“O rabo abanou o cachorro”, diz o Conjur sobre provas inegáveis da inocência de Lula e suspeição de Moro
08/02/2021“Desmoralizar ministros do STF e do STJ era a chave do sucesso da autoapelidada ‘lava jato (…) Assim como o político precisa do voto popular para se reeleger, Curitiba só continuaria a governar o país tendo os votos dos ministros. Não por acaso eles decretaram: “sério” é ministro que seguia Curitiba incondicionalmente. Os demais, não”

As informações do Conjur – o site mais acessado do mundo jurídico, trazem fatos conclusivos coletados à partir da interpretação das conversas hackeadas entre o ex-juiz Sergio Moro e os procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato da conhecida República de Curitiba. São tão graves que chegam a parecer surreais e isso ainda gera dúvidas nos que foram educados pela imprensa a acreditar que ali estavam os heróis do Brasil. Mas é fato que uma verdadeira bomba está nas mãos dos advogados do ex-presidente Lula: as provas de sua inocência.
O site, em oito parágrafos e de forma IMPARCIAL, expõe:
“O direito à privacidade não protege o crime. Daí que a pseudo privacidade dos procuradores de Curitiba e seus demais sócios honorários, nas conversas hackeadas, oferece duas perspectivas: A que versa sobre situações inofensivas (ou pretensamente engraçadas) e as condutas tipificadas no Código Penal.
Imputar desonestidade a ministros do Supremo e do STJ, por exemplo — e quebrar o sigilo, clandestinamente, usando a Receita Federal, dessas pessoas. É grave pela afirmação, mas pior ainda pelo fato de que é o que eles diziam aos jornalistas que deles dependiam para ganhar as melhores “notícias” dos últimos anos.
Desmoralizar ministros do STF e do STJ era a chave do sucesso da autoapelidada “lava jato”. Assim como o político precisa do voto popular para se reeleger, Curitiba só continuaria a governar o país tendo os votos dos ministros. Não por acaso eles decretaram: “sério” é ministro que seguia Curitiba incondicionalmente. Os demais, não.
Grosseria ou falta de respeito podem não ser crimes. Mas o que transparece é mais que isso. Carregados nos ombros da opinião pública iludida, esses agentes passaram a coagir julgadores com a pena da execração perante o auditório nacional.
Esse desprezo não se dedicava apenas aos ministros mais ofensivos, como Gilmar Mendes. Mesmo as senhoras mais contidas e cautelosas, como Rosa Weber e Cármen Lúcia, foram alvo do escárnio e da prepotência incontida dos procuradores.
Em dado momento, um deles se mostra contrariado porque o ex-presidente Lula iria despachar com a ministra Rosa Weber (o que jamais aconteceu). Mas o procurador diz haver “mensagens nesse sentido”. O problema, diz Roberson Henrique Pozzebon, é que a ministra “não tem a menor noção do caso”. Suscita-se acionar o procurador-Geral da República, o que é descartado com uma arma muito melhor para “neutralizar” o inimigo: o juiz Sergio Moro, que fora assessor da ministra no STF. “A simples publicidade vai colocá-la na parede”, arremata Deltan.
Aludindo fantasias sem informar fonte, o procurador Ângelo Villela inventa frases atribuídas ao ministro Ricardo Lewandowski, como a de que seu colega Luiz Fux “tem um guaxinim na cabeça”. Para Villela, “esse Lewandowski não é nada”. E o nível cai, quando João Carlos de Carvalho Rocha faz piada sem graça e intolerável sobre a vida pessoal da ministra Cármen Lúcia.
Cenas brasileiras de uma pirâmide invertida. Entra para o museu da história da Justiça em um momento que o rabo abanou o cachorro”.
Conforme visto acima, e redundando sobre a confusão gerada nos que inocentemente ‘pegaram o bonde andando’ – porque compraram o único peixe à venda nas mídias desde o impeachment de Dilma, vale expor dois comentários de leitores desta matéria do Conjur, após o parágrafo que a encerra:
Leitor do Conjur I: “O Conjur deixou de ser um informativo jurídico serio para ser um mensageiro de fake news dos petralhas e defensores deles.
Leitor do Conjur II: “São fatos relatados pela Conjur. Aliás, porque o MPF não luta, atualmente, contra o Centrão, que domina o Brasil desde 1988. E aquele senador (minúsculo, mesmo) que estava com dinheiro em local inapropriado? Infelizmente, o PT errou. E errou feio. Não tem justificativa. Mas, e a elite brasileira, perdulária, anacrônica, insensível, que vem espoliando o Brasil há quinhentos anos? Por que ninguém se levantou contra ela, da mesma forma que se levantaram contra o PT? A resposta é simples. Ninguém gosta de pobre. E, principalmente, quando o pobre se comporta como a nossa elite. Quando ele, “mimeticamente” faz o mesmo que a elite. Como um cameleão. Sim, um cameleão, mas…miserável”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário