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sábado, 8 de dezembro de 2012

ECONOMIA - O governo não pode ceder aos "rentistas"

Concordo com a nota da FIESP de levar a leilão as empresas que são contra a redução dos preços da energia elétrica.

Milhões de brasileiros serão favorecidos por essa redução. Quem perde são os "rentistas", os especuladores, que representam uma parcela ínfima da população e têm a grande imprensa sempre defendendo seus interesses que nem sempre são da maioria da população brasileiras.

 Os especuladores têm uma perda momentânea porque trabalham com preços médios, Se as ações caem no momento, mais à frente eles recompram tais papéis à preços mais baixos e as ações voltam a subir.

Coincidentemente, são empresas estatais de Estados governados pelo PSDB.

O Aécio por exemplo, na minha opinião está dando "um tiro no pé", ao ficar contra os interesses da população mineira já que é provável candidato à Presidência da República em 2014.



Nota à imprensa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), via e-mail

“O governo federal não deve reabrir negociações com quem não aderiu à antecipação de contratos prevista na MP 579, que possibilita o desconto nas contas de luz. Deve levar esses ativos a leilão no final dos contratos, e garantir a redução de 20% para todos. Não se pode frustrar o povo brasileiro trocando esses 20%, uma vitória de todos nós, por 16,7%.”

Essa foi a reação do presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, à notícia de que três estatais do setor elétrico – Cemig (MG), Copel (PR) e Cesp (SP) –  decidiram recusar a antecipação de contratos com desconto, proposta pelo governo federal.

“A presidente Dilma Rousseff anunciou 20% de desconto médio em rede nacional.

 As estatais que se recusam a aderir ao desconto vão ter que arcar com as consequências de frustrar os brasileiros e mais ainda: de não colaborar para que o Brasil se torne um país mais competitivo.”

Para a Fiesp, que há dois anos encabeça a campanha Energia a Preço Justo, o Brasil não pode perder a oportunidade de promover essa queda na conta de luz de todos os brasileiros.

Segundo a
 Fiesp, o governo federal deveria aumentar a redução de encargos de forma transitória, entre 2013 e 2015, para garantir o desconto de 20%. 

A partir dos novos leilões, com a queda no preço da energia, a situação poderia ser reequilibrada.

 “O importante agora é não abrir mão dessa conquista, que é de todos os brasileiros, ainda que essas estatais estejam jogando contra”, termina Paulo Skaf.

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