TCU pede dossiê a setor de inteligência e parte com tudo pra cima de Moro
29/01/2022
Sergio Moro, por Rafael Marchante / Reuters
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
Ministro do Tribunal solicitou elaboração de um relatório detalhado sobre a relação entre o ex-juiz e a consultoria Alvarez & Marsal
Como disse o editor do The Intercept Brasil, Sergio Moro “acha que todo mundo é trouxa“. E a opinião já deixou as esferas jornalística e jurídica para se tornar conclusão popular. 8% retrógrados é a prova. E as redes sociais também invalidam a empreitada malsucedida do ex-juiz em sua tentativa cada vez mais remota de sentar na cadeira que hoje Bolsonaro ocupa.
Agora, com os mesmos pensamentos do jurista Lenio Streck e do deputado federal Paulo Pimenta, que respectivamente disseram que “a A&M não dá almoço grátis” e que “tem muito caroço nesse angu“, o ministro do TCU (Tribunal de Contas da União), Bruno Dantas, negou em despacho assinado nesta sexta-feira (28/1) um pedido do Ministério Público de realizar uma devassa, via Coaf e Banco Central, nas contas de Sergio Moro.
De acordo com matéria de Lauro Jardim, no Globo, Dantas determinou ao setor de inteligência do próprio TCU a produção de relatório sobre a relação entre Moro e a Alvarez & Marsal e também com “outras empresas envolvidas na Lava-Jato“.
Após o empenho cinematográfico do pré-candidato do Podemos em demonstrar tranquilidade sobre a investigação, há quem aposte que o ex-juiz passaria fome como ator. Ricardo Noblat afirmou em título de uma matéria sua: “Sergio Moro”, você perdeu!“
O jornalista acha que é nisso que “dá ser novo no ramo e querer entrar na política pela porta da frente” e opina que o ex-juiz “deu-se mal ao despir a toga” e “ao imaginar que como candidato à vaga de Bolsonaro escalaria com rapidez as pesquisas de intenção de voto“.
Para Noblat, um grande erro de Moro foi cair “na armadilha de responder à primeira grande provocação dos seus adversários“, que era “revelar quanto ganhara durante 11 meses por serviços” na A&M.
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