Moro e Deltan desmoralizados na Globo e a anulação da condenação de Lula

05/09/2020 3  Por REDAÇÃO URBS MAGNA

Diretor da emissora disse que “há sim um consenso entre os maiores juristas do mundo de que a condução do julgamento de Lula foi irregular e criminosa“

Nesta semana, um dos diretores da rede Globo, Rodrigo Cebrian, elogiou o jornalista Jorge Pontual por seu comentário no programa ‘Em Pauta’, comandado por Aline Midlej na GloboNews de São Paulo, em fala que abordou a Lava Jato e a perda de seus maiores símbolos: Moro e Dallagnol.
Sobre o tema, Midlej deu voz para o comentarista que disse ter entrevistado, há alguns anos atrás, a professora Susan Rose-Ackerman – co-diretora do Centro de Direito, Economia e Políticas Públicas na Universidade de Yale, especialista em corrupção política.
Pontual disse que Ackerman foi mentora de Dallagnol durante a fase inicial da Lava Jato, mas ficou profundamente indignada com as conversas trocadas por membros da operação, reveladas pelo The Intercept de Glenn Greenwald, especialmente durante as ações contra o ex-presidente Lula.
O comentarista prossegue dizendo que, após os vazamentos das mensagens, a professora e o marido assinaram manifesto, com críticas a Deltan e Moro, pedindo a libertação de Lula.
Cebrian postou comentário no Twitter valorizando o trabalho de Pontual acrescentando que o jornalista foi ‘preciso’ em suas palavras. O diretor e apresentador da Globo ainda afirmou que “há sim um consenso entre os maiores juristas do mundo de que a condução do julgamento de Lula foi irregular e criminosa” e pontuou dizendo que a “anulação é INEVITÁVEL”.
Na opinião de Carlos Henrique Machado Freitas, este é o início do fim do fascismo lavajatista comandado por Moro – fruto da farsa do mensalão criado para derrubar Lula tendo dado o pontapé inicial para o surgimento do ódio no Brasil, sempre com a “direção e supervisão das organizações Globo“, de onde o ex-juiz “recebeu premiação (…) pelos serviços prestados à oligarquia” e agora “é dispensado porque (…) não tem mais serventia“.
Em texto que sugere o arrependimento da elite brasileira com os tropeços do atual governo Bolsonaro, por temor de que o país se torne irresgatável, Freitas pontua dizendo que Moro entra para a história como juiz fascista, corrupto e ladrão.