Era só o que faltava. Os caras ganharam a eleição, os militares deram um golpe e agora querem acabar com eles.
E o que dizer da hipocrisia dos americanos, que se recusam a chamar de golpe o acontecido, pois querem manter a ajuda de bilhões de dólares aos militares, a fim de que os mesmos continuem a comprar armas made USA.
carlos dória
Premier egípcio propõe fim da Irmandade Muçulmana
Porta-voz do Ministério de Assuntos Sociais do Egito informou que pedido está em estudo
Em meio ao caos e à violência no Egito, o primeiro-ministro
interino, Hazem el-Beblawi, propôs neste sábado, 17, a dissolução da
Irmandade Muçulmana, entidade à qual o presidente deposto Mohammed Morsi
é vinculado.
Leia também: Partidários de Morsi vão às ruas para marcar o ‘Dia da Ira’
Nesta sexta-feira, 16, no chamado “Dia da Ira” convocado pela Irmandade Muçulmana, novos confrontos deixaram pelo menos 173 mortos e 1.330 feridos em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.
A Irmandade Muçulmana informou que um dos filhos do líder da organização morreu em decorrência de ferimentos sofridos durante os confrontos desta sexta-feira. Ainda segundo a Irmandade, Emar Mohamed Badia, de 38 anos, teria sido morto por forças de segurança.
O porta-voz do Ministério de Assuntos Sociais do Egito, Sharif Shawky, disse que o pedido de dissolução da Irmandade Muçulmana está em estudo. A pasta é responsável por licenciar entidades não governamentais.
Neste sábado, 17, há relatos de troca de tiros entre apoiadores de Morsi e forças de segurança no interior da Mesquisa Al-Fath, no centro do Cairo. A agência de notícias AFP informou que policiais estão expulsando os manifestantes à força de dentro da mesquita.
Leia também: Partidários de Morsi vão às ruas para marcar o ‘Dia da Ira’
Nesta sexta-feira, 16, no chamado “Dia da Ira” convocado pela Irmandade Muçulmana, novos confrontos deixaram pelo menos 173 mortos e 1.330 feridos em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.
A Irmandade Muçulmana informou que um dos filhos do líder da organização morreu em decorrência de ferimentos sofridos durante os confrontos desta sexta-feira. Ainda segundo a Irmandade, Emar Mohamed Badia, de 38 anos, teria sido morto por forças de segurança.
O porta-voz do Ministério de Assuntos Sociais do Egito, Sharif Shawky, disse que o pedido de dissolução da Irmandade Muçulmana está em estudo. A pasta é responsável por licenciar entidades não governamentais.
Troca de tiros
A Irmandade Muçulmana foi registrada em março como organização não governamental, ganhando pela primeira vez o reconhecimento do governo.Neste sábado, 17, há relatos de troca de tiros entre apoiadores de Morsi e forças de segurança no interior da Mesquisa Al-Fath, no centro do Cairo. A agência de notícias AFP informou que policiais estão expulsando os manifestantes à força de dentro da mesquita.
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