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sexta-feira, 9 de junho de 2017

POLÍTICA - Os calafrios da direita.

Por que a direita tem calafrios só de pensar em eleições diretas?
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A resposta é simples: medo.

A direita, quando chega ao poder, tira a máscara de defensora do Estado mínimo e adota uma espécie de “Estado máximo para os chegados”, passando a drenar, como se não houvesse amanhã, os recursos oriundos dos impostos para as mãos dos empresários amigos.
Políticas públicas nas áreas da saúde, educação e cultura são sumariamente cortadas ou reduzidas à insignificância.
Investimento em infraestrutura? Esqueça.
Rios de dinheiro para a máfia midiática em troca de apoio? Claro que sim!
Não é preciso muita análise para concluir que este jeito de governar não é nada atraente aos olhos de mais ou menos 99% da população. Por isso as eleições são um estorvo para os donos do poder. Por isso a Globo tem calafrios ao ouvir falar em diretas.
Mas não há como fugir do voto para sempre. O tempo da ditadura, ao menos da escancarada, acabou. De vez em quando os eleitores vão às urnas, fazer o que.
A solução para convencê-los a votarem contra os próprios interesses é uma combinação de controle da informação, manipulação das notícias e marketing grosseiro.
João Doria, a grande esperança coxinha para 2018, é um exemplo muito bem acabado desse padrão de comportamento clássico dos girondinos tupiniquins.
Seu mais recente presente – com dedicatória assinada em conjunto com o padrinho/inimigo Alckmin – para os amigos de fé, irmãos camaradas, é a isenção de R$ 66 milhões em impostos em troca de doações de remédios que custariam R$ 35 milhões se comprados pela prefeitura.

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