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sábado, 5 de novembro de 2016

PETROBRAS - Produção no campo de Lula.

� Sergio Moraes / Reuters
"Cada marca recorde obtida pela Petrobras no pré-sal é um estigma tingido a óleo na face dos entreguistas que querem doar este tesouro brasileiro", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço; ele lembra que, do campo de Lula, "saíram 640 mil barris de petróleo – o equivalente a quase 40 piscinas olímpicas cheias de óleo – e mais o equivalente, em gás, a 180 mil barris, a cada dia"
5 de Novembro de 2016 às 06:30 // Receba o 247 no Telegram Telegram
Por Fernando Brito, editor do Tijolaço
Cada marca recorde obtida pela Petrobras no pré-sal é um estigma tingido a óleo na face dos entreguistas que querem doar este tesouro brasileiro.
O gráfico aí de cima mostra quanto cada campo de petróleo produziu, em média, por dia em petróleo e gás natural.
Ah, eles vão ter de olhar: é Lula, Lula, Lula.
Porque de lá saíram 640 mil barris de petróleo – o equivalente a quase 40 piscinas olímpicas cheias de óleo – e mais o equivalente, em gás, a 180 mil barris, a cada dia.
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Uma produção de óleo em um só campo nunca antes registrada na história deste país.
Eles vão ter de dizer: é Lula, Lula, Lula.
Porque é, com toda a razão, o nome do campo que começou a libertação energética do Brasil e de quem teve coragem de autorizar os investimentos para cruzar uma fronteira geológica e tecnológica que jamais havia sido ultrapassada antes.
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Aqui ao lado você vê como o pré-sal avança, rapidamente, mesmo com todos os cortes de investimentos feitos na Petrobras, para ser a maior  fonte de petróleo do Brasil.
A produção brasileira total aumentou 2,4%, se comparada com o mês anterior e 11,5%, se comparada com setembro de 2015.
A do pré-sal, 7,4% no mês e 45% em um ano.
Mesmo só contando ainda com 66 poços em produção.
Lula, um nome maldito para eles, vai ficar gravado na testa dos entreguistas de nosso petróleo.
Em tempo: Antes que falem em “personalismo”, esclarece no Facebook o professor Nilson Lage: ” A escolha ( do nome Lula) seguiu o paradigma estabelecido pela a portaria 90 da ANP, editada em 31 de maio de 2000 e assinada por David Zylbersztajn, o ex-genro de Fernando Henrique Cardoso que presidia a agência: “No ato da declaração de comercialidade, o concessionário denominará o campo utilizando-se de nomes de aves brasileiras, quando se tratar de descobertas em terra, e nomes ligados à fauna marinha, quando se tratar de descobertas no mar”.

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