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sábado, 17 de novembro de 2018

Médicos cubanos vão nas casas dos pacientes em favelas do Rio de Janeiro

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Mais Médicos - se emocione com este vídeo - Programa A Liga editado

Documentário DR. Melgaço - Diário do Centro do Mundo

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TUDO SOBRE O MAIS MÉDICOS #meteoro.exp

Pontual, na Globo News: "A medicina cubana é um exemplo para o mundo''

Pontual, na Globo News: "A medicina cubana é um exemplo para o mundo''

POLÍTICA - Lula é um preso político.

O ex-presidente está preso há 7 meses.
Preso sem provas concretas.
Os delatores estão soltos e morando em suas mansões.
Só votei em Lula uma única vez na vida ( segundo turno de 1989 ).
Mas ontem (quinta-feira) separei quase 3 horas do meu dia e assisti ao depoimento de Lula para a nova Juíza do caso Lava Jato.
Em nenhum momento foi apresentada uma única prova de que o sítio de Atibaia era dele. Muito ao contrário, as provas mostravam que não era dele.
Eu repito: Assisti atentamente.
Não foi apresentada uma única prova. Nenhuma prova de que o sítio fosse dele.
Ele frequentava o Sítio como eu já frequentei a casa de vários amigos.
Ontem (quinta-feira)  tive muito respeito por Lula:
Ex-presidente da República que deixou o governo com 90% de aprovação, que teve um câncer 1 ano depois, 73 anos, viúvo há quase dois, preso há 7 meses sem uma única prova concreta do triplex do Guarujá e ele buscando por vida e justiça.
Poderia ter saído do país e estar exilado, mas foi se entregar na Polícia Federal do Paraná e cumpre uma pena de 10 anos sem que uma única prova seja real.
Enquanto isso Temer é Presidente da República e Padilha e Moreira são ministros.
Podem me vaiar, bloquear ou me expor ao inferno, mas Lula é sim um Preso Político.
O PT cometeu erros enormes, mas os demais partidos também, mas o troféu que queriam era Lula.
Fiquei triste em ver o que a Justiça pode fazer com um brasileiro.
A Justiça pode matar, prender e calar uma voz.
Lula está preso e em silêncio. Está velho e frágil, mas manteve em todo depoimento argumentos sólidos sobre sua situação e sabe que o tempo será cruel com ele.
Ontem, no final do depoimento, chorei pelo Brasil e vi que, quando a classe média e a elite minoritária desse país se sentem ameaçadas, elas usam da legalidade para reverter o jogo e voltar ao poder.
Tenho 49 anos e ontem tive a sensação de que veremos Lula sair no caixão da prisão e aí a história será de fato contada e compreendida.
Aí virão monumentos, homenagens e tudo mais.
Lula quer a Vida dele de volta.
Lula não quer ser um herói morto. Quer ser um Político vivo e com voz.
Tenho quase certeza de que não vai conseguir.
A Justiça ontem mostrou pra mim que esse país mata com a lei na mão e que a lei é uma interpretação.
No caso de Lula, uma interpretação de pena de morte.
Lula vai morrer na cadeia.
E o que mais me assusta é que é justamente isso que a minoria que comanda a desigualdade no Brasil quer.
.x.x.

Marcelo Reis Garcia já assessorou César Maia na área de assistência social e foi um importante colaborador da campanha presidencial de Aécio Neves, em 2014.Também trabalho para Antonio Anastasia e é conselheiro de Rodrigo Maia na presidência da Câmara dos Deputados.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Veja as manifestações dos primeiros médicos(as) Cubanos que já deixaram ...

Saída desastrosa dos cubanos do Mais Médicos repercute internacionalmente

Valeu, Cuba! - Homenagem aos cubanos e às cubanas do Programa Mais Médicos

Veja as manifestações dos primeiros médicos(as) Cubanos que já deixaram ...

Governo Bolsonaro e censura na grande mídia

Altamiro Borges: A acusação e as "provas" contra Lula

Altamiro Borges: A acusação e as "provas" contra Lula: Do site Vermelho : O depoimento de Luiz Inácio Lula da Silva à juíza Gabriela Hardt, a substituta de Sérgio Moro na Operação Lava Jato, rev...

Altamiro Borges: O chanceler bolsominion do Brasil

Altamiro Borges: O chanceler bolsominion do Brasil: Por Fernando Brito, no blog Tijolaço : Vou deixar por conta da insuspeita Míriam Leitão descrever quem é o chanceler escolhido por Bols...

A PAZ É COMO O AR. VOCÊ SÓ NOTA A PRESENÇA DELA QUANDO FALTA.

POLÍTICA - A farsa da lava jato continua.


Bolsonaro, Lula e o ritual da "Justiça"

Por Ricardo Kotscho, em seu blog:

Pouco importa o que Lula vá responder à juíza e aos procuradores no interrogatório a que será submetido na tarde desta quarta-feira em Curitiba.

A sua nova condenação no caso do sítio de Atibaia já está decretada há muito tempo, bem antes de Sergio Moro se tornar ministro de Jair Bolsonaro.

A Justiça apenas cumpre mais um ritual da Operação Lava Jato, criada exatamente para tirar Lula da vida política brasileira, de preferência para sempre, como já anunciou o presidente eleito.

No dia 21 de outubro, uma semana antes do segundo turno da eleição presidencial, em transmissão ao vivo do seu bunker da Barra da Tijuca para seus seguidores reunidos na avenida Paulista, Bolsonaro decretou:

“Senhor Lula da Silva, se você estava esperando o Haddad ser presidente para assinar o decreto de indulto, vou te dizer uma coisa: você vai apodrecer na cadeia”.

A essa altura, Moro já tinha sido convidado para o ministério do novo governo e só esperou a eleição passar para pedir férias e deixar em seu lugar a substituta Gabriela Hardt, que faz parte da sua equipe.

Mais dia, menos dia, caberá à juíza apenas homologar a condenação de Lula a mais não sei quantos anos de prisão em regime fechado.

Colocando-se acima do Poder Judiciário, o presidente eleito já determinou que o ex-presidente não sairá mais vivo da cadeia.

Nos últimos dias, o Jornal Nacional caprichou na cobertura dos interrogatórios de delatores para preparar o clima da nova condenação, como foi feito no caso do triplex do Guarujá.

Tudo segue o mesmo roteiro, cronometrado cientificamente, para alcançar o resultado desejado, que já estava escrito nas estrelas.

Ainda bem que no Código Penal, se ainda estiver em vigor, não existe prisão perpétua nem pena de morte.

Mas nunca se sabe o dia de amanhã quando a nova ordem estiver instalada no poder…

Vida que segue

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

POLÍTICA - A pressão dos milicos sobre o STF.


Entrevista de Villas Boas provoca espanto e protestos na oposição e no jornalismo das redes

A repercussão entre políticos e jornalistas às declarações do comandante do Exército, general Villas Boas, à Folha deste domingo, variou do espanto a indagações: “O que ele temia? Um golpe militar? E quem daria o golpe, o general Hamilton Mourão?”. Exemplos de recentes punições de militares no Uruguai e no Chile foram lembrados.

Políticos e jornalistas reagiram com veemência à entrevista concedida à Folha de S. Paulo deste domingo pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Boas, na qual o militar admite ter buscado interferir na decisão do STF sobre a votação do pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula, ocorrida no mês de abril deste ano.
As declarações do general fizeram lembrar dois episódios análogos, ocorridos recentemente no Uruguai e no Chile, quando um general e um coronel, respectivamente, foram punidos com prisão e transferência compulsória para a reserva por haverem feito declarações ou tomado atitudes de cunho político.

A certa altura da entrevista à Folha, concedida ao jornalista Igor Gielow, Villas Boas afirma que “a coisa podia sair do controle” caso ele não publicasse o tuíte:

– Ali nós, conscientemente, trabalhamos sabendo que estávamos no limite. Mas sentimos que a coisa poderia fugir ao nosso controle se eu não me expressasse. Porque outras pessoas, militares da reserva e civis identificados conosco, estavam se pronunciando de maneira mais enfática. Me lembro, a gente soltou [o post no Twitter] às 20h20, no fim do Jornal Nacional. O William Bonner leu a nossa nota.
Sobre as críticas que recebeu ao interferir no processo de decisão do STF, Vilas Boas disse que o saldo foi positivo: “Do pessoal de sempre, mas a relação custo-benefício foi positiva. Alguns me acusaram… De os militares estarem interferindo numa área que não lhes dizia respeito. Mas aí temos a preocupação com a estabilidade, porque o agravamento da situação depois cai no nosso colo. É melhor prevenir do que remediar”, encerrou.
A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, reagiu à entrevista do General com acusações e indagações:
– A fala do general Villas-Boas evidencia a trama política contra Lula! Deixa claro que houve ingerência em decisão do STF! O que fugiria do controle? Teve de agir por quê? Que limite tinha? Era uma decisão judicial, a Constituição Federal deveria ser observada! Bagunçaram o país para impedir Lula de ser candidato”, disse Gleisi pelo Twitter.
O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) comentou o tema em sua conta do Twitter afirmando que o comandante do Exército fez uma ameaça implícita à democracia:
– Villas Bôas dizer que Exército esteve ‘no limite’ e que Lula solto poderia ‘tirar militares do controle’, é uma ameaça implícita à democracia. Não é papel das forças armadas tutelar os poderes, em particular o STF, afrontado claramente neste episódio.
Em seu blog “Balaio do Kotscho”, o jornalista Ricardo Kotscho manifestou espanto semelhante:
– Fugir ao controle? Como assim? Que controle? Que poder é esse numa democracia? O que ele temia? Um golpe militar? E quem o daria, o general Hamilton Mourão, eleito vice de Bolsonaro, que já havia feito várias ameaças de intervenção militar? O eleitorado brasileiro, que fez papel de figurante em toda esta história, agradeceria se o general pudesse responder a estas singelas perguntas”.
No blog Brasil/247 o jurista Afrânio Silva Jardim afirma, sobre a entrevista de Villas Boas, que “agora não pode haver mais dúvidas: 1) Lula é um preso político; 2) Lula estava certo: O STF estava acovardado; cabe uma pergunta: vale a pena viver assim, sob ameaças e com uma sociedade amedrontada?”
O também deputado do PT, Wadih Damous (RJ), colaborador do Nocaute, publicou em suas redes sociais:
“A entrevista do chefe do Exército mostrou o conluio entre a farda e a toga para destruir a democracia brasileira e levar Bolsonaro ao poder. E é mais um episódio que prova ser Lula um preso político”, disse Damous pelo Twitter.
Em nota oficial o PT repudiou a fala do general e defendeu que a condenação do ex-presidente Lula foi uma operação política, confirmada pelas atuais declarações de Villas Boas.
“É grave a entrevista do comandante do Exército, general Villas Bôas, na qual ele confessa ter interferido diretamente para impedir o Supremo Tribunal Federal de conceder habeas corpus ao ex-presidente Lula, em abril deste ano.
Ao afirmar que, a seu critério, a liberdade de Lula seria motivo de “instabilidade”, o general confirma que a condenação do maior líder político do país foi uma operação política, com o objetivo de impedir que ele fosse eleito presidente da República.
Está demonstrado, agora, que não apenas o sistema judicial ligado a Sérgio Moro, a Rede Globo e a grande mídia participaram dessa operação arbitrária e antidemocrática, mas também a cúpula das Forças Armadas.
O general Villas Bôas afirma querer “despolitizar” as Forças Armadas, mas sua confissão compromete os comandos militares com o golpe e demonstra que eles exercem de fato uma tutela inconstitucional sobre as instituições, jogando inclusive com a liberdade de um cidadão injustamente condenado.
A entrevista compromete a cúpula das Forças Armadas com a visão autoritária do processo político de Jair Bolsonaro, que faz graves ameaças à oposição, por meio de declarações e textos que circulam nas redes sociais.
O PT conclama as forças democráticas do país a repudiar e denunciar a usurpação confessada pelo general Villas Bôas e a defender a democracia contra as ameaças de Bolsonaro. Não há limites para a tirania depois que ela se instala”
O jornalista Kiko Nogueira, editor do blog DCM – Diário do Centro do Mundo, lembrou que o artigo 77 da Constituição do Uruguai estabelece que os militares em atividade deverão se abster de “fazer parte de comissões ou de clubes políticos, de subscrever a manifestos de partidos, de autorizar o uso de seu nome e, de modo geral, de executar qualquer outro ato público ou privado de caráter político, exceto o voto”.
Há pouco mais de um mês, o general Guido Manini Ríos, comandante máximo do Exército do Uruguai, foi punido pelo presidente Tabaré Vázquez com 30 dias de detenção por suas reiteradas declarações contra a reforma das pensões militares que se encontrava em votação no Congresso.
Episódio semelhante ocorreu há três semanas no Chile. O comando do Exército chileno passou compulsoriamente à reserva o coronel Germán Villarroel, que dirigia a Escola Militar do país. O oficial foi punido por haver permitido uma homenagem, dentro da instituição, ao brigadeiro da reserva Miguel Krassnoff Martchenko, que é acusado de genocídio e cumpre pena por 71 crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).

POLÍTICA - Um dos patrocinadores americanos do golpe no Brasil.


Saiba quem são e como atuam os irmãos Koch no Brasil

Por Por Carlos Krebs e Henrique Mann
Se você ainda não sabe o que são “think tanks”, Atlas Network, Fórum da Liberdade, Instituto Millenium, Alejandro Chafuen e Irmãos Koch, com certeza ainda não entendeu bem o que está ocorrendo no Brasil e no mundo, nem sabe que as forças de ataque da extrema direita são muito maiores e mais organizadas do que você pensa, infinitamente mais do que MBL, Bolsonaro ou Aécio.
Mas sempre que um boçal te atacar com mantras de que “o comunismo matou mais gente que o capitalismo”, “vai pra Cuba” ou simplesmente desatar a colar memes e escrever palavrões na internet, isto tem relação direta com todos os inicialmente citados. Eles promovem, por exemplo, concursos com boas premiações em dinheiro para que seus membros produzam memes ou vídeos para o YouTube que “viralizem”, atacando seus adversários. Este pessoal faz até cursos com o americano James O’Kfee, especialista neste tipo de coisa.
Vou tentar resumir: a Atlas Reserch Economic Fundation ou Atlas Network é uma instituição norte-americana financiada majoritariamente pelos magnatas do petróleo David e Charles Koch , com apoio de centenas de mega empresas mundiais que vão da Philip Morris à Mastercad, chegando à Gerdau, à Fiergs e à Fiesp no Brasil.
Atingem o planeta todo atualmente. São defensores das ideias de Hayek, Von Mises e da ultra reacionária maluca Ayn Rand, que escreveu em 1957 o livro “A revolta de Atlas”, em que defendeu a ideia de que o mundo pertence e é sustentado pelos ricos e que sem eles o planeta cairia no caos. Daí o nome da Fundação Atlas. Esta “entidade” surgiu nos anos 1980 do consórcio entre o inglês Antony Fischer (fundador da IEA) e o americano Leonard Read (da FEE), donos de fundações cujo propósito era vender propaganda ideológica de direita para grandes empresas.
Assim nasceu a Atlas, juntando os dois ativistas e financiados pelos Koch, com a adesão de várias outras empresas. Em 1991, com a morte de Fischer, a Atlas foi assumida pelo argentino-americano Alejandro Chafuen, cria mais que reacionária da Atlas, gestado, treinado e educado pelo golpe militar argentino. Este é o indivíduo que está pessoalmente por trás do MBL, por exemplo. E do Millenium, e do EPL, e do Ilisp…aqui no Brasil…mas também da Fundação Eléutera, em Honduras ou da Fundação Pensar, da Argentina. São os “think tanks” (em uma tradução livre poderia ser “círculo de reflexão”, “usina de ideias” ou “formadores de opinião”).
No Brasil são mais de 30 entidades mantidas e financiadas pela Atlas Network e sua turma. Eles bancam desde “robôs de compartilhamento automático e spam” até os mais boçais serviçais de perfis fakes no varejo da internet, sob a batuta de “intelectuais ideólogos”.
Vejamos o que dizem alguns destes “ideólogos”: o gaúcho Fernando Shüller, que andou por vários partidos, inclusive à esquerda, é, agora, “colunista associado” do Millenium e diz que o “sucesso do MBL deve-se ao fato de não ter identificação com partidos” (?!) e que “a única forma de reformar radicalmente a sociedade e reverter o apoio popular ao Estado de bem-estar social é travar uma guerra cultural permanente para confrontar os intelectuais e a mídia de esquerda”. Bem, nada de espantar, já que o chefe do Millenium, Rodrigo Constantino, enxerga conspiração de esquerda até na inserção de algo da cor vermelha na logomarca da Copa do Mundo e é o criador do termo “esquerda caviar”. Olavo de Carvalho e suas pataquadas “intelectuais” é um dos “elos fortes da corrente” e, além de suas ideias esdrúxulas, ensina que linguagem vulgar, palavrões, agressões do mais baixo calão, servem como estratégia de argumentação e fazem sucesso entre adolescentes e adultos fascistas, criando uma gerações de boçais que substituíram o debate pelo insulto. Também a Maçonaria trabalha na sua costumeira e secular técnica “sob as sombras”, infelizmente.
Outra peça inusitada nesta engrenagem é Helio Beltrão, sim, ele mesmo, largou tudo para administrar um destes “think tanks”: o “Instituto Mises” (tão citado pelos Bolsonaros). Por isto não é de admirar que Schüller declare que por ele “privatizaria toda a previdência e a educação no Brasil” e que “o único caminho para atingir esta meta é ter muitos “think tanks” no Brasil financiados por empresas”.
Você entendeu agora?
Para concluir a história da Atlas e sua relação com o Brasil e os agressivos boçais da internet, acrescento que até a explosão mundial da web nos anos 1990, estes “think tanks” não tinham tanta força. Mas foi através dela (internet) que ganharam esta magnitude. Seus veículos principais são o Youtube, o Facebook, Whatsapp, Instagram… eles têm os blogs (Antagonista e Cia) como base, mais que a imprensa tradicional, pois descobriram que pouca gente lê; e que é mais fácil atacar por memes e pequenos vídeos; e que a esquerda não sabe nada destas coisas e nem dá valor a isto, pelo menos não de forma organizada (creio que por pura soberba e desinformação).
E aí você entende exatamente qual o papel de cada um nesta história toda, inclusive o seu próprio. É só você procurar que encontra. O time da ultra direita já está “esquematizado” e ganhando de goleada, nas palavras do próprio Helio Beltrão: ““É como um time de futebol: a defesa é a academia, e os políticos são os atacantes. E já marcamos alguns gols”, diz Beltrão, referindo-se ao impeachment de Dilma. O meio de campo seria “o pessoal da cultura”… “aqueles que formam a opinião pública.”
E aí? Já achou o seu lugar neste “jogo” ???
Por Carlos Krebs e Henrique Mann

domingo, 11 de novembro de 2018

Documentário Bombástico - Quem patrocina o GOLPE NO BRASIL?

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