinho, mas junto com inúmeros companheiros que também lutaram contra a ditadura, que caíram no caminho, assassinados pela ditadura, além daqueles até hoje dados como desaparecidos.


Para mim e demais companheiros que conviveram com ele, ele foi e continuará sendo um "Guerreiro do povo brasileiro".

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Altamiro Borges: Elite confia na Lava-Jato para barrar Lula

Altamiro Borges: Elite confia na Lava-Jato para barrar Lula: Por Paulo Moreira Leite, em seu blog : A impunidade garantida ao logaritmo golpista do general Mourão confirmou uma verdade que pode s...

Altamiro Borges: Dirceu e Palocci: martírio e colaboração

Altamiro Borges: Dirceu e Palocci: martírio e colaboração: Por Tereza Cruvinel, em seu blog : Entre 2003 e 2005 eles foram os dois pilares fortes do governo Lula. Dirceu comandava a articulação polí...

Altamiro Borges: Lula puxa o tapete de Moro e do MP

Altamiro Borges: Lula puxa o tapete de Moro e do MP: Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania : A grande aposta do juiz Sergio Moro e do Ministério Público para condenarem Lula no cas...

Altamiro Borges: A tentativa de condenar Gilberto Carvalho

Altamiro Borges: A tentativa de condenar Gilberto Carvalho: Por Leonardo Boff, em seu blog : No dia 19 de setembro o juiz Vallisney Oliveira da 10.Vara Federal de Brasília acatou a denúncia do Minist...

Bomba! Datena e Eliana Calmon Ex-ministra do STJ afirma que investigaçõe...


Cunha Afirma : "Roubaram Minha delação"


Mídia estrangeira puxa tapete da mídia antipetista


Recado do Nassif: a democracia que só a mídia vê


Vem de Cuba


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

FUTEBOL - Neymar acabou com a harmonia do time.


El País: Neymar destruiu o vestiário do PSG

Neymar esnobou os ídolos que já estavam lá
                 
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Jr acabou de chegar e quer sentar na janela (Reprodução)
Via ESPN:
O clima não está mesmo nada bom no Paris Saint-Germain. Mas, segundo relato do jornal El País, jornal de maior prestígio da Espanha, tudo começou a ruim muito antes da discussão pública entre Neymar e Cavani pela batida de um pênalti contra o Lyon.
Em uma longa matéria assinada pelo repórter Diego Torres, o diário relata como a contratação de Neymar simplesmente destruiu o clima nos vestiários da equipe.
Todo o problema começou com o presidente do clube, Nasser Al-Khelaifi. Ele teria se desesperado com a investigação da Uefa em cima do fair play financeiro do clube, que gastou 222 milhões de euros (quase R$ 825 milhões) para ter Neymar. Com isso, ligou para vários jogadores do elenco dizendo que teria que vendê-los às pressas.
A lista inclui nomes como Di María,Pastore, Matuidi, Lucas Moura, Draxler, Ben Arfa, Aurier e até Thiago Silva.
Matuidi, de fato, acabou vendido. Ele, que era um dos grandes líderes do elenco, se sentiu ultrajado pela ligação e forçou a saída para a Juventus por apenas 20 milhões de euros (R$ 74,3 milhões).
“Sua saída semeou o desânimo. Em maior ou menor medida, todos os integrantes do plantel se sentiram tratados como mercadoria em troca de abrir espaço para Neymar. No vestiário pairava uma pergunta: ‘Quem ele acha que é? Messi?’. À frente dos indignados, estava Edinson Cavani”, relatou o jornal.
Quando chegou, Neymar também não teria feito muito para melhorar o clima. Pior: com sua atitude, teria até piorado a situação. 
“Thiago Silva e Thiago Motta lhe explicaram que ali havia grandes jogadores que ele não poderia ignorar. Cavani exigiu respeito com os veteranos. Neymar os ouviu com ar distraído”, diz o El País.
O técnico Unai Emery até tentou fazer uma coisa. Convenceu o presidente de que precisava do grupo mais unido, e Al-Khelaifi voltou atrás, ligando para todos de novo e dizendo que eram intransferíveis. Mas já era tarde demais.
Ao estourar a crise pelo pênalti, o milionário chefão entrou em ação de novo: tentou "comprar" Cavani. 
O dirigente ligou para o uruguaio e ofereceu que pagaria o bônus de 1 milhão de euros (R$ 3,7 milhões) que seu contrato estabelece caso ele seja artilheiro do Francês, independentemente da quantidade de gols que marcasse. Com isso, esperava que ele abrisse mão da cobrança de pênaltis para Neymar. 
Só que Cavani foi irredutível.
Al-Khelaifi ainda tentou o caminho inverso, paparicando Neymar para que Cavani pudesse bater os pênaltis. O brasileiro, porém, também não cedeu. E, ao saber que o uruguaio teria se negado a abrir mão das penalidades, se revoltou e alegou a lesão no pé para não jogar contra o Montpellier – empate por 0 a 0 no sábado, no pior jogo do PSG na temporada.
Os líderes do elenco tentam apaziguar os ânimos, mas a situação é complicada. 
Ainda segundo o El País, “em uma tentativa de pacificação, Daniel Alves convidou o elenco para jantar em um restaurante chique do distrito XVI de Paris". No entanto, o que seria um evento para encerrar as brigas acabou não dando muito certo.
"O jantar, segundo um integrante, foi tão animado quanto um velório”, encerra.

Altamiro Borges: Rejeição ao torturador da Globo dispara

Altamiro Borges: Rejeição ao torturador da Globo dispara: Por Miguel do Rosário, no blog Cafezinho : Ele é um juiz, não um político. Mas já está com rejeição de político. Sergio Moro, o ...

sábado, 23 de setembro de 2017

POLÍTICA - Dilma detona a Globo.

Dilma: Globo se acha polícia, promotora e juíza

O povo não se esquece da raiz do fascismo nas hostes dos falsos moralistas
                  
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O Conversa Afiada reproduz nota da Presidenta Dilma Rousseff:
A propósito do editorial “Papel de Dilma ganha espaço na corrupção”, publicado pelo jornal “O Globo” neste sábado, 23 de setembro, a Assessoria de Imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff responde:
1. O Grupo Globo vem se investindo de forma ilegítima – e por razões inconfessáveis – em poder judiciário. Tenta de qualquer jeito manchar a honra da presidenta eleita Dilma Rousseff. Para isso, vem assumindo um papel pretensioso para o qual não tem investidura nem legal nem ética.
2.  A empresa demonstra absoluto descompromisso com a ética jornalística exigida para o desempenho da nobre função de informar. Tanto que volta ao Jornalismo de Guerra, promovendo os assassinatos de reputação como quem distribui brindes em bancas de revistas.
3. Pródigo em se posicionar de maneira contrária aos governos do PT, o Grupo Globo tem um longo histórico de adesões aos golpes contra a democracia brasileira. E, como no passado, se arvora a assumir o papel de polícia, promotor e juiz. Condena sem provas, acusa sem ouvir o outro lado, promove um linchamento sistemático e odioso, manchando reputações em nome de um padrão moral que não possui e de compromissos com o país que jamais teve.
4. Depois de demonizar a presidenta eleita Dilma Rousseff, lançando mão de toda sorte de ataques antes, durante e depois de sua reeleição, assumindo inclusive um papel decisivo na construção do seu impeachment, o Grupo Globo se esmera agora em distorcer a realidade.
5. Dizer que a presidenta beneficiou o grupo de Eduardo Cunha e o “quadrilhão do PMDB” em esquemas de corrupção na Caixa Econômica é mentir mais uma vez para o público. A empresa rasga os fatos e encobre o seu próprio papel no impeachment e ainda no acordo que permitiu a ascensão do peemedebista – agora preso – à Presidência da Câmara dos Deputados, talvez em troca de um bloqueio à lei de regulação econômica da mídia.
6. Sobre o método de lançar acusações sem provas, promovendo julgamentos antecipados, basta apontar que o Grupo Globo chegou a editar fotos na capa do jornal, recentemente, induzindo o leitor a falsas conclusões. E, ainda, condenou Dilma mesmo ela já tendo sido absolvida, como no caso de Pasadena.
7. Vale lembrar que a condenação por tribunais midiáticos resulta muitas vezes na absolvição pela Justiça e pela História. Já o papel anti-democrático de empresas jornalísticas como a Globo é sempre lembrado pelo povo, que não esquece a raiz do fascismo nas hostes dos falsos moralistas de plantão. Depois, não adianta pedir perdão.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

POLÍTICA - Artigo do Leonardo Boff.


Boff: é uma ditadura civil a caminho da militar

Ditadura, qualquer uma: quem paga a conta é o povo!
                  
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Sentou praça?
O Conversa Afiada reproduz artigo de Leonardo Boff, publicado em seu blog:
O que vivemos atualmente no Brasil não pode sequer ser chamado de democracia de baixíssma intensidade. Se tomarmos como referência mínima de uma democracia sua relação para com o povo, o portador originário do poder, então ela se nega a si mesma e se mostra como farsa.
Para as decisões que afetam profundamente o povo, não se discutiu com a sociedade civil, sequer se ouviram movimentos sociais e os corpos de saber espcializado: o salário mínimo, a legislação trabalhista, a previdência social, as novas regras para a saúde e a educaão, as privatizações de bens públicos fundamentais como é, por exemplo, a Eletrobrás e campos importantes de petróleo do pré-sal, bem como as leis de definem a demarcação das terras indígenas e, o que é um verdadeiro atentado à soberania nacional, a permissão de venda de terras amazônicas a estrangeiros e a entrega de vasta região da Amazônia para a exploração de variados minérios a empresas estrangeiras.
Tudo está sendo feito ou por PECs, decreto ou por medidas provisórias propostas por um presidente, acusado de chefiar uma organização criminosa e com baisíssimo apoio popular que alcança apenas 3%, propostas estas enviadas, a um parlamento com 40% de membros acusados ou suspeitos de corrupção.
Que significa tal situação senão a vigência de um Estado de exceção, mais, de uma verdadeira ditadura civil? Um governo que governa sem o povo e contra o povo, abandonou o estatuto da democracia e claramente instaurou uma ditadura civil. Assim pensa um de nossos maiores analistas politico Moniz Sodré, entre outros. É exatamente isso que estamos vivendo neste momento no Brasi. Na perspectiva de quem vê a realidade política a partir de baixo, das vítimas deste tipo novo de violência, o país assemelha-se a um voo cego como um avião sem piloto. Para onde vamos? Nós não sabemos. Mas os golpistas o sabem: criar as condições políticas para o repasse de grande parte da riqueza nacional para um pequeno grupo de rapina que segundo o IPEA não passa de 0,05 de populacão brasileira, (um pouco mais de 70 mil milhardários) que constituem as elites endinheiradas, insaciáveis e representantes da Casa Grande, associadas a outros grupos de poder anti-povo, especialmente de uma mídia empresarial que sempre apoiou os golpes e teme a democracia.
Transcrevo um artigo de um atento observador da realidade brasileira, vivendo no semi-árido e participando da paixão das vítimas de uma das maiores estiagens de nossa história: Roberto Malvezzi. Seu artigo é uma denúncia e um alarme: Da ditadura civil para a militar.
“Antes do golpe de 2016 sobre a maioria do povo brasileiro trabalhador ou excluído, já comentávamos em Brasília, num grupo de assessores, sobre a possibilidade de uma nova ditadura no Brasil. E nos ficava claro que ela poderia ser simplesmente uma “ditadura civil”, sem necessariamente ser militar. Entretanto, como em 1964, ela poderia evoluir para uma ditadura militar. Naquele momento pouquíssimos acreditavam que o governo poderia ser derrubado.
Para mim não há dúvida alguma que estamos em plena ditadura civil. É um grupo de 350 deputados, 60 senadores, 11 ministros do Supremo, algumas entidades empresariais e as famílias donas da mídia tradicional que impuseram uma ditadura sobre o povo. As instituições funcionam, como dizem eles, mas contra o povo e apenas em favor de uma reduzidíssima classe de privilegiados brasileiros. Claro, sempre conectados com as transnacionais e poderes econômicos que dominam o mundo.
Portanto, nós, o povo, fomos postos de fora. Tudo é decidido por um grupo de pessoas que, se contadas nos dedos, não devem atingir mil no comando, com um grupo um pouco maior participando indiretamente.
Acontece que o golpe não fecha, não se conclui, porque a corrupção, velha fórmula para aplicar golpes nesse país, hoje é visível graças a uma mídia alternativa presente e cada vez mais poderosa. E a corrupção está em todos os níveis da sociedade brasileira, sobretudo nos hipócritas que levantaram essa bandeira para impor seus interesses.
Mas, a corrupção é apenas o pretexto. Segundo a visão de Leonardo Boff, o objetivo do golpe é reduzir o Brasil que funcione apenas para 120 milhões de brasileiros. Os 100 milhões restantes vão ter que buscar sobreviver de bicos, esmolas e participação em gangs, quadrilhas e tráfico de armas e drogas.
Então, começam aparecer sinais do verdadeiro pensamento de quem está no comando, uma reunião da Maçonaria, um general falando a verdade do que vai nos bastidores, a velha mídia com a opinião de “especialistas”, nas mídias sociais os saudosos da antiga ditadura dizendo que “quem não é corrupto não precisa ter medo dos militares”.
Enfim, estão plantando a possibilidade da ditadura militar. Para o pequeno grupo que deu o golpe ela é excelente, a melhor das saídas. Nunca foram democráticos. Não gostam do povo. Inclusive nessa Câmara e nesse Senado, poucos vão perder seus cargos ou ir para a cadeia.
O pior de uma ditadura civil ou militar é sempre para o povo. As novas gerações não conhecem a crueldade de uma ditadura total.
É de gelar a alma o silêncio da sociedade diante das declarações do referido general”. Que Deus e o povo organizado nos salvem.
Leonardo Boff é articulista do JB on line e escritor

Afinal, Quem Governa o Brasil?


Moro usa métodos fora do Direito e justifica suas atitudes excepcionais”...


Treino de corrida e caminhada: melhore sua resistência para chegar aos 5 km


POLÍTICA - As cem vidas de Lula.

As cem vidas de Lula

Por Marcos Coimbra, na revista CartaCapital:

Se dependesse dos adversários, Lula estaria morto. Se possível, teria morrido várias vezes. Tantas quantas as “balas de prata”, os “golpes fatais” e as “bombas atômicas” que acharam que o atingiram.

Semana passada, com as delações de
Antonio Palocci, reencenaram o espetáculo da morte de Lula. O script foi rigorosamente cumprido: primeiro, o anúncio de “grandes revelações”; segundo, um interrogatório encenado; depois, a divulgação espalhafatosa, acompanhada da promessa de que o delator ainda tinha “muito a dizer”. No outro dia, o coro dos comentaristas, repetindo que, dessa, Lula não escapava.
Tudo velho. Perdemos a conta de com quantos desses espetáculos o País foi brindado de 2015 para cá.

Na variante adotada com Palocci, o roteiro envolve uma desmesurada prisão arbitrária, mantida até que se quebre a resistência do prisioneiro e ele “confesse”. Os mais sujeitos a ceder e concordar em dizer aquilo que os carcereiros determinam são os de poucas convicções e muito a perder. Quantos milionários já se prestaram ao papel de Palocci? Topam tudo para preservar a riqueza.

Existe outra variante, em que as teatralizações são personificadas diretamente por juízes, promotores e delegados. Vimos muitas, desde os interrogatórios a que o ex-presidente foi submetido à recente sessão de promulgação de sentença. Mas nenhuma superou o ridículo da mise-en-scène do PowerPoint.

Até agora, nenhuma dessas pantomimas foi eficaz. Lula sobreviveu às incontáveis acusações que sofreu da imprensa corporativa, às horas de
denúncias do Sistema Globo, às capas de revistas e manchetes afirmando sua culpa. Não morreu a cada prisioneiro que tiraram da cela para recitar a “colaboração premiada”.

Está vivo depois de ser coercitivamente conduzido a depor e de ser objeto dos jogos de cena de promotores. Resistiu à condenação de Sergio Moro.

Todas as pesquisas mostram que Lula fez mais do que sobreviver. Do ano passado para cá, sua imagem melhorou e cresceram suas intenções de voto. O silêncio da mídia corporativa sugere que seus institutos apontam o mesmo. Terá sido a
delação de Palocci a primeira a mudar esse panorama? Os antilulistas têm motivos para comemorar a lastimável exibição a que o ex-ministro se prestou?

Podemos repetir o que esta coluna afirmou em julho, logo após a
sentença de Moro: “O mais provável é que, no fundamental, as intenções de voto para as próximas eleições tenham mudado pouco: quem se dizia propenso a votar no ex-presidente deve manter a opção. O que significa que o favoritismo de Lula deve permanecer”.

Para o antilulismo, grave não é somente constatar que não consegue erodir o apoio que Lula sempre teve em uma vasta parcela da opinião pública. Pior é perceber que só lhe resta seu próprio “núcleo duro”, a minoria mais conservadora e reacionária da sociedade.

A melhora de Lula em todos os indicadores revela que as pessoas menos politizadas e com menor definição partidária estão sendo a cada dia menos afetadas pelas encenações que lhes são apresentadas. Elas pararam de prestar atenção e de acreditar na cantilena que ouvem.

Uma das razões para isso é a incapacidade do
antilulismo no Judiciário, na mídia e no sistema político de comprovar qualquer malfeito do ex-presidente. Falam em milhões e bilhões, mas o máximo que conseguem de concreto é insistir em um apartamento que não é dele e um sítio com churrasqueira e pedalinho. Enquanto isso, são malas de dinheiro correndo de cá para lá, empilhadas em apartamentos.

Lula está bem nas pesquisas e lidera com folga a corrida para a eleição de 2018 porque, para uma proporção majoritária do País, é bom e é melhor do que os outros políticos. A maioria gosta dele e o admira, de muito a alguma coisa, restando 30% que antipatizam com ele. Ao contrário de quase todos os políticos, o saldo entre o que fez de bom e de errado é visto como largamente positivo.

Apenas uma minoria supõe que enriqueceu e se afastou das pessoas comuns. A maioria sabe (ou sente) que sua vida desmente as acusações que os inimigos fazem e, a cada vez que restabelece o contato direto com o povo, como agora na
caravana pelo Nordeste, volta a percebê-lo como seu igual.

Para a maioria da população, Lula continua a ser o velho Lula de sempre. Não há espetáculo de juízes e promotores, não há carnaval midiático que mude algo tão simples.

Altamiro Borges: Em 1955, lições contra o golpismo de 2017

Altamiro Borges: Em 1955, lições contra o golpismo de 2017: Por Paulo Moreira Leite, em seu blog : Num país onde não faltam lições amargas que mostram derrotas da democracia para conspirações mil...

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Altamiro Borges: Desconectados de todo o mundo, uní-vos!

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Altamiro Borges: Temer e o passado tenebroso da privatização

Altamiro Borges: Temer e o passado tenebroso da privatização: Por Railídia Carvalho, no site Vermelho : A Eletrobras registrou lucro de R$ 3 bilhões em 2016 mesmo diante de um quadro de recessão...

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Argentina e Brasil são os reféns dos agrotóxicos na América Latina - Portal Vermelho

Argentina e Brasil são os reféns dos agrotóxicos na América Latina - Portal Vermelho: A ameaça de fusão de grandes empresas (como a Bayer-Monsanto), o papel da ciência a serviço das corporações, o perigo dos novos transgênicos e a necessidade de promover a agricultura campesina e indígena. Esses são alguns dos temas sob os quais Silvia Ribeiro, uma das maiores pesquisadoras sobre o agronegócio, se dedica há mais de trinta anos. Para ela, os países da região 'perderam sua soberania devido à extrema dependência em relação às empresas biotecnológicas'.

Estudo mostra que empresários não são melhores gestores públicos - Portal Vermelho

Estudo mostra que empresários não são melhores gestores públicos - Portal Vermelho: Estudo da London School of Economics (LSE) - uma das mais renomadas universidades do Reino Unido - contesta a tese de que empresários são melhores administradores públicos.

Altamiro Borges: Os generais e o presidente desmoralizado

Altamiro Borges: Os generais e o presidente desmoralizado: Por Wadih Damous, no blog Viomundo : A Constituição é clara: o presidente da República é o comandante supremo das forças armadas. E no se...

Altamiro Borges: Os generais e o presidente desmoralizado

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Todo o poder emana da Globo


Todo o poder emana da Globo


Todo o poder emana da Globo


Altamiro Borges: A falsificação de documentos na Lava-Jato

Altamiro Borges: A falsificação de documentos na Lava-Jato: Por Luis Nassif, no Jornal GGN : O livro-bomba sobre a Lava Jato, prometido pelo doleiro espanhol Tacla Duran, começa a dar frutos. ...

Altamiro Borges: Lula é o candidato com menor rejeição

Altamiro Borges: Lula é o candidato com menor rejeição: Por Miguel do Rosário, no blog Cafezinho : Acabou de cair o “mito” de que Lula não poderia se eleger em 2018 porque teria rejeição alt...

Altamiro Borges: ONU ataca rentismo das corporações

Altamiro Borges: ONU ataca rentismo das corporações: Do blog Socialista Morena : Um novo relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) critica as gr...

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Depois de uma década, aumenta a fome na América Latina e no Caribe - Portal Vermelho

Depois de uma década, aumenta a fome na América Latina e no Caribe - Portal Vermelho: O número de pessoas que sofrem com a fome na América Latina e no Caribe aumentou em 2,4 milhões de 2015 a 2016, alcançando um total de 42,5 milhões, segundo o relatório Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2017.

Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


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Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


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Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


Bob Fernandes/Procurador expõe intestinos da Lava Jato. E a Jecaria fasc...


Altamiro Borges: Leite das crianças e a dívida dos ruralistas

Altamiro Borges: Leite das crianças e a dívida dos ruralistas: Por Altamiro Borges O covil golpista de Michel Temer tem reduzido drasticamente os recursos públicos para inúmeros programas sociais – ...

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Temer desiste de cobrar R$ 17 bilhões de ruralistas - Portal Vermelho

Temer desiste de cobrar R$ 17 bilhões de ruralistas - Portal Vermelho: Para não entrar em conflito com uma das maiores bancadas do Congresso, a ruralista, o governo Temer decidiu abortar a ideia de recorrer ao Supremo Tribunal Federal contra uma medida aprovada pelo Senado que perdoa R$ 17 bilhões em dívidas com o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural).

Em tempos golpistas, PUC faz ato para lembrar invasão de 1977 - Portal Vermelho

Em tempos golpistas, PUC faz ato para lembrar invasão de 1977 - Portal Vermelho: No dia 22 de setembro de 1977, após invasão da Faculdade de Medicina da USP, forças militares compostas por 700 homens fardados e mais 200 agentes à paisana invadiram o Campus da PUC – Pontifícia Universidade de São Paulo, onde se realizava uma manifestação Pró-UNE, com objetivo de repensar estratégias para o movimento estudantil.

Elite não está precificando risco de caos social, diz ex-banqueira - Portal Vermelho

Elite não está precificando risco de caos social, diz ex-banqueira - Portal Vermelho: 'A elite não está precificando corretamente o risco de caos social. A economia é uma ciência que se especializou em demasia e se distanciou muito da realidade', afirma a economista Eduarda La Rocque, que foi sócia do BBM. Mesmo se autointitulando uma 'neoliberal', ela avalia que mudanças profundas, como as reformas trabalhista e previdenciária, deveriam ser negociadas por um Congresso 'mais representativo'.

A Arte Envergonhada


Por que a Globo não derrubou o Temer


Altamiro Borges: A cidadania desafiada pelo golpe parlamentar

Altamiro Borges: A cidadania desafiada pelo golpe parlamentar: Por Leonardo Boff, em seu blog : Entendemos por cidadania o processo histórico-social que capacita a massa humana de forjar condições ...

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Altamiro Borges: Uma farsa que repete o Riocentro: Por Paulo Moreira Leite, em seu blog : Neste período no qual a História brasileira anda para trás, na próxima sexta-feira, 22 de setemb...

Altamiro Borges: Para além da austeridade: "heresias" da ONU

Altamiro Borges: Para além da austeridade: "heresias" da ONU: Por Cesar Locatelli, no site Jornalistas Livres : “A economia global parece travada em seu caminho para a recuperação”, aponta novo ...

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Altamiro Borges: O julgamento dos meninos "terroristas"

Altamiro Borges: O julgamento dos meninos "terroristas": Por Luis Nassif, no Jornal GGN : Há pouco mais de um ano, no dia 4 de setembro de 2016, produziu-se em São Paulo um dos episódios m...

Altamiro Borges: Temer e os 815 milhões de famintos no mundo

Altamiro Borges: Temer e os 815 milhões de famintos no mundo: Os retirantes 1944 – Cândido Portinari Por Altamiro Borges Na semana passada, em Roma, foi divulgado o relatório “The State of Food S...

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Manifesto denuncia: “Discurso econômico, arma da minoria rica” - Portal Vermelho

Manifesto denuncia: “Discurso econômico, arma da minoria rica” - Portal Vermelho: Um grupo de economistas rebeldes insurge-se contra narrativas hegemônicas que exigem, diante da crise, novos sacrifícios do povo. Para eles, é hora da redistribuição de riquezas.

Não admito juiz em filme com tapete vermelho, diz ministro do STJ - Portal Vermelho

Não admito juiz em filme com tapete vermelho, diz ministro do STJ - Portal Vermelho: O Ministério Público e a polícia usam a imprensa com o intuito claro de criar pano de fundo favorável à acusação em processos e para defender projetos de lei absurdamente imorais, aproveitando-se da sanha acusatória que toma conta do país. Com isso, qualquer um que discorde dos órgãos de acusação é taxado como inimigo, cúmplice de bandido e favorável à corrupção.

Por Matheus Teixeira, no Conjur

sábado, 16 de setembro de 2017

Altamiro Borges: Para além da austeridade: "heresias" da ONU

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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Altamiro Borges: A chantagem da CPI da JBS

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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Lula x Moro: round 2


Lula x Moro: round 2


Apesar de trunfo “Palocci”, “Moro” não deixa “Lula” sem saída. juiz assu...


Altamiro Borges: Governadores e senadores defendem Lula

Altamiro Borges: Governadores e senadores defendem Lula: Por Tereza Cruvinel, em seu blog : Depois dos governadores do Nordeste, agora são os senadores da região, e também do Norte e do Centro-Oes...

Blog do Briguilino: Indústria da delação premiada em Curitiba

Blog do Briguilino: Indústria da delação premiada em Curitiba: Sérgio Moro autoriza devolução de carros de luxo, lancha e relógio de ouro a delator O chefe da quadrilha de Curitiba - Sérgio Fe...

Blog do Briguilino: Indústria da delação premiada em Curitiba

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Blog do Briguilino: Dirceu, culpado por sonhar com um Brasil para seu ...

Blog do Briguilino: Dirceu, culpado por sonhar com um Brasil para seu ...: (...) Camarada Dirceu, vivemos tempos sombrios! Hoje, mais uma vez, você caminhará na direção de seus algozes.  Provavelmente eles não ...

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Blog do Briguilino: Indústria da delação premiada em Curitiba

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Altamiro Borges: Uma escola que produz analfabetos

Altamiro Borges: Uma escola que produz analfabetos: Por Marcos Bagno, na revista Caros Amigos : Da população brasileira, entre 15 e 64 anos, 75% é analfabeta funcional. São quase 110 milh...

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Altamiro Borges: As "senhoras de Santana" do MBL

Altamiro Borges: As "senhoras de Santana" do MBL: Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena : Censuraram uma exposição de arte queer em Porto Alegre neste final de semana. Um grupo...

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

POLÍTICA - Tipologia dos Paneleiros

Só sei é que todos estão escondidinhos, com o rabo entre as pernas.


Enviado do Outlook





 Aldo Pinto
 
Tipologia dos Paneleiros

Apesar de todos juntos formarem uma massa amorfa de burrice, delírio e ódio, hoje em dia já é possível identificar alguns grupos de Paneleiros Golpistas na forma como eles se colocam em relação aos resultados do golpe. Vamos a eles.

1. O Arrependido. É aquele que vendo os resultados práticos do golpe e refletindo com mais calma sobre os “motivos” do impeachment, admite publicamente que foi enganado e hoje se arrepende de ter feito parte daquele circo. Eleitoralmente seu posicionamento ainda é indefinido. No universo de dezenas de milhões de golpistas, acredito que o número deles é de aproximadamente 36.

2. O Envergonhado. Trata-se daquele paneleiro, totalmente pautado pela mídia, que vendo que foi enganado, mas que jamais irá admitir que foi feito de pato da FIESP, hoje não fala de política. Posta sobre gatinhos, séries da Netflix, gifs de “bom dia” e selfies de baladas. Eleitoralmente se dividem entre eleitores da Marina e de quem a Globo mandar.

3. O Lunático. Este também já viu que o golpe vai piorar a vida de todo mundo, mas acha que é melhor assim, pois afinal, o Brasil até 2015 era comunista e nunca vai virar Venezuela e se não gostou vai pra Cuba! Eleitoralmente é 100% Bolsonaro.

4. O Otimista Desesperado. Vai melhorar. Vai. A Mirian Leitão disse. O Meirelles disse. O Temer disse. Vai sim. Vai. Vai. TEM QUE MELHORAR!!!!!!!!!!! Eleitoralmente vai votar em quem prometer mais.

5. O administrador-economista-bacharel-em-Direito formado pela PUC. Até admite que foi golpe, mas diz que infelizmente foi necessário. As Reformas devem ser feitas a todo custo. O mercado regula tudo e a intervenção estatal é ruim. Veja o exemplo de Cingapura (para por aqui e sequer consegue explicar porque Cingapura é exemplo de alguma coisa). Acredita que o Brasil vai dar um salto assim que todos os programas sociais deixarem de existir e todas as estatais forem privatizadas. Papai lhe deu um carro quando passou no vestibular e vai herdar os negócios da família porque é mérito dele ter nascido nessa família iluminada pelo Jesus Maçom. Vota no candidato do PSDB e fim de papo. Amém.

6. O Sexto Tipo. Este, confesso, ainda é difícil de nomear. Estou na dúvida se uso os termos “Canalha”, “Filho da Puta”, “Cínico do caralho” ou “Desgraçado”. Trata-se do golpista que, não apenas negando que tenha sido enganado, como ainda tem a inacreditável cara de pau de dizer que “Não votei no Temer”, “A culpa não é minha” e “Este é o vice dos petralhas”. Eleitoralmente mantém sua coerência de verme rastejante e vai votar em quem tiver chance de vencer a Esquerda. Qualquer um. De pedófilos, estupradores, ladrões a pastores de tele-igrejas, vale qualquer um que tenha chance de vencer os “bolivarianos”.

Marsil

Como Gilmar vai fechar o PT


Altamiro Borges: Palocci e o Brasil da traição

Altamiro Borges: Palocci e o Brasil da traição: Por Aldo Fornazieri, no Jornal GGN : O que espanta no depoimento de Antônio Palocci ao juiz Moro não foi a traição que ele perpetrou co...

Altamiro Borges: O amigo de Moro e a corrupção no Panamá

Altamiro Borges: O amigo de Moro e a corrupção no Panamá: Por Joaquim de Carvalho, no blog Diário do Centro do Mundo : O jornal El País foi atrás de uma pista dada por Rodrigo Tacla Durán sobr...

Altamiro Borges: Palocci e o Brasil da traição

Altamiro Borges: Palocci e o Brasil da traição: Por Aldo Fornazieri, no Jornal GGN : O que espanta no depoimento de Antônio Palocci ao juiz Moro não foi a traição que ele perpetrou contra...

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

POLÍTICA - Mais um traíra na área.


Mais um traíra na área. Esse, coitado, não vai mais conseguir se olhar no espelho. Merece mais pena do que nojo.

Ainda sob impacto dessa enorme trairagem, escrevo as linhas abaixo.

O cara era amigo íntimo do Lula. Deve sua carreira política a ele e agora comete essa traição inominável. Usou uma biografia pessoal, construída pela amizade e confiança do Lula, para atingí-lo.
Não estou discutindo aqui se falou ou não a verdade.
O pior é que o cara se ofereceu para fazer esse depoimento de maneira voluntária e servil, mesmo sabendo que dava munição a um processo que objetiva punir Lula a qualquer preço.
Fez isso, como ele mesmo declarou, para ver se consegue o benefício da delação premiada, que até agora não foi aceita. Sabia que a senha para conseguir isso, era envolver o Lula.
Tudo bem que, segundo seus amigos, Palocci estava desesperado com sua situação na Guantánamo de Curitiba. Já está preso a mais de dois anos e sua família o estava pressionando.
Já havia mudado seus depoimentos várias vezes, e a saída era fazer o que todo mundo estava fazendo para não morrer na cadeia e conseguir a liberdade: delatar o Lula.
Este, já havia duvidado que poderia ser delatado por quem a ele tudo deve, mesmo sabendo que o cara trai até a própria mãe para deixar a cadeia.
Como escreveu o blogueiro Fernando Morais, o depoimento desse traíra, lembra os "arrependidos" ou "desbundados", da luta contra a ditadura militar, de triste memória. Gente que em troca da redução da pena, ou até mesmo da libertação imediata, aceitava ir à televisão entregar antigos companheiros, fazer "um mea culpa" política e abjurar suas antigas convicções.
Um leitor, Zenaida Machado, fez uma ponderação com a qual concordo plenamente.
"Não concordo com a comparação. Os "arrependidos" dos tempos da ditadura foram barbaramente torturados, eram jovens, em sua maioria secundaristas, muito de origem humilde.
Viveram os cárceres do terrorismo de Estado.
Como diz outro leitor, Murilo Silveira, "a facilidade com que Palocci fez sua declaração, sem mesmo esperar as perguntas do juiz, como um boquirroto, adiantando respostas... sem nenhuma resistência, sem um tremor".
Como a história demonstra, todo movimento popular tem seu traidor. Seja Hubert Mattos, traidor da Revolução Cubana, ou Éden Pastora, da Revolução Sandinista, ou Mário Firmenich, dos Motoneros argentinos. Temos também o nosso Cabo Anselmo, de triste memória, que entregou a própria esposa que estava grávida, e que foi infiltrado pelos militares.
O nosso correto para o que o Palocci fez chama-se capitulação. O traíra percebeu que é impossível resistir à "República de Curitiba" e desistiu de se defender e se entregou.
Palocci sabia que bastava dizer o que o "justiceiro" de Curitiba queria ouvir, para que sua delação premiada seja aceita. O que aconteceu foi um ensaio da delação.
O depoimento do ex ministro, fala antes de tudo, dele mesmo: um traidor. Traidor. Traidor, como diz o articulista Ion de Andrade, porque, além de atingir o ex Presidente Lula, a quem tudo deve, para tentar se salvar, como outros conseguiram, não ponderou que antes de atingir Lula, atingiu um projeto popular encarado por este.
Nestes tempos sombrios de Golpe de Estado 2.0, Palocci é a reencarnação de outro traidor, Silvério dos Reis.
A lava jato conseguiu com esse depoimento, a "bala de prata" que faltava para completar o golpe, que só fecha com a condenação e a exclusão do Lula das próximas eleições presidenciais.
Deu armas ao TRF4, para a condenação final de que já havia sido condenado pela mídia.
Com isso, irá vencer as últimas resistências éticas-processuais que ainda poderiam existir em alguns juízes desse Tribunal, consolidando uma unanimidade condenatória.
Viva o Zé Dirceu, que não delatou ninguém, e que sempre disse que delatar é "dedurismo".
Dirceu já havia dito que Palocci virou um "cachorro". Na ditadura militar, "cachorro" eram os militantes que se tornavam colaboradores da repressão, que levaram inúmeros companheiros à prisão e à morte.
Aos petistas como eu, resta responder a difícil pergunta colocada pelo blogueiro Ricardo Kotcho:´´
É o fim de linha para Lula e o PT?
Eu respondo não. Mais do que falar em nome de partido e de personagens do mesmo, temos que olhar o projeto de governo que eles representam.
É isso é que querem destruir para implementar o neoliberalismo do famoso Estado Mínimo", derrotado quatro vezes nas urnas.
Quem quiser saber quem é o Pallocci, vou colocar uma matéria a seguir, como também a Dilma dizendo porque o Palocci falta com a verdade no que diz respeito a concessão do Aeroporto do Galeão.
“Palocci falta com a verdade”, afirma Dilma


“Palocci falta com a verdade”, afirma Dilma
www.diariodocentrodomundo.com.br
A respeito das declarações prestadas pelo ex-ministro Antonio Palocci em depoimento à Justiça Federal na quarta-feira, 6 de setembro, a Assessoria de Imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff es…

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A respeito das declarações prestadas pelo ex-ministro Antonio Palocci em depoimento à Justiça Federal na quarta-feira, 6 de setembro, a Assessoria de Imprensa da presidenta eleita Dilma Rousseff esclarece:
1. O senhor Antonio Palocci falta com a verdade quando aponta o envolvimento de Dilma Rousseff em supostas reuniões de governo para tratar de facilidades à empresa Odebrecht, seja durante o mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou no primeiro governo dela. Tais encontros ou tratativas relatadas pelo ex-ministro jamais ocorreram. Relatos de repasses de propinas também são uma mentira.


2. Todo o conteúdo das supostas conversas descritas pelo senhor Antonio Palocci com a participação da então ministra Dilma Rousseff – e mesmo quando ela assumiu a Presidência – é uma ficção. Esta é uma estratégia adotada pelo delator em busca de benefícios da delação premiada.
3. O episódio em que cita um inacreditável benefício à Odebrecht pelo governo Dilma Rousseff, durante o processo de concessões de aeroportos, mostra que o senhor Antonio Palocci mente.
4. O ex-ministro declarou perante a Justiça Federal que a decisão do governo Dilma de não permitir que um consórcio ou empresa ganhasse mais de um aeroporto foi criada pela presidenta eleita para beneficiar diretamente a Odebrecht. Isso é uma mentira!
5. Tal decisão foi tomada pelo governo para gerar concorrência entre as empresas concessionárias de aeroportos. Buscou-se evitar que, caso uma empresa tivesse a concessão de dois aeroportos, priorizasse um em detrimento do outro. O governo Dilma buscava atrair mais empresas para participar do sistema aeroportuário, garantindo que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), como órgão regulador, tivesse mais parâmetros para atuar. Mais concorrência, menos concentração.
6. Eis um fato que desmascara as mentiras do senhor Antonio Palocci. A empresa Odebrecht, que ganhou a disputa junto com o grupo Changi, pagou R$ 19,018 bilhões pela outorga do Galeão. Sem dúvida, é a maior outorga paga por aeroportos no Brasil, o que afasta a acusação de beneficiamento indevido declarada por Palocci.
7. O quadro abaixo demonstra que a Odebrecht foi responsável pela maior outorga paga ao Governo para o direito de explorar apenas um dos seis aeroportos cujas concessões foram feitas pelo governo Dilma:
_CONCESSÕES DE AEROPORTOS NO GOVERNO DILMA
São Gonçalo do Amarante, Natal (RN)
Grupo vencedor: Consórcio InfrAmerica – Infravix (50%) + Corporación America (50%)
Estimativa de investimentos: R$ 650 milhões
Outorga: R$ 170 milhões

Guarulhos
Grupo vencedor: Invepar (90%) + ACSA (10%)
Estimativa de investimentos: R$ 4,6 bilhões
Outorga: R$ 16,213 bilhões

Viracopos
Grupo vencedor: Consórcio Aeroportos Brasil – Triunfo (45%) + UTC (45%) + Egis (10%)
Estimativa de investimentos: R$ 8,7 bilhões
Outorga: R$ 3,821 bilhões

Brasília
Grupo vencedor: Consórcio InfrAmerica – Infravix (50%) + Corporación America (50%)
Estimativa de Investimentos: R$ 2,8 bilhões
Outorga: R$ 4,501 bilhões

Galeão
Grupo vencedor: Odebrecht (60%) + CHANGI (40%)
Estimativa de investimentos: R$ 5,65 bilhões
Outorga: R$ 19,018 bilhões

Confins
Grupo vencedor: CCR (75%) + Munich/Zurich (25%)
Estimativa de investimentos: R$ 3,5 bilhões
Outorga: R$ 1,1 bilhão_

8. Eis os fatos. A ficção criada pelo senhor Antonio Palocci não se sustenta. A Odebrecht pagou 300% a mais pelo direito de explorar o aeroporto do Galeão. Nenhuma empresa desembolsou tanto. Que benefício ela obteria do governo Dilma Rousseff pagando a mais? Qual a lógica que sustenta o relato absurdo do ex-ministro?
9. A lógica que move o senhor Antonio Palocci é a mesma que acomete outros delatores presos por longos períodos. A colaboração implorada é o esforço de sobrevivência e a busca por liberdade. Isso não significa que se amparem em fatos e na verdade. É um recurso desesperado para se livrar da prisão. Em outros períodos da história do Brasil, os métodos de confissão eram mais cruéis, mas não menos invasivos e implacáveis.

ASSESSORIA DE IMPRENSA� DILMA ROUSSEFF
Palocci, o pulha, sempre traiu




Bananas.jpg
O Conversa Afiada publica artigo de seu Joaquim Xavier:
Antonio Palocci Filho é um traidor de carteirinha. Isto é sabido há muito tempo por bastante gente, mas sua história sempre restou submersa graças à astúcia em encobrir o caráter diminuto, parasita, de quem está por cima.
Sua vida política é o melhor testemunho. Nos idos da juventude, colou-se à corrente trotskista Liberdade e Luta quando esta era a sensação do movimento estudantil. Com essa vestimenta, tornou-se presidente do centro acadêmico mais importante da região, da faculdade de medicina da USP em Ribeirão Preto.
O surgimento do PT deu a Palocci a chance de estrear na “grande política”. A primeira coisa que fez foi romper com a corrente trotskista. A Libelu tinha princípios em excesso, defendia a luta de classes, a independência diante dos patrões. Era pura demais. O que foi um trunfo para Palocci durante certo tempo, no ambiente fervilhante da universidade, virou um fardo no horizonte do arrivista.
E lá se foi Palocci. Rompeu com a Libelu, tornou-se vereador e elegeu-se prefeito. Com algum poder nas mãos, começou a mostrar o que pretendia com a política. Uma de suas patranhas inaugurais foi armar uma concorrência fraudulenta de merenda escolar. Montou um edital tão restritivo que apenas uma empresa podia vencer: a que oferecesse molho de tomate com ervilhas. Não era a troco de nada, óbvio.
O inquérito andou a passo de tartaruga até ser arquivado muitos anos depois.
Detalhe: nesta época Palocci já era todo poderoso ministro da Fazenda. É fácil imaginar, no Judiciário brasileiro que todos conhecem, se alguém teria ânimo para peitá-lo em algo aparentemente tão pequeno. Mas o cheiro de ervilha com tomate nunca o abandonou.
Sua intuição em juntar o vermelho-tomate da rebeldia estudada com o verde-ervilha das notas graúdas de dólar já havia aparecido de novo com a infame Carta aos Brasileiros, da qual foi mentor e fiador.
Refresque-se a memória: a Carta surgiu como um compromisso público com os banqueiros e o grande capital apavorados com a vitória de Lula nas eleições que se aproximavam, em 2002. Era um atestado de rendição antecipada, que viria a aprisionar os governos seguintes dentro dos limites aceitáveis ao establishment.
É verdade que, mesmo assim, o Brasil conheceu nas épocas de Lula e mesmo de Dilma governos que jamais fizeram tanto pelo povo. Mas a capitulação cobrou a fatura no impeachment de 2016.
Neste intervalo, Palocci exibiu toda sua desenvoltura entre os tubarões da riqueza. Era o interlocutor preferido do pessoal de dinheiro gordo. Nenhum banqueiro ou grande empresário saia de semblante baixo de seu gabinete.
Destino diferente tiveram gente como o humilde caseiro Francenildo Costa. Testemunha de bacanais que Palocci promovia para agradar a si mesmo e a escória circulante em Brasília, Francenildo foi alvejado com a quebra do seu sigilo bancário. Uma vez provada a razão do caseiro, Palocci perdeu o posto, mas não a majestade e, principalmente, a gratidão eterna dos espoliadores da riqueza nacional.
Foi com base nisso que Palocci continuou recheando o próprio bolso. Seu patrimônio não parou de crescer fora do governo sob a fachada de uma empresa de consultoria. A falta de explicações sobre tamanho enriquecimento custou-lhe o cargo de chefe da Casa Civil de Dilma.
Mas Palocci nunca esteve nem aí. A esse respeito, é interessante procurar algum discurso público ou manifestação sinceramente enfática do personagem no poder em defesa dos interesses brasileiros ou do povo. Será tempo perdido.
Palocci sempre preferiu ambientes refrigerados, a sombra dos bastidores e a luz estroboscópica de festanças libidinosas – ante-sala de cofres muito bem provisionados.
Para quem conhece tudo isso, o depoimento de Palocci não traz nenhuma surpresa. A mentira e as negociatas sempre foram sua especialidade. Se Joesley larápio diz que é professor no ramo da roubalheira, Palocci se mostrou catedrático na matéria. Seu único compromisso é com ele mesmo, com as verdinhas e com o beneplácito dos poderosos e da grande mídia.
Esta última, é claro, não está em nem um pouco interessada em ressaltar as contradições flagrantes entre os dois depoimentos de Palocci.
Nós estamos.
Vamos a algumas.
Primeiro, Palocci declarou que nunca ouvira falar no tal italiano que a Odebrecht afirmava ser ele nas planilhas da empresa. Agora, afirma na cara dura que é ele mesmo – só faltou dar o depoimento no idioma daquele país.
Conta também que Lula e Emilio Odebrecht combinavam em detalhes o pagamento de propinas. Mas o próprio Emílio negou peremptoriamente em seus depoimentos ter discutido com Lula valores de bandalheiras ou coisa parecida.
Palocci terminou seu depoimento inicial ameaçando incriminar gente graúda das finanças nacionais com nomes, endereços e o que mais fosse. Tudo desapareceu da oitiva de agora. Nesse meio-tempo, Palocci trocou de advogados, negociou sem parar com procuradores e, com certeza, recebeu acenos bastante polpudos daqueles que prometia denunciar.
A prova decisiva de que se trata de uma armação muito bem calculada, como tudo o que Palocci sempre fez, é justamente a falta de prova. Mais uma vez, o país está diante de palavras, apenas palavras.
Enquanto o país assiste estarrecido a malas de dinheiro sujo empanturrando um apartamento de um cardeal do golpismo; a um “ladrão geral da república” organizando de própria voz a compra do silêncio de criminosos e de juízes; a um assessor graduado saltitando pelas ruas de São Paulo com uma valise incriminadora; a um senador tucano rasgando o verbo literalmente em monstruosidades comprovadas; enquanto acontece tudo isso, a boca de Palocci vomita somente uma narrativa sem uma mísera prova material.
Talvez por vergonha –mesmo os canalhas sempre guardam alguma dentro de si--, Palocci deu o testemunho fantástico (a alusão ao programa não é casual) de costas para o advogado de Lula.
Sua fala escorreu com a frieza dos traidores contumazes, tal qual um Joaquim Silvério dos Reis dos tempos atuais.
A semelhança acaba aí. Também nesse caso, a história se repete como farsa.
O traidor dos inconfidentes entregou fatos reais que mostraram o caminho para enforcar Tiradentes.
Palocci enredou-se numa trama de mentiras para salvar seu próprio pescoço.
Aceitou o jogo sujo das delações orquestradas a um preço que em breve virá a público.
Eis a verdade que nenhuma Globo vai contar.
Joaquim Xavier
Enviado do Outlook
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