terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

A DEMOCRACIA DO CAPITÃO - "O povo tá vibrando".

 

Jair Bolsonaro celebra decretos de acesso às armas: ''o povo tá vibrando''.
E ainda completa com a seguinte frase: ''se o povo estivesse armado , poderia se revoltar contra medidas antidemocráticas (olha quem fala!) nesta pandemia e sair para a rua.
Segundo o pensamento do presidente da República , os governadores e prefeitos estariam usando de atribuições ditatoriais para impedir que as pessoas pudessem se movimentar livremente , trabalhar , ir a shoppings , cinemas , restaurantes , enfim , levar uma vida normal como sempre , e morrerem como nunca.
No caso de uma população armada , todos que não concordam hoje com o isolamento , amanhã com o aumento do IPTU , depois contra as multas por alta velocidade nas estradas , poderiam sair de armas em punho e impor sua vontade. Esta é a visão de uma democracia miliciana.
Nesta ''democracia'' defendida por Jair Bolsonaro , as vontades populares são ''respeitadas'' da maneira como as milícias impõem as suas; lojistas precisam pagar por sua segurança , o gás precisa pagar uma taxa para venda , TV a cabo , só a da TV da milícia. Isto porque eles andam armados , bem armados.
Nesta democracia , um governante deve respeitar a vontade popular dos que estiverem armados. Quem não concordar com uma multa de trânsito deve sair na rua e por direito , mediante a posse da arma , fazer com que o funcionário de trânsito reconsidere.
Na democracia de Jair Bolsonaro , o presidente da República possui seu próprio serviço de informações composto de policiais milicianos que o suprem com as informações relevantes ao cargo , tais como operações policiais contra seus familiares e amigos. É uma via de mão dupla. Em troca das informações , ele libera as armas para as milícias.
Alguém acha que o cidadão comum tem dinheiro para comprar uma arma?
Este é o Brasil atual. ''Milicos'' dando palpites no que o Supremo Tribunal Federal pode , e não pode fazer e generais de pijama insinuando golpe militar.
Pobre país.


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Jair Bolsonaro celebra decretos de acesso às armas: ''o povo tá vibrando''.
E ainda completa com a seguinte frase: ''se o povo estivesse armado , poderia se revoltar contra medidas antidemocráticas (olha quem fala!) nesta pandemia e sair para a rua.
Segundo o pensamento do presidente da República , os governadores e prefeitos estariam usando de atribuições ditatoriais para impedir que as pessoas pudessem se movimentar livremente , trabalhar , ir a shoppings , cinemas , restaurantes , enfim , levar uma vida normal como sempre , e morrerem como nunca.
No caso de uma população armada , todos que não concordam hoje com o isolamento , amanhã com o aumento do IPTU , depois contra as multas por alta velocidade nas estradas , poderiam sair de armas em punho e impor sua vontade. Esta é a visão de uma democracia miliciana.
Nesta ''democracia'' defendida por Jair Bolsonaro , as vontades populares são ''respeitadas'' da maneira como as milícias impõem as suas; lojistas precisam pagar por sua segurança , o gás precisa pagar uma taxa para venda , TV a cabo , só a da TV da milícia. Isto porque eles andam armados , bem armados.
Nesta democracia , um governante deve respeitar a vontade popular dos que estiverem armados. Quem não concordar com uma multa de trânsito deve sair na rua e por direito , mediante a posse da arma , fazer com que o funcionário de trânsito reconsidere.
Na democracia de Jair Bolsonaro , o presidente da República possui seu próprio serviço de informações composto de policiais milicianos que o suprem com as informações relevantes ao cargo , tais como operações policiais contra seus familiares e amigos. É uma via de mão dupla. Em troca das informações , ele libera as armas para as milícias.
Alguém acha que o cidadão comum tem dinheiro para comprar uma arma?
Este é o Brasil atual. ''Milicos'' dando palpites no que o Supremo Tribunal

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