sábado, 18 de novembro de 2017

Urgente! Olha O Mico, O Vexame do Sec. de Cultura no RJ!

FUNCIONARIOS DO MERCADO MUNDIAL FICAM REVOLTADOS COM ABUSIVOS DESCONTOS ...

JORNAL

O Inútil Botão do Pânico

Chomsky: “os EUA são a origem do problema do tráfico de drogas” - Portal Vermelho

Chomsky: “os EUA são a origem do problema do tráfico de drogas” - Portal Vermelho: O intelectual ataca a incapacidade da classe política liberal de seu país em se conectar com a classe trabalhadora. Um governante habilidoso e demagógico, que soube se conectar com os “medos legítimos” de parte da sociedade, “como Hitler e Mussolini fizeram antes”. Assim Noam Chomsky, o intelectual vivo da esquerda clássica mais importante de seu país, desenhou Donald Trump na quarta-feira (15), em uma breve entrevista coletiva na Cidade do México

Relatório confirma colaboração ativa da Volks com ditadura no Brasil - Portal Vermelho

Relatório confirma colaboração ativa da Volks com ditadura no Brasil - Portal Vermelho: A montadora é acusada de reprimir funcionários e cooperar com regime militar brasileiro. O documento faz parte de inquérito do MPF contra a Volkswagen.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

GRATIDÃO: UM DOS MAIORES SEGREDOS DAS PESSOAS FELIZES!

GRATIDÃO: UM DOS MAIORES SEGREDOS DAS PESSOAS FELIZES!: A gratidão pode te fazer feliz. Ser grato é uma capacidade que, uma vez adquirida, transforma seu olhar sobre o mundo, sobre a vida, sobre as pessoas e sob

O dia seguinte à reforma Trabalhista

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Bate-papo sobre a Indústria da Delação Premiada

Comissão Patriarcal Veta Aborto

POLÍTICA - Criar, um, dois, três, mil comitês de apoio ao Lula.

Conversa Afiada reproduz do Nocaute artigo do Ministro José Dirceu:
O ano de 2017 seguramente se encerra de forma tragicômica, com o espetáculo da Suprema Corte e do Senado fazendo justiça unicamente para Aécio Neves.

Antes valia tudo: ônus da prova cabendo ao acusado, condenação sem provas (por convicção ou pela literatura jurídica), domínio do fato (uma aplicação que nem o autor da teoria aprova) e trânsito em julgado parcial, com execução penal após condenação em segunda instância.

Paralelamente, o país assiste, bestificado, ao festival de compra de votos e de barganhas para livrar o usurpador de ser processado por denúncia apoiada em delações altamente suspeitas, forjadas a fórceps. À base de chantagem, fraude e escutas arquitetadas a quatro mãos, entre a Procuradoria Geral da República e investigados também suspeitos de tramarem nas sombras a montagem de falsas provas e flagrantes.

Tudo pode acontecer. Menos anular delações, por mais ilegais que sejam. Não importa se fraudadas e montadas por meios criminosos, sob a suspeita de colaboração com os delatores, inclusive de membros da própria PGR.

A ladainha é que ilegalidades e práticas condenáveis não contaminam as delações, como se elas se constituíssem em provas em si e de per si, por um sopro divino. Mas o que se constata é a interferência da mão um tanto demoníaca, vingativa e punitiva da PGR.

Enquanto isso, vende-se o país, violentam-se e extinguem-se direitos. Até o da liberdade do próprio trabalho, por meio de um decreto infame, restabelecendo a escravidão.

Nada detém a sanha dos que traíram o juramento constitucional e o pacto social e político que refundou nossa democracia. Por dinheiro e poder, não descartam o uso da força, como alertam seus apaniguados mercenários, pois há que proteger e sustentar o rentismo e a usura, em nome de promessas que jamais serão cumpridas. Como não foram no passado recente, seja na ditadura ou na era FHC.

Não satisfeitos com o golpe, praticam o poder sem limites, delegado por um Congresso Nacional submisso e vendido em praça pública. Não se inibem com a vizinhança de uma Suprema Corte entretida com discursos retóricos sobre a moralidade e os princípios constitucionais que os próprios ministros rasgaram ao darem passagem a um golpe parlamentar agora desmascarado, porque comprado com dinheiro da corrupção. Fato que se tornou público e notório e que todos os integrantes do STF estavam cansados de saber – é vedado a eles o direito de alegar desconhecimento, engano ou engodo.

E a força do poder real se manifesta no mercado, no capital financeiro bancário, nos interesses dos rentistas. Assim como na tecnoburocracia policial e judicial encastelada no Estado, ávida por ascender à faixa do 1% habitada pelos mais ricos, com seus estilos de vida luxuosos e faustosos, almejando ser celebridade. Manifesta-se também na mídia controlada pela família Marinho, uma das mais ricas do país – riqueza conquistada à sombra da ditadura, manchada pelo sangue dos torturados e assassinados, pela corrupção sistêmica e impune da era militar.

Essa tríplice aliança decretou que Lula não pode ser candidato, que nosso povo não pode ser nacionalista, que o Estado não deve e não pode ser de bem-estar social. E que o trabalho e sua renda, como toda renda, devem servir ao deus mercado – leia-se, ao interesse da minoria dominante.

A eleição acontecerá, apesar de desejo explícito das elites de acabarem com ela, seja pelo prolongamento do golpe parlamentar, com um quê de legalidade e moralidade via parlamentarismo e voto distrital.

Mas o medo do povo — afinal, os políticos têm que salvar a própria pele e precisam pensar nas próximas eleições — emperra as reformas “salvadoras” e já derrotou o distritão. E a reação dos trabalhadores das cidades e do campo e das classes médias, duramente atingidos pelas reformas, certamente irá colocar em risco a reeleição de centenas dos hoje servidores fieis do golpista – e que amanhã serão opositores desde sempre.

Tudo estava preparado para a eliminação civil e, se possível, física de Lula, com condenação de dezenas de anos de prisão, sem direito de responder em liberdade, após condenação em segunda instância. Mas eis que o povo não desiste e insiste em eleger Lula presidente pela terceira vez, incapaz de entender os desejos dos senhores da vez. Não por ignorância, mas por desconfiança, conhecimento e experiência passada.

Não podemos nos comportar como se nada tivesse ocorrido. Nem o golpe e nem a perseguição implacável a Lula e ao PT, com sistemática campanha de criminalização do ex-presidente e do nosso partido. Tampouco toda a violência estimulada pela mídia contra nós, desde as manifestações de 2013. Manifestações copiadas e manipuladas pela direita e pelos golpistas com apoio externo – hoje comprovado -, a serviço das privatizações e da entrega do patrimônio nacional. Indignação, revolta e protestos que desapareceram não só da mídia e dos tribunais, mas também das ruas, quando chegou a hora do PSDB, da mídia, dos bancos e da própria Justiça.

Nenhum de nós poderá, de boa-fé, alegar desconhecimento do que significa o golpe em marcha, até pela experiência histórica do caráter violento e da total ausência de qualquer compromisso moral por parte de nossos adversários, da nossa direita e da nossa elite. Eles jamais vacilam e são capazes de toda violência e do uso da força, como vimos várias vezes em nossa história e das quais estamos agora mesmo sendo vítimas.

Daí, a necessidade urgente de dizer em alto e bom som que é preciso se preparar para fazer Lula candidato, garantir seu registro, fazer sua campanha, vencer a eleição e garantir sua posse. Uma vez no governo, garantir o exercício do poder para fazer as mudanças estruturais que o país exige, sob pena de governamos para eles, para gerir sua crise e atender a seus interesses, não os da nação e do povo.

E só há uma forma, uma maneira de garantir a eleição de Lula e o exercício do governo: com poder. E o único que temos para garantir o poder é a consciência política e social de nosso povo, sua organização e mobilização, a luta nas ruas, bairros, fábricas, campos, escritórios, comércios, escolas de todo o país. Começando por organizar um, dois, três…centenas, milhares de comitês em defesa de Lula, com o povo, ao lado do povo e pelo povo trabalhador. Fora disso, vamos lançar nosso país e nosso povo numa aventura e, como sempre acontece, quem pagará o preço da reação dos de cima será o próprio povo trabalhador e seus filhos, incluindo seus legítimos líderes e condutores.

Não temos o direito de errar de novo, como no impeachment, quando não fomos capazes de defender a Constituição e o mandato popular soberano da presidente eleita em 2014.

Que a lição nos ensine que não há alternativa, a não ser a luta e o combate no nosso campo, com nossas armas. E não no campo e com as armas do adversário, ou inimigo – se formos tratá-los como eles nos tratam.

A hora é de definições, de escolher o lado e a luta, criar um, dois, três…muitos comitês, tantos quantos forem necessários para fazer Lula candidato, vencer a eleição, tomar posse e governar com o povo.

Gleisi despe os peduricalhos do Gandra Fo.

Aragão: Fascismo joga com os sentimentos mais baixos

O "SUPOSTO" RACISMO NO NOTICIÁRIO SOBRE O CASO WAACK

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Audiência na ALESP debate defesa dos bancos públicos

MÍDIA-CASO WILLIAM WAACK

O caso William Waack não se encerra com seu afastamento do Jornal da Globo. Diante da tempestade na Internet, nas próximas horas a emissora deve apresentar uma solução definitiva para o problema criado pela divulgação do vídeo em que ele parece ter proferido frases racistas.

Ele foi afastado, diz a nota da TV Globo, “até que a situação seja esclarecida”. Não faltam recursos técnicos que permitam o esclarecimento. Confesso ter dúvidas sobre o que ele realmente disse, em função da baixa qualidade do áudio, embora quando a cena é apresentada com legendas, o reforço da leitura labial sugere que foi aquilo mesmo. “É preto. É coisa de preto”.

Na cena, ele deduz que só podia ser um preto a pessoa que disparava uma buzina, atrapalhando sua gravação ou entrada ao vivo. E isso significa pensar o seguinte: só um preto pode ser tão mal educado, inconveniente e incivilizado para buzinar assim sem necessidade. E isso é racismo, algo que o Brasil definitivamente não tolera mais. Ainda mais vindo de um jornalista com a projeção que ele tem. Mas é claro que se fosse outro, e não Waack, que tem a cara da Globo e é notório pela emissão de opiniões políticas que colidem com uma parte do Brasil – a que foi contra o impeachment, por exemplo - as reações talvez não tivessem sido tão fortes. 

A TV Globo já deve ter chegado a uma conclusão. Mas de qualquer forma, Waack é uma bruxa que já foi queimada por uma parcela da opinião pública mobilizada.

Hoje em dia no Brasil, quase todos os dias uma bruxa é queimada. Na terça-feira Judith Butler, uma respeitada filósofa norte-americana, foi alvo de protesto fascista na abertura do seminário “Os fins da democracia”, no Sesc Pompeia de São Paulo, onde não faltou a queima de um boneco com sua cara, sob gritos de “queima, bruxa”. Ela falaria da questão Israel-Palestina, mas foi atacada como defensora da “ideologia de gênero”, expressão criada pelos grupos do moralismo ultraconservador para identificar os que defendem o respeito à diversidade sexual. Mais de 350 mil pessoas assinaram uma petição na Internet pedindo o cancelamento do seminário. 

Os dois casos são distintos, não podem ser comparados, mas as iras que desataram falam de uma sociedade rachada em bandas antagônicas, que andam nos casos, loucas para acertar contas com o outro lado. É neste clima que vamos para a eleição presidencial.