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sábado, 28 de setembro de 2013

POLÍTICA - E aí, Aécio, vamos conversar?

Caro senador Aécio Neves, imagino que o senhor não conheça este escriba e talvez nem a Revista Fórum, apesar de a revista já circular há 12 anos e de eu ter lhe encontrado recentemente no Aeroporto de Congonhas. Sentamos frente a frente no saguão e vossa excelência me olhou umas quatro ou cinco vezes de soslaio. Eu fiz de conta que não percebia e me mantive concentrado no tablet. Depois pegamos o mesmo ônibus que nos levou ao avião. Íamos para o Rio de Janeiro. Aliás, parece que vossa excelência gosta muito da capital carioca. Eu também sou fã. E se tivesse as mesmas condições econômicas que o senhor não resistiria a viver boa parte do meu tempo por lá. Mas o que me motiva a escrever este post não é o Rio. E outra coisa.
Assisti a uma recente inserção de TV do seu partido e vi que vossa excelência está aberta ao diálogo. Diz algo assim: “Sou Aécio Neves, vamos conversar”. Achei ótima a iniciativa. E por este simples blogue, lhe digo: “Sou o Renato Rovai e aceito o convite”. Quero conversar com vossa excelência.
E aproveito para lhe dizer que irei lhe enviar oficialmente essa solicitação de conversa. Acho que vou falar em entrevista, porque talvez a sua assessoria não entenda o espírito da coisa. Mas que fique claro, será um bate-papo. Aliás, um papo reto (o senhor tem usado este termo) transmitido pela web. No qual farei algumas perguntas sobre temas que me parecem muito importantes. Na sequência, seguem alguns temas das perguntas. Ah, claro, vou abrir para os internautas poderem falar com o senhor. É assim que funciona na lógica do papo reto. As pessoas não ficam com esse lenga-lenga do script televisivo, onde tudo é meio que combinado antes. Por isso não posso lhe garantir que tratarei apenas dos temas abaixo. Mas, confio no seu espírito democrático. E na sua boa intenção e sinceridade ao nos convidar para conversar. E fazer um papo reto.
Pautas para a conversa.
- As privatizações no governo Fernando Henrique e o custo delas para o Brasil
- O mensalão mineiro
- Supostos desvios de recursos da saúde no governo de Minas Gerais
- A investigação do cartel do metrô no governo de SP
- Os motivos que levaram o PSDB a ser contra o Bolsa Família no início do governo Lula
- Por que o PSDB é contra o Mais Médicos
- O silêncio da mídia mineira em relação ao governo de Minas, denunciado como censura econômica por vários jornalistas e movimentos sociais.
- Os motivos que lhe levaram a rejeitar a usar o bafômetro numa blitz no Rio de Janeiro.
- O que o senhor achou daquele texto em espaço editorial, assinado por Mauro Chaves, no jornal O Estado de S. Paulo, cujo título era “Pó parar, governador”.
- Qual a sua real opinião sobre o ex-governador José Serra. É verdade que o senhor e ele têm dossiês impressionantes um contra o outro?
Listei apenas 10 pontos iniciais. Mas como na internet não há limite de tempo, podemos ficar horas conversando. Papo reto, senador. Sem papas na língua. Que tal?
Então, só pra finalizar, vou imitá-lo.
E aí, senador Aécio Neves, vamos conversar?

sábado, 14 de setembro de 2013

POLÍTICA - Dilma e Lula vão a velório do ex-ministro Luiz Gushiken em SP.



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chorou ao lembrar do ex-ministro em evento do PT em SP
Ele morreu aos 63 anos na noite de sexta-feira em decorrência de câncer, agravado pela perseguição canalha do PGR, do STF e da mídia
O ex-ministro José Dirceu também esteve no Cemitério do Redentor.

O corpo do ex-ministro Luiz Gushiken é velado neste sábado (14) no Cemitério do Redentor, no Sumaré, Zona Oeste da capital paulista.  Às 15h20, a presidenta Dilma Rousseff chegou acompanhada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de vários ministros, entre eles Aloizio Mercadante e Alexandre Padilha.

Gushiken morreu aos 63 anos na noite desta sexta-feira (13) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O ex-ministro da Secretaria da Comunicação do governo Lula fazia tratamento contra câncer no estômago desde 2002.

O primeiro político a chegar ao velório, por volta das 8h30, foi o deputado federal por São Paulo José Genoino. Abatido, Genoino não quis gravar entrevista, mas ao sair, disse para as câmeras: "O silêncio fala por mim".

Por volta das 12h30, o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT-SP), chegou ao cemitério. Ele afirmou que Gushiken foi "um homem muito generoso e de muita garra". "Uma perda lamentável para o PT e para a militância", disse.

O deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), o ex-ministro da Justiça e advogado  Márcio Thomaz Bastos e o deputado João Paulo Cunha, estiverem presentes.

O vice-presidente, Michel Temer, afirmou que lembra de Gushiken de 1985 quando ele era secretario da segurança de São Paulo e o ex-ministro era presidente do Sindicato dos Bancários. "Foi uma greve muito bem organizada e exitosa".

Quem também foi ao local à tarde foi o ex-ministro José Dirceu. Ele chegou ao velório às 14h30 e estava emocionado. Dirceu afirmou que Gushiken era o "melhor de todos" e que ele "foi o maior injustiçado" entre os acusados do mensalão. Para o ministro, ele morreu feliz. "Ele viu os projetos se realizarem e morreu feliz".

Bancário, Gushiken foi fundador e dirigente do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Exerceu a coordenação de campanhas presidenciais de Lula.

Depois de deixar a Secretaria de Comunicação, Gushiken passou a ocupar a chefia do Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE) da Presidência da República, de onde se demitiu em novembro de 2011.

Ele conheceu Lula quando ainda era secretário-geral do sindicato, na década de 70. Depois, foi presidente nacional do PT (1988 a 1990) e duas vezes coordenador da campanha de Lula a presidente (1989 e 1998).

sexta-feira, 17 de junho de 2011

AVISO AOS CAROS LEITORES DO BLOG

Hoje à tarde estarei viajando para Brasília, a fim de participar do "II Encontro Nacional dos Blogueiros Progressistas"

Estarei de volta domingo à noite.

abç Carlos Dória