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domingo, 27 de dezembro de 2015

UCRÂNIA - A face da Resistência.

A Face da Resistência - Os Heróis da Novarrússia


Jornal GGN - Documentário "A Face da Resistência - Os Heróis da Novarrússia", conta a história de homens e mulheres que lutam na Ucrânia.

Sugerido por Eduardo Lima de Medeiros

Ilona Banevitch morava em Donetsk. Era uma padreira. Depois que seu prédio foi destruído ela se juntou à Milícia do Povo de Donbass. Atualmente comanda mais de cem homens que lutam contra os soldados ucranianos, paramilitares neonazistas e mercenários da OTAN. Conheça a história dela e de outros defensores da Novarrússia: Heróis do nosso tempo.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

UCRÂNIA - Como um tuíte virou uma guerra.


terça-feira, 22 de julho de 2014

UCRÂNIA - Maioria dos ucranianos afirma que o avião foi derrubado pelo governo de Kiev.



Maioria dos ucranianos afirma que o avião MH17 foi derrubado pelo governo da Ucrânia


Dois terços dos ucranianos acreditam que o avião da Malásia, o MH17, foi derrubado pelo Exército da Ucrânia, segundo resultado de pesquisa de opinião pública naquele país realizada pelo site ucraniano "Korrespondent".
Os editores perguntaram aos ucranianos sobre quem seriam os responsáveis pela tragédia do vôo MH17, e dois terços dos participantes afirmaram que o avião foi derrubado por militares ucranianos.
A pesquisa revela aquilo que jornalistas independentes denunciam como tentativa do governo ucraniano alterar o curso da atual guerra civil no país. Trata-se de um governo desesperado, capaz de tudo para tentar mudar a inevitável fragmentação do país em estados independentes, após o golpe de estado que os políticos de Kiev realizaram ao derrubar um presidente democraticamente eleito, colocando em seu lugar um mega empresário (Rei do Chocolate) obediente à União Europeia e Washington.
Apenas o presidente Obama continua mentindo e a imprensa ocidental distorcendo os fatos, tentando enganar a opinião pública ocidental e criminalizar a Rússia, mesmo com provas concretas de que dois jatos ucranianos escoltaram o avião da Malásia minutos antes do míssel abater o avião de passageiros. A decisão para cometer este crime bárbaro teria partido da CIA, que hoje controla os organismos de segurança do governo de Kiev.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

UCRÂNIA - A vez de Donetsk.

A VEZ DE DONETSK


(Jornal do Brasil) - Manifestantes que ocupam, há dias, instalações públicas em Donetsk, na Ucrânia, proclamaram, unilateralmente, uma “República Popular”, na província em que se fala russo. E falam em convocar um referendo para sua anexação à Rússia, para o próximo dia 11 de maio, nos moldes do que foi feito na Crimeia no mês passado.

As autoridades policiais não resistiram nem tentaram conter os manifestantes.

Em outra cidade, Lugansk, manifestantes favoráveis à Rússia ocuparam a sede dos órgãos de segurança, e fizeram o chefe de polícia - que também não resistiu - libertar dezenas de prisioneiros favoráveis a Moscou que estavam detidos há alguns dias.

Em Kharkov, segunda maior cidade ucraniana, e centro industrial do país, houve enfrentamento entre habitantes de língua russa, que ocuparam a sede do governo local, e manifestantes fiéis ao golpe desfechado contra o Presidente Yanukovitch em março.

Embora as novas “autoridades” ucranianas estejam acusando o serviço secreto russo pelos tumultos, a verdade é que o apoio ao governo golpista é cada vez menor, e boa parte do território ucraniano é ocupado por habitantes de origem russa, que se recusam a se aproximar do Ocidente e se sentem ameaçados pelos golpistas de extrema direita que estão no poder em Kiev.

Eles viram que, ao contrário do que ocorreu na “libertação“ do Iraque, do Egito, da Líbia, do Afeganistão, pela OTAN, onde morreram - e continuam perdendo a vida - centenas de milhares de pessoas, a “russianização” da Crimeia foi feita em poucos dias, e quase sem violência.

O fato é que, assim como fez, em muitos outros lugares, supostamente em nome da “democracia”, o Ocidente desestruturou completamente uma Nação que se encontrava institucionalmente unificada, funcionava razoavelmente dentro da lei, com um Presidente eleito diretamente pela população, e aguardava pacificamente as próximas eleições, porque não queria que a Ucrânia “caísse” sob influência de Moscou.  
Como demonstra a situação em Donestk e em Kharkov, a influência russa na Ucrânia, do ponto de vista político, econômico, cultural, já existia, é muito maior do que se pensa na Europa e nos EUA, e permeia vastas regiões e milhões de habitantes, que se sentem russos.

A Rússia está em seus corações e mentes. Eles vivem, como russos, há séculos. E caso não haja um processo efetivo de federalização, é mais fácil que a Ucrânia se divida - a partir da fragmentação irresponsavelmente iniciada em Maidan - do que eles virem a se inclinar para o lado contrário, o dos golpistas neofascistas que tomaram o poder de assalto, em Kiev, há poucas semanas.

sexta-feira, 28 de março de 2014

UCRÂNIA - O preço da "ajuda financeira" do FMI.





No final de novembro, ex-presidente disse que condições "draconianas" do fundo impediram acordo com a União Europeia

   

O preço da "ajuda financeira" do FMI (Fundo Monetário Internacional) à Ucrânia deve sair caro. O governo do país irá aumentar em 50% o preço do gás à população a partir do dia 1º de maio, uma medida exigida pelo FMI para fornecer o pacote de empréstimo a Kiev, revelou nesta quarta-feira (26/03) o operador de gás nacional.
Para os industriais, o aumento será de 40% e se aplicará a partir de 1º de junho, informou Yuri Kolbuchin, um dos diretores da companhia de gás nacional Naftogaz, no momento em que o governo espera firmar ainda nesta quarta-feira um acordo com o fundo de entre 15 e 20 bilhões de dólares. Além disso, disse Kolbuchin, haverá aumentos adicionais de forma progressiva até 2018.

No domingo (23/03), a diretora do FMI, Christine Lagarde, disse esperar que o acordo seja finalizado em "nos próximos dias". Em declarações dadas em Pequim, na China, Lagarde afirmou que o plano é necessário para "estabilizar" a economia da Ucrânia, mas não deu detalhes sobre o empréstimo. 

"Nós temos que ter certeza de que a Ucrânia, economicamente, não irá tombar ... Meu maior medo agora é o estado da economia e da necessidade de todos nós oferecermos o apoio que eles precisam", disse a chefe de diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton em evento organizado pela organização German Marshall Fund no final de semana.

Economia 
O novo governo da Ucrânia, que tomou o poder quando o presidente Viktor Yanukovich foi deposto depois de meses de protestos de rua, disse que precisa desesperadamente de dinheiro para cobrir as despesas, incluindo as importações de gás e evitar um possível default da dívida.

No ano passado, a economia ucrania registrou um crescimento nulo, enquanto em 2012, o PIB (Produto Interno Bruto) havia crescido apenas 0,2%. No final de novembro, Yanukovich disse que as condições "draconianas" do FMI para outorgar um novo crédito foram a gota d'água para que ele suspendesse a assinatura do Acordo de Associação com a União Europeia.