quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Rede Moitará

 


A Convenção do Chile e o árduo desafio de ser constituinte e reinvenção, não ilusão - Salvador Schavelzon

"É difícil imaginar um processo de mudança que é inaugurado por uma constituição em vez de consagrado ou seguido por ela, depois de criar condições para isso. A questão para o caso do Chile, então, não é qual país virá ou emergirá com a nova constituição, mas o que o Chile reconhece ou inclui formalmente na constituição atual; um Chile de levantes sociais? Ou de um neoliberalismo que permanece, independentemente de estarem no governo progressistas, liberais ou conservadores?"
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O MAKING DA METRÓPOLERios, Ritmos e Algoritmos

 
"Em O Making da Metrópole, Barbara Szaniecki e Giuseppe Cocco nos conduzem num fluxo vertiginoso de informações, leituras, insights e deconstruções de grande relevância, urgência e atualidade. Revisitam literatura referencial para o campo de estudos urbanos contemporâneo, trazendo atualizações, confrontações e aberturas de terrenos de exploração promissores para todos os que se interessam pela perigosa e apaixonante aventura das grandes aglomerações urbanas. Nesta leitura, nos sentimos em um trem de alta velocidade, olhando através das janelas as paisagens do mundo urbano, como em flashes, sem nos permitir parar neste ou naquele ponto, mas nos forçando a ir mais adiante, mais além na reflexão, na articulação de ideias, na complexidade das questões ao reinscrever as dinâmicas urbanas brasileiras na vanguarda das transformações urbanas mundiais."
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DOPO LA MAREACrise do progressismo e novos processos constituintes na América Latina 
Se no início dos anos 2000 a chamada "maré rosa" da ascensão dos governos progressistas na América Latina não representou apenas uma mudança político-institucional, mas o efeito e o sinal das lutas autônomas das subjetividades indígenas, do precariado metropolitano e camponês , de cujos impulsos foram atravessados esses mesmos governos, hoje, vinte anos depois, esse mesmo ciclo nos aparece em seu eclipse irreversível e definitivo. Tendo cooptado parte dos já "antigos novos" movimentos sociais e reprimido e/ou desarticulado aqueles que poderiam colocar em risco sua "governança" (como o levante de junho de 2013 no Brasil), este conjunto de partidos e governos hoje constitui, no melhor dos casos, um bloqueio às lutas, na pior das hipóteses, parte integrante da reação do continente. Mas diante desse declínio encontramos novas vitalidades na região, novos protagonistas de novos sujeitos sociais, ou mesmo revoltas e levantes generalizados (Equador, Colômbia) quando não processos constituintes reais (Chile); e mesmo quando os velhos progressismos voltam à tona (Bolívia, Argentina), não é um mero retorno ao passado, mas sempre processos complexos e sem precedentes. Contra o pano de fundo das tendências geopolíticas e geoeconômicas estruturais, então, a sombra da nova governança global chinesa. Este dossiê reúne contribuições de acadêmicos e estudiosos sobre os complexos processos que afetam a América Latina hoje. 
Imagem: Horacio Zabala, Argentina impaquetada, 1974
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