quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

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1 de fevereiro
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O negócio milionário das newsletters anti-vacinas
 
 
 O
negócio milionário das newsletters anti-vacinas 
   
 
A plataforma Substack está a lucrar milhões ao permitir a divulgação de mentiras anti-vacinas. Os seus criadores ganham ainda mais. Algumas das figuras do movimento anti-vaxx têm assim uma tribuna onde “podem alimentar diretamente os seus assinantes com mentiras” diz o Centro Contra o Ódio Digital. 
  
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  Em 2021, a violência doméstica provocou 23 vítimas mortais  
      
   
 
 
Em 2021, a violência doméstica provocou 23 vítimas mortais
 
No último trimestre registaram-se três mortes. Em todo o ano de 2021 verificaram menos nove vítimas do que no ano anterior, diz a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.
 
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  ACAPO critica irregularidades com matriz de voto em Braille  
      
   
 
 
ACAPO critica irregularidades com matriz de voto em Braille
 
Houve mesas a colocar problemas ao voto acompanhado das pessoas com deficiência visual. A associação aponta ainda vários problemas no sistema da matriz que se têm mantido ao longo dos anos.
 
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  Trabalhadores da Izidoro em greve  
      
   
 
 
Trabalhadores da Izidoro em greve
 
No dia 1 de março, dia de Carnaval, os trabalhadores da Izidoro vão estar em greve, realizando também uma concentração à porta da empresa, no Montijo. O direito ao gozo deste dia de feriado e o aumento do subsídio de alimentação são algumas das reivindicações.
 
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  Ex-juiz Sergio Moro acusado de conflito de interesses  
      
   
 
 
Ex-juiz Sergio Moro acusado de conflito de interesses
 
Deputados e juristas dizem que a consultora norte-americana que o contratou é administradora judicial de várias empresas investigadas na “operação lava-jato”, que Moro liderou.”
 
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  Jerusalém: Despejos mostram como planeamento urbano é usado como arma contra palestinianos  
      
   
 
 
Jerusalém: Despejos mostram como planeamento urbano é usado como arma contra palestinianos
 
Na noite mais fria do ano os bulldozers israelitas expulsaram a família Salhiya de casa. É parte de uma nova fase de apropriação do espaço palestiniano, não apenas através de atos militares ou de planeamento urbano de larga escala, mas do uso de políticas de planeamento nos espaços urbanos de pequena escala. Por Haim Yacobi e Irit Katz.
 
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  Escândalo nos lares em França: Grupo Orpea demite diretor  
      
   
 
 
Escândalo nos lares em França: Grupo Orpea demite diretor
 
Uma investigação jornalística expôs as práticas do maior grupo europeu de lares de idosos para maximizar os lucros à custa de utentes e trabalhadores.
 
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  Trabalhadores da Partex avançam para tribunal contra Gulbenkian  
      
   
 
 
Trabalhadores da Partex avançam para tribunal contra Gulbenkian
 
A fundação tinha vendido a sua petrolífera por mais de 600 milhões a uma empresa estatal tailandesa, que decidiu fechar as portas da Partex e despedir os seus trabalhadores. Destes, 14 avançam para tribunal reclamando entrar para os quadros da Gulbenkian ou obter uma compensação mais elevada.
 
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Conde de volta ao 247

 

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

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Caetano Veloso lamenta morte de congolês.

 

Caetano Veloso lamenta morte de congolês e detona nome de quiosque: “Fere a memória”

 
Foto de caetnao Veloso apontando com a mãe esquerda o dedo indicador. Ele usa camisa azul e fundo desfocado.
Artista criticou o nome do quiosque, “Tropicália”. Foto: Uns Produções / Divulgação

O cantor Caetano Veloso disse hoje nas redes sociais ter chorado com a história do assassinato do jovem congolês Moïse Kambagabe na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O artista também lamentou o fato do quiosque ter o mesmo nome do movimento político e artístico do qual participou, o tropicália.

No Twitter o cantor comentou “horei hoje lendo sobre o assassinato de Moïse Mujenyi Kabamgabe num quiosque na Barra da Tijuca. Que o nome do Quiosque seja Tropicália aprofunda, para mim, a dor de constatar que um refugiado da violência encontra violência no Brasil.”

A polícia ainda conclui as investigações, que buscam encontrar todos os cinco autores do crime. Moïse morreu por espancamento enquanto cobrava salário atrasado.

 

Leia mais: 

1 – Barroso detona Bolsonaro sobre vazamento de dados

2 – Grupo de Doria se revolta com Moro: “Traidor”

3 – Guedes diz que reeleição de Bolsonaro será para privatizações e que “oposição está dentro do governo”

Moïse fugiu do Congo por questões políticas de violência

O jovem congolês trabalhava fazendo diárias no quiosque Tropicália, quando foi cobrar R$ 200 reais de salário atrasado. Incomodado, o dono do ambiente passou a agredir o jovem junto com mais quatro homens.

“Tenho certeza de que a família Oiticica está comigo nessa amarga revolta. O Brasil não pode ser o que há de mesquinho e desumano em sua formação”, disse Caetano.

Agora, a Divisão de Homicídios da polícia trabalha para encontrar quem são os envolvidos no crime.