sábado, 30 de maio de 2020

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POLÍTICA - #Somos 70 porcento.

30 DE MAIO DE 2020, 12H29

Eduardo Moreira lança o movimento #Somos70porcento contra Bolsonaro e o fascismo

Economista deu início ao movimento para que as pessoas percebam que os apoiadores de Bolsonaro são minoria, e não o contrário; "Não precisamos ter medo. Eles, sim"
Foto: Luiza Castro/Sul 21
Ouça a matéria clicando aqui!
Em meio a articulações de uma frente ampla contra Jair Bolsonaro e pela retirada do presidente do poder, o economista Eduardo Moreira, um dos palestrantes mais requisitados da atualidade, lançou o movimento #Somos70porcento.
A hashtag, lançada na quinta-feira (28) através de um post “despretensioso” de Moreira, rapidamente se espalhou pelas redes e desde sexta-feira (29) figura entre os assuntos mais comentados no Twitter.
À Fórum, o economista contou que, ao analisar a última pesquisa Datafolha, que mostra que praticamente 70% da população considera o governo Bolsonaro como ruim, péssimo ou regular, se deu conta de que aqueles que fazem oposição ao capitão da reserva têm se portado como minoria, enquanto os poucos apoiadores do presidente que sobraram se colocam como maioria. Além disso, o levantamento aponta que os mesmos 70% rejeitam o “toma lá, da cá” de Bolsonaro com o centrão.
“O curioso é que agente age como se fossemos minoria, e eles agem como maioria. Falam, gritam, colocam medo em todo mundo. Mas somos maioria, quem tem que ter medo são eles”, afirma Moreira.
O economista, então, decidiu fazer de seu “insight” um movimento. “É muito importante que tenhamos uma frase [#Somos70porcento], como os Estados Unidos, que adotaram a frase ‘I can’t breath’ [em referência à palavra de ordem nos protestos antirracistas nos EUA após a morte de George Floyd]”, explica.
“É preciso que as pessoas percam o medo de se posicionarem. Não precisamos ter medo de nada”, analisa Moreira.

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POLÍTICA - O sentido avesso das palavras.

O SENTIDO DO AVESSO DAS PALAVRAS EM TEMPOS DE GUERRA

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“Agora é guerra”, avisou Bolsonaro, depois que estouraram o bunker do “gabinete de ódio” do filho Carlucho, o 02, criador e comandante em chefe da fábrica de fake news nas redes sociais, que ainda lhe garante 33% de apoio popular, segundo o Datafolha.
Dizem os antigos que a primeira vítima numa guerra é a verdade.
No nosso caso, a grande vítima é o sentido das palavras na novilíngua do bolsonarismo. Virou tudo do avesso.
Será necessário criar um novo dicionário para as pessoas entenderem o que o poder está querendo dizer.
Nunca, como agora, se falou tanto em democracia, liberdade de expressão, respeito à Constituição, Deus e família —e, no entanto, esses valores sagrados nunca foram tão desrespeitados.
Segue abaixo um breve estudo preliminar sobre o novo sentido das palavras nestes tempos de guerra.
Democracia — É o governo dos “homens de bem” para os “homens de bem”, seguindo o lema “Eu mando e vocês obedecem, talkei?” Quem não estiver satisfeito que vá reclamar para o bispo Macedo ou o Alexandre de Moraes. Para a tranquilidade de todos, o presidente ainda em exercício proclamou nesta manhã de quinta-feira no cercadinho do Alvorada: “Estou com as armas da democracia na mão.” Sai da frente que lá vem bala. “Acabou. Cheguei no meu limite.” O STF que se cuide.
Cercadinho do Alvorada — Espaço democrático criado pelo atual governo, dividido entre os “homens de bem” que o apoiam e os jornalistas, esses inimigos da nova democracia armada, bando de comunistas.
Imprensa lixo — São todos os veículos da mídia nativa e do mundo inteiro que insistem em contar o que está acontecendo no Brasil sem pedir licença ao Palácio do Planalto. Seus repórteres só inventam fake news, distorcem, manipulam e escondem o que o governo faz de bom para o país.
Imprensa limpinha — Grupo aliado comandado por SBT (Sistema Bolsonarista de Televisão), Record, Jovem Pan e blogs amigos, aqueles financiados por amigos ricos, que só contam a verdade. Entre os “jornalistas do bem”, destacam-se Datena, Ratinho, Alexandre Garcia e Augusto Nunes.
Liberdade de expressão — É o direito que todos têm de concordar com o Heleno, a Damares, o Araujo, o Weintraub, o Salles e o Carlucho, com seus robôs amestrados, em prol do bem-estar da população. Em outros tempos, foi muito usada pelos comunistas para implantar o “marxismo cultural”, a distribuição de renda e a defesa dos direitos humanos.
Constituição — Pode-se transformar numa arma perigosa nas mãos dos ministros do STF que querem derrubar o governo. Bem usada, pode servir para liberar armas para todos, calar a boca dos inimigos e, se for necessário, facilitar a implantação do estado de sítio. Obra de comunistas, precisa passar por uma reforma completa comandada pelo grande jurista Roberto Jefferson.
Centrão — Era um baluarte da “velha política” do toma lá dá cá, que agora está sendo modernizado pelos ministros militares. Não é o que vocês estão pensando. Tem muita gente boa lá, só estavam precisando de um novo líder comprometido com o combate à corrupção (dos outros).
Pandemia — É uma grande fake news inventada pelos comunistas chineses para dominar o mundo (Ernesto Araujo). Não passa de uma gripezinha (Jair Bolsonaro).
Rebanho — Nome dado ao gado fiel que promove caravanas da morte e protestos pró-governo em frente ao Palácio do Planalto e a quarteis generais. Pode também ser chamado de boiada (Ricardo Salles). Sonha com a volta do AI-5 para acabar com essa balbúrdia da democracia.
Bolsonarismo — Corrente de pensamento nativo, que já existia há muito tempo, mas estava enrustido em boa parte da população, e só agora saiu do armário para ganhar protagonismo. Caracteriza-se por um profundo sentimento patriótico embrulhado em bandeiras nacionais, dos Estados Unidos e de Israel. Bolsonaristas identificam-se com camisetas da CBF e não podem ver jornalista pela frente que já saem batendo e xingando. São um pouco radicais, é verdade, mas sinceros. Só não podem ser contrariados.
Procuradoria-Geral da República — Instituição antiga criada para fiscalizar os três Poderes em defesa dos cidadãos, mas que em nome da nova democracia agora foi transformada em Procuradoria-Geral do Presidente da República. Qualquer problema, o procurador mata no peito.
Diálogo — É quando eu falo e você ouve. Se não concordar, leva uma bolacha.
Medicina, Ciência, Arte, Cultura e Meio Ambiente — Tudo invenções de comunistas, a serviço de ideologias exóticas, que não têm mais lugar no nosso novo Brasil. São velharias criadas por um bando de desocupados que só querem ferrar com o governo. Para combate-las, temos agora as nossas redes sociais.
Golpe militar, ditadura, tortura, censura, desaparecidos políticos, cassações, assassinatos — Isso nunca existiu no Brasil. Estamos combinados? Melhor tirar do dicionário, talkei?
Vida que segue.

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Blog do Roberto Moraes: Agora, ou se enfrenta o fascismo do BolsoMilitaris...: Não tem jeito. A velocidade de enfrentamento entre o BolsoMilitarismo e seu contra-poder, que hoje inclui a maioria da sociedade, não tem co...