sábado, 17 de abril de 2021

Boa Noite 247 - Cinco anos do golpe de 2016 e o retrocesso que nos levou...

E agora José?

 

Vice que Covas escondeu na campanha volta à cena política com agravamento da doença do prefeito de SP

 
Doria indicou Ricardo Nunes a contragosto de Bruno

Bruno Covas foi internado novamente, agora com o agravamento do câncer que se espalhou por outros pontos do fígado e nos ossos.

O próprio prefeito foi às redes sociais para informar.

PUBLICIDADE

No Instagram, disse o seguinte:

“Abaixar a cabeça!? De jeito nenhum.

Vou seguir lutando. Ainda tenho muito trabalho a fazer. Obrigado a todos pelo carinho de sempre. Rezas, orações, pensamentos positivos que recebo de todos os cantos me fazem mais forte nessa batalha”.

O PSDB também usou as redes sociais para dar uma força ao membro do partido:

“Prefeito Bruno Covas, continue firme nesta luta que é também nossa. De todos os lugares do país, os tucanos estão torcendo pela sua pronta recuperação. Seu trabalho pelo bem comum faz a diferença para São Paulo e para o Brasil. Seguimos juntos”.

O estado de saúde de Bruno é gravíssimo e desde o aparecimento da doença todos ao seu redor sabem. O câncer não deu trégua um só minuto ao prefeito e agora, com a contaminação dos ossos, a situação piorou.

Nada disso, porém, foi debatido na eleição do ano passado, quando Bruno conquistou um novo mandato de 4 anos. Imprensa, aliados, adversários políticos e inclusive eleitores não se sentiram à vontade para tocar no assunto.

Lidou-se com uma doença gravíssima como se Bruno fosse digno de pena –  fato incontestável, aliás, em se tratando de um jovem na plenitude da vida.

O problema é que a omissão possibilitou a ascensão de um grupo obscuro ao poder na maior cidade do país justamente em cima da fragilidade física do prefeito.

Ninguém fala em Ricardo Nunes, o vice que Bruno escondeu na campanha e continua escondendo agora.

Ex-vereador clientelista do bairro de Santo Amaro, na zona Sul, foi acusado de violência doméstica pela esposa e investigado por superfaturamento no aluguel de creches conveniadas com a prefeitura.

Conforme relatos da época, Nunes não dava paz à Regina Carnovale, com quem manteve uma união estável por 12 anos, e que registrou Boletim de Ocorrência contra o companheiro 6ª Delegacia da Mulher.

Segundo Regina relatou na época, Nunes tinha ciúmes excessivos dela.

Não dava um minuto de sossego à mulher, “efetuando ligações proferindo ameaças, enviando mensagens ameaçadoras todos os dias e indo em sua casa onde para fazer escândalos e a ofendê-la com palavrões” – tudo isso consta no B. O.

Nunes também foi alvo de um inquérito conduzido pela promotoria do Patrimônio Público e Social do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP). O MP investiga indícios de superfaturamento no aluguel de creches conveniadas com a prefeitura.

Esse é o vice que Bruno escolheu para sucedê-lo em caso de alguma necessidade pelo agravamento do câncer.

Foi indicado por Doria por suas ligações com o presidente da Câmara Municipal, Milton Leite, do DEM.

Nunes tem relação com “bancada da Bíblia”, faz oposição aberta à educação sexual e para igualdade de gênero nas escolas e surfa na campanha conservadora do projeto Escola sem Partido.

O PSDB que agora quer se diferenciar do bolsonarismo não se importou em colocar alguém com perfil de extrema-direita como vice de Bruno.

Escondeu o sujeito se aproveitando do sentimento de compaixão da sociedade pela dor do prefeito.

São Paulo errou ao se negar a debater o real estado de saúde de Bruno durante a campanha. Compaixão é uma coisa, omissão e covardia é outra muito diferente.

Do lado tucano, a situação é ainda pior. Aproveitaram a situação para se beneficiar.

Que se deseje toda sorte possível ao jovem prefeito, mas que o exemplo de Bruno sirva de lição: ao homem público não pode ser dado o direito de omitir seu real estado de saúde e, aproveitando-se disso, indicar um vice que nem o próprio partido confia.

PIMENTA : OS FILHOS DA DITADURA INCONFORMADOS EM TER PERDIDO NAS URNAS !

Juristas do Prerrogativas entrevistam Reinaldo Azevedo

Mídia conservadora se reposiciona frente ao efeito Lula

CPI: como funciona? Bolsonaro esconderá crimes? Impeachment à vista? Mui...

BOAVENTURA: EUA DÃO SINAIS DE QUE, SE BOLSONARO SAIR, QUE NÃO SEJA SUBST...

KAKAY: A TV JUSTIÇA ATRAPALHA, VOTOS QUE SERIAM RÁPIDOS DEMORAM MUITO MA...

ENTREVISTA DE LULA EXPL0DE EM BRASÍLIA DECLARAÇÃO DELE EMOCIONA O BRASIL...

JURISTA CAROL PRONER EXPLICA COMO O MINISTRO FACHIN “MUDOU DE LADO” | Co...

Eldorado do Carajás - 25 anos do massacre.

 

25 anos após Massacre de Eldorado do Carajás, violência no campo dispara no Brasil

 
Pará, palco da chacina em 1996, é líder no ranking de assassinatos de lideranças do campo no Brasil – Amnesty International

Publicado originalmente no Brasil de Fato:

Por Catarina Barbosa

A chacina que ceifou a vida de 21 camponeses no município de Eldorado do Carajás, no sudoeste do Pará, completa 25 anos neste sábado (17).

Em abril de 1996, cerca de 3,5 mil famílias sem-terra ocupavam a Fazenda Macaxeira, em busca de um pedaço de chão para plantar e sobreviver.

Representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) garantiram aos trabalhadores a desapropriação da área para a reforma agrária. O cenário mudou quando um laudo considerou a propriedade como produtiva, beneficiando o latifundiário que se dizia dono da fazenda.

Em protesto, mais de 1,5 mil camponeses começaram uma marcha pela rodovia BR-155 com destino a Belém. Os trabalhadores questionavam a veracidade do laudo e tentavam pressionar as autoridades públicas.

No dia 17 de abril, próximo a área de Eldorado conhecida como “curva do S”, foram cercados por um contingente de 150 homens da Polícia Militar (PM) de Pará. O protesto terminou naquele momento, sob gritos, choro e sangue.

Pará lidera assassinatos por conflitos de terra

O massacre dos 21 sem-terras ganhou manchetes nacionais e internacionais. Passados 25 anos, poucos são os avanços no campo da reforma agrária na região.

As ameaças e ataques aos trabalhadores rurais, antes promovidos sobretudo por latifundiários do agronegócio, são realizadas agora também por empresários de outros setores, como mineração e energia.

De acordo com o monitoramento realizado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), 320 trabalhadores e lideranças foram assassinadas no Pará entre 1996 e 2019. O estado lidera o ranking nacional de conflitos por terra.

Nesse mesmo período, outros 1.213 receberam ameaças de morte, 1.101 foram presos pela polícia, 30.937 foram vítimas do trabalho escravo e 37.574 famílias foram despejados em decorrência de decisões judiciais.

Inúmeras lideranças do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), movimentos sindicais, religiosos e ambientalistas foram vítimas da violência no campo no Pará, entre elas Onalício Barros, Valentim Serra, José Dutra da Costa, José Pinheiro Lima, Dorothy Stang, José Claudio e Maria, Jane Julia, Dilma, Carlos Cabral, Raimundo Paulino, Ronair Lima, Fernando Araújo e muitos outros.

Para Tito Moura, da direção do MST no estado, o conflito no campo sempre foi latente na região, sobretudo no sul e sudeste do Pará, e são fruto da herança colonialista que ainda vigora no Brasil. O dirigente do MST classifica o massacre como uma tentativa de calar os camponeses da região.

Desde 1996, o caso que mais se aproximou, em termos de violência, do ocorrido em Carajás foi a Chacina de Pau D’Arco. Em maio de 2017, 16 policiais civis e militares mataram dez trabalhadores sem-terra que ocupavam a fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, no Pará, com a justificativa de cumprimento de mandados judiciais no local.

Novos contornos da violência no campo

Tito Moura lembra que as respostas das autoridades ao Massacre de Eldorado dos Carajás ocorreram depois da repercussão internacional que o caso tomou, e cita a criação da Delegacia de Conflitos Agrários e a Ouvidoria Agrária.

Os conflitos no campo, explica Moura, ganharam outro formato a partir do golpe de 2016, que depôs a ex-presidente Dilma Rousseff, e da posse de Jair Bolsonaro (sem partido) à presidência.

“Depois do governo Bolsonaro, quando foi quase extinta a ouvidoria, o conflito se acirrou na região. Há vários relatos de pessoas que sofrem violências. O MST não recuou enquanto movimento de massa. O que repensamos foi, justamente, redobrar os cuidados necessários para continuarmos lutando”.

Próximo ao palco do Massacre, novos conflitos agrários surgiram e vêm fazendo vítimas. “De quatro anos para cá, foram assassinadas algumas lideranças em Parauapebas [cidade no sudeste do Pará]. Nós desconfiamos de uma ligação entre pistoleiros e um consórcio de fazendeiros da região”, diz Moura.

“Esse consórcio de fazendeiros conta com uma milícia própria que despeja sem terra, assassina trabalhador, joga agrotóxicos em cima dos nossos acampamentos. São diversas formas de ameaças”, afirma.

Moura teme que, depois do fim da pandemia, as ameaças aos trabalhadores rurais voltem a se acirrar na região.

“Depois da pandemia, com a fome que o povo está passando, não tem outro lugar para as pessoas irem a não ser para as ocupações de terra. Vai ter conflito, com certeza. Não tem um INCRA que funcione, não tem um governo que funcione, não tem uma ouvidoria agrária que funcione. Temos que estar muito atentos porque o governo está disposto a ir para o conflito, a armar a pistolagem para assassinar trabalhador na região”, alerta o dirigente estadual do MST.

Números sobre assassinatos no campo e ameaças no Brasil

Andréia Silvério, da Coordenação da Executiva Nacional da CPT, explica que as ameaças e violências aos povos do campo acontecem de diversas maneiras no Pará e em todo o país, e que o poder público tem se omitido de mediar e prevenir os conflitos.

“Multiplicam-se denúncias de ameaças e diversos tipos de violência, como pulverização aérea de agrotóxicos sobre assentamentos populares, exploração indevida do território, despejos ilegais. O governo Bolsonaro, criminosamente, sucateia órgãos como INCRA, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e paralisa a reforma agrária”.

Segundo dados da CPT, desde 1985, quando a comissão iniciou a publicação do “Conflitos no Campo Brasil”, 1.501 casos de assassinatos foram registrados em todo o país. As vítimas incluem indígenas, posseiros, quilombolas, pescadores, agricultores, ribeirinhos, sem-terra e lideranças religiosas. O número inclui, ainda, 250 vítimas de massacres.

Já o total de massacres no campo de 1985 a 2020 chegou a 51. “Além disso, em 2020, 159 pessoas foram ameaçadas de morte, 35 sofreram tentativas de assassinato e mais de 30 mil famílias foram ameaçadas de serem retiradas dos seus territórios, tanto pelo poder público, quanto pelo poder privado”, pontua Silvério.

“Muitas perderam suas casas em plena pandemia. Tivemos um aumento de mais de 30% nas ocorrências de conflitos por terra, a maioria na Amazônia legal”.

O primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro, em 2019, foi o que registrou o maior número de conflitos no campo dos últimos 10 anos, com um total de 1.833 ocorrências registradas. Em 2018, foram registradas 1.489 ocorrências.

O número de assassinatos no campo apresentou um aumento de 14% em 2019 (32) em relação a 2018 (28). As tentativas de assassinato, por sua vez, passaram de 28 para 30, aumento de 22% e as ameaças de morte, de 165 para 201.

Novas formas de ataques; novas formas de resistência

Para Ayala Ferreira, da direção nacional do MST, o massacre não encerrou um ciclo de conflitos na luta pela terra e pela reforma agrária nessa região, que apenas ganhou novas proporções.

“Há um avanço da fronteira agrícola e minerária na região Norte do país. Há um avanço da apropriação e privatização da terra, sobretudo das terras públicas, que poderiam ser destinadas para a reforma agrária e para a demarcação de terras indígenas e quilombolas”, explica.

“Atrelado a isso, vemos essa desconstrução de todos os mecanismos que poderiam ser adotados para se avançar na política de reforma agrária. É um bloqueio proposital para favorecer o agronegócio, o latifúndio oligárquico, a mineração. Para favorecer os grandes projetos que tendem a se expandir na região em função do momento econômico e político do país”.

“Há um esforço de transformar o Brasil nesse grande fornecedor de matérias primas, de commodities agrícolas e minerárias para dar conta das necessidades do mercado internacional. O problema do conflito do campo se agravou porque não há uma agenda positiva para os sujeitos que lutam pela terra aqui na região”, pontua.

“Ao contrário, há cada vez mais uma negação desses direitos, de criminalização daqueles que ousam se organizar, se mobilizar para lutar pelos seus direitos”.

Para o professor e dirigente estadual do MST no Pará, Batista Nascimento Silva, o acordo entre o agronegócio e o judiciário tem permitido que os trabalhadores tenham seus direitos violados. “Nossas pressões, nesse momento, estão se dando mais por meio da mídia, para tentar barrar as ações de despejo forçadas – mesmo na pandemia – na nossa região”.

O que diz o Incra?

Questionado pela reportagem do Brasil de Fato acerca dos avanços da reforma agrária na região sul e sudeste do Pará, o Incra disse:

“Em 17 de outubro de 1996, foi criada a Superintendência Regional do Incra no Sul do Pará – SR (27), com sede em Marabá (PA) e mais 4 Unidades Avançadas, localizadas nos municípios de Conceição do Araguaia, São Félix do Xingu, São Geraldo do Araguaia e Tucuruí. Desde então, foram criados 447 projetos de assentamento em 39 municípios da região. Somando-se os projetos criados antes de 1996, temos um total de 514 assentamentos. Atualmente, existem 72 mil famílias assentadas pelo Programa Nacional de Reforma Agrária, numa área total de 4,6 milhões de hectares.

Diversas políticas públicas vêm sendo implementadas pelo Incra na região. Uma delas é a concessão de créditos rurais para assentados. Somente em 2020, foram aplicados R$17 milhões nas várias modalidades do Crédito Instalação. A titulação é outra ação que tem sido priorizada. No ano passado, o Incra Sul do Pará emitiu 21.675 documentos titulatórios para produtores assentados, sendo 1.175 de caráter definitivo. Essas medidas garantem a propriedade definitiva dos assentados sobre suas parcelas rurais, permitindo o acesso às linhas de crédito e minizando conflitos no campo.

O Projeto de Assentamento 17 de Abril, em Eldorado dos Carajás, é uma das áreas que estão em processo de titulação. Nos próximos dias, o Incra irá ao assentamento para se reunir com os assentados e solucionar pendências com vistas à titulação”.

CPI da Covid e Lula elegível: Tempero da Notícia mostra como fica o xadr...

“Lula é preso político e vamos lutar pela sua liberdade” afirmou Paulo P...

Live do Prerrô - Entrevista com Reinaldo Azevedo

Os canalhas são craques!

 

O Brasil é incrível: Procurador se queixa de filigranas que o salvaram. Por Lenio Streck

 
Deltan Dallagnol. Foto: Agência Brasil

Publicado originalmente no Jornal O Sul:

Por Lenio Streck

PUBLICIDADE

Leio nas redes que o Procurador da República Deltan Dallagnol fez fortes críticas à decisão do Supremo Tribunal Federal que anulou, por 8×3, as ações penais contra Lula.

Como se sabe, o Min. Fachin, considerado um defensor ferrenho da Lava Lato (a Força Tarefa comandada por Dallagnol chegou a dizer “Fachin é nosso” – deles, é claro), cumpriu os precedentes da Corte e, tardiamente, anulou as condenações.

Claro que não foi o lado garantista de Fachin que motivou essa anulação. Foi uma estratégia para salvar a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro. Entregou uma cidade para salvar um território maior. Sua estratégia, no entanto, pode dar errado.

De todo modo, Fachin, com sua estratégia, desagradou até mesmo seus aliados lavajatistas. Ou eles estão fingindo que discordam de Fachin. Vai saber.

Dallagnol pintou e bordou durante anos. Ganhou rios de dinheiro em diárias e palestras, muitas vezes usando informações que só ele (e seus colegas) tinha(m)m. E fazia até palestras para grandes bancos. Tudo bem republicano, diziam. Pois é.

Um procurador, colega de Dallagnol, chegou a receber centenas de milhares de reais morando na mesma cidade em que trabalha, o que, em termos de direito administrativo, é bem complicado, para ser generoso na análise.

Ainda na noite depois do julgamento do dia 15 último, Dallagnol, assíduo frequentador das redes sociais onde dá opiniões políticas e conjunturais, escreveu no twitter contra a decisão do Supremo Tribunal. “Meio que” poupou Fachin e meteu o pau na Corte. Ele é especialmente em “pau na Corte”. Joga para a torcida. Vai para a galera.

Uma pérola de Dallagnol, o homem que diz que convicção vale mais do que prova, é que o STF não devia se apegar a questões técnicas (sic). Bah!

Só que um Procurador é exatamente pago para cuidar de “questões técnicas” e não para opinar sobre o acerto ou erro de Tribunais. O cidadão quer um Procurador técnico e não político. Simples.

Duas coisas foram olvidadas por Dallagnol. Primeiro, foi graças a uma filigrana (sic) que ele virou procurador. Não esqueçamos que o ingresso de DD no Ministério Público se deu por ordem judicial. Foi graças a questões técnicas. Bingo.

Por que escrevo “filigrana” (sic)? Porque ele disse, em diálogos com seus colegas, que garantias processuais eram filigranas e o que valia mais em um processo era a política. Que tal?

E a segunda coisa? Também simples: ele usou de todas as artimanhas “técnicas” para escapar da condenação no caso do Power point junto ao Conselho Nacional do Ministério Público.

Dizia Deltan (Deltinha, segundo seus colegas de diálogos): a prescrição é o câncer do direito. É a própria impunidade. OK. OK. Mas, sabem como Dallagnol escapou da punição? Adivinhem? Pres-cri-ção. Esse é o Dallagnol. Malditas questões técnicas. Malditas filigranas.

Mas nas redes sociais ele canta de galo. Devia fazer um recolhimento. Uma autocrítica. E olhar no espelho retrovisor. Por que estou falando nele? Simples. Ele é o protótipo do moralismo que tomou conta do cenário. Claro: Apontando o dedo. O inferno é o outro. A palavra outro, em latim, é alienus. Sim, a culpa é do outro. Por isso a palavra “alienação”. Mas, enfim, alienação é para os “outros”. Deve ser coisa de “filigrana”.

Nem vou falar de Moro. Esse é hors concurs em manobras. É o Edi Piá. Apitou o jogo em um campo que não era o dele (o STF disse que foi incompetente por 8×3), prendeu o goleiro do outro time, ensinou o centroavante a chutar o pênalti e depois assumiu um cargo na direção do time adversário.

Os dois são craques!

URGENTE! LULA CAUSA TERREMOTO NO ESTADÃO! SOBROU ATÉ PRA LEWANDOWSKI!

AGORA!! PRISÃ0 DE BOLSONARO EXPL0DE NO PAÍS! INVESTGAÇÃO CHEGA EM BOZ0!!...

"Faça uma comparação com os ministros do Lula”: Bolsonaro | Galãs Feios

GREG NEWS | CARTEIRADA

Reinaldo Azevedo: Entenda o julgamento e a vergonha mentirosa de Kássio ...

Bolsonaro treme, Lula está de volta ao jogo

LULA JÁ É CANDIDATO À PRESIDÊNCIA? | Direto da Redação com GLEISI HOFFMANN

LULA PARTICIPA DE CAMPANHA CONTRA A FOME

Bom dia 247, com Attuch, Joaquim e Carol Proner (17.4.21)

BOLSONARO PIADISTA DIZ QUE BRASIL ESTÁ HÁ DOIS ANOS SEM CORRUPÇÃO !

DEBANDADA!! MINIONS ATACAM B0LSONAROS NAS REDES SOCIAIS!!

PELA PRIMEIRA VEZ EM DÉCADAS, REVISTA VEJA FAZ UMA CAPA SEM AGRESSÕES A ...

CENTRÃ0 PREPARA DESCARTE DE B0LSONARO E APOIO A LULA!!

Papo com Zé Trajano - 16/04/2021