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sábado, 27 de maio de 2017

POLÍTICA - Por que só agora?

247 - O advogado Cristiano Zanin Martins,da equipe da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o editorial publicado pela revista Veja desta semana denunciando "estado policial" causado pela Lava Jato chegou "com um ano de atraso".
"Antes tarde do que nunca. As violações precisaram atingir Reinaldo Azevedo para serem reconhecidas como incompatíveis com o Estado de Direito", disse Zanin, no Twitter.
Somente agora a publicação da editora Abril, uma das mais ferrenhas apoiadoras do golpe, se manifestou sobre a gravação envolvendo Lula e a presidente deposta Dilma Rousseff.
Segundo o editorial da revista, foram ilegais as divulgações dos grampos, repassados pelo juiz Sergio Moro ao Jornal Nacional, da Globo; a Veja também condenou a publicidade dada a conversas entre a ex-primeira-dama Marisa Letícia e seus filhos – que a própria revista divulgou, diga-se de passagem.
"O editorial de Veja desta semana denunciou o "Estado Policial". Está correto mas com um ano de atraso. Em 2016 houve violações a sigilo profissional igualmente protegido por lei", comentou o advogado.
Zanin criticou também a postura da Ajufe (Associação de Juízes Federais).
"Já a AJUFE segue na contramão. A associação de juízes está pedindo intervenção em processos que iniciamos em 2016.
Após a violação do sigilo garantido a advogados e escritórios de advocacia no caso Lula.
A AJUFE não quer que seja reconhecida a ilicitude dos atos praticados por seus membros ao autorizarem as interceptações e a divulgação de conversas envolvendo advogados no exercício da profissão."

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