Web diz que Moro é “juiz ladrão” que ‘roubou’ até mesmo o slogan de LULA
05/11/2021
Um perfil de rede social diz ser provável que o ex-juiz lance jingle “Moro lá… Brilha uma estrela“. Se Moro mudar seu nome para “MULA, dá pra reutilizar tudo“, sugere outra conta
“Pelo amor de deus, o juiz ROUBOU o slogan do cara que ele condenou e que será seu adversário político na eleição [de 2022]“, acusa o perfil @nao_muito em um tuíte feito na manhã desta sexta-feira (5/11).
Em outro tuíte, o mesmo perfil no microblog Twitter diz ainda ser provável que o ex-juiz lance jingle “Moro lá… Brilha uma estrela“, que é respondido por @0Arcoverde com a sugestão, para Moro, de “mudar o nome pra Mula“, então “dá pra reutilizar tudo“.
Veja a sequência abaixo:
O termo “Juiz Ladrão” em referência a Sergio Moro ficou popularizado nas redes sociais após o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) compará-lo, durante uma sessão da CCJ, em que o ex-juiz esteve na Câmara dos Deputados, com um árbitro de futebol que se corrompe buscando apresentar um resultado diferente dos apresentados em campo.
Relembre:
Nesta sexta-feira, o governador do Maranhão, Flávio Dino, afirmou, também na mesma rede social, que a Justiça “tem dois [corruptos] a menos“.
Sobre o mesmo tema, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, disse que “a receita [para a entrada de Moro e Dallagnol na política] já estava pronta”.
Frase exatamente igual
A frase “Um Brasil justo para todos”, que está sendo usada no convite virtual para o ato de filiação, junto a uma foto de Moro em frente à bandeira do Brasil, foi usada pelo PT em campanha para defender a inocência de Lula frente às investigações da Operação Lava Jato, conduzida por Moro.
A campanha “Um Brasil Justo pra Todos e pra Lula” foi lançada em novembro de 2016 e, segundo o portal do PT, propunha um “esforço nacional e internacional de defesa da democracia, do Estado de Direito e do ex-presidente Lula”.
“Todos nós, que condenamos veementemente a corrupção, não podemos aceitar que o combate a esse grande mal dê vazão a outros seríssimos desvios. Não toleramos a criminalização dos movimentos sociais, os excessos e desmandos de setores do Judiciário, a institucionalização dos vazamentos para a imprensa de depoimentos que deveriam ser sigilosos, as prisões preventivas que se transformam em permanentes, as ações violentas das PMs contras as manifestações e os jovens nas periferias, e tantos outros que atemorizam quem não perde seu apreço pela democracia”, afirmava o texto da campanha.

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