Carlos Augusto de Araujo Dória, 82 anos, economista, nacionalista, socialista, lulista, budista, gaitista, blogueiro, espírita, membro da Igreja Messiânica, tricolor, anistiado político, ex-empregado da Petrobras. Um defensor da justiça social, da preservação do meio ambiente, da Petrobras e das causas nacionalistas.
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
Altamiro Borges: ‘Vaza-Jato’ desmascara Moro e a mídia
Altamiro Borges: ‘Vaza-Jato’ desmascara Moro e a mídia: Por Altamiro Borges Há muito tempo já se sabia que a midiática Operação Lava-Jato, com toda sua seletividade e seus abusos de autoridad...
Altamiro Borges: Deltan precisa ser preso urgentemente!
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Novo acordo de Itaipu beneficiou empresa ligada ao clã Bolsonaro, afirma jornal paraguaio
Novo acordo de Itaipu beneficiou empresa ligada ao clã Bolsonaro, afirma jornal paraguaio: Reportagem do jornal paraguaio ABC revela que o advogado José Rodríguez González, que atua como assessor jurídico informal do vice-presidente, Hugo Velázquez, teria agido para beneficiar a a empresa brasileira Léros Comercializadora, que seria ligada à família Bolsonaro, no acordo secreto de renegociação da usina de Itaipu, assinado no dia 24 de maio
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
POLÍTICA - Quando vão soltar o Lula?
Helena Chagas: o Supremo “desamarelou”?
POR FERNANDO BRITO · 01/08/2019

Na mesma linha do que este blog vem frisando, o artigo de Helena Chagas, n’Os Divergentes, vai ao ponto essencial: o vento virou no Supremo tribunal Federal, sempre tão cordato com os abusos de Sergio Moro, Deltan Dallagnol & Companhia. Moro vai sendo deixado só.
Vingança Suprema
Helena Chagas, n’Os Divergentes
Entre junho e agosto, passou-se julho, e o primeiro dia da volta do STF das férias mostrou que as revelações do The Intercept e de outros veículos da imprensa sobre os podres da Lava Jato, somadas ao episódio da prisão dos hackers, tiveram grande impacto nos humores supremos.
A conversa divulgada hoje pela Folha, sobretudo, parece ter provocado grande irritação.
E esse estado de ânimos já começou a se refletir nas decisões da Corte.
Na primeira delas, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Receita Federal suspendesse de imediato investigações que atingiram ministros do Supremo e outras autoridades por “ilegalidades e direcionamento”.
Trata-se do inquérito aberto pelo ministro Dias Toffoli para investigar ameaças contra ministros, incluindo aí ele próprio e Gilmar Mendes.
Foi, acima de tudo, uma reação à conversa veiculada por Intercept e Folha em que o procurador Deltan Dallagnol estimula colegas a investigarem o próprio Tofolli por supostas obras em sua casa.
Em outros trechos, são citados Gilmar e as mulheres dos dois.
Além de Moraes, o próprio Gilmar e o ministro Marco Aurélio chegaram hoje ao STF cuspindo marimbondos contra as evidências de que um procurador de primeira instância tentou investigar um ministro do STF por achar que decisões suas estavam prejudicando a Lava Jato.
Gilmar classificou o episódio como a maior crise vivida pelo aparato judicial desde a ditadura.
No plenário, onde se discutia outro tema, o STF resolveu infligir uma derrota acachapante ao governo: decidiu manter na Funai a atribuição de demarcação de terras indígenas, que Jair Bolsonaro tentou transferir para o Ministério da Agricultura.
Foi a vez de o decano Celso de Mello dar ser recado, apontando “resíduos de indisfarçável autoritarismo” no governo.
Pode não parecer, mas este é o mesmo Supremo que, nos últimos tempos, tantas vezes amarelou diante da Lava Jato, do governo e da suposta pressão da opinião pública.
A última delas, em junho, quando desistiu de conceder um habeas corpus ao ex-presidente Lula diante das primeiras evidência de parcialidade na Lava Jato divulgadas pelo The Intercept.
De lá para cá, a situação mudou bastante, seja pelas novas conversas reveladas, pela prisão do hacker que teria extraído as mensagem do Telegram ou pelas atitudes do ministro da Justiça, Sergio Moro, diante do episódio – quando avisou autoridades e disse que as mensagens deveriam ser destruídas.
No mínimo, ficou claro que as mensagens existem, que tudo indica que a PF tem cópias e que, portanto, são verdadeiras.
A Segunda Turma pode mandar periciá-las e tem, diante de si, um quadro completamente diferente.
A pergunta que não quer calar agora é quando vão soltar Lula
"Cumpriram seu papel", diz presidente da OAB sobre saída de membros de comissão criticada por Bolsonaro
"Cumpriram seu papel", diz presidente da OAB sobre saída de membros de comissão criticada por Bolsonaro: Presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, usou sua conta no Twitter para manifestar sua solidariedade aos integrantes da Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos que foram excluídos do colegiado por uma decisão de Jair Bolsonaro; 'Minha solidariedade aos que deixam tão relevante missão, com a certeza de que cumpriram seu papel', postou
Deltan usou Veja como arma para chantagear Toffoli e ministros do STF
Deltan usou Veja como arma para chantagear Toffoli e ministros do STF: As revelações da Vaza Jato da manhã desta quinta-feira esclarecem como uma capa da Revista Veja de agosto de 2016, de alto impacto, foi na verdade uma arma na trama Dallagnol-Moro para intimidarem o STF e manter a Operação Lava Jato como uma operação à margem dos controles do Estado brasileiro; a capa, com o título 'Empreiteira delata ministro do Supremo', foi a sequência natural de uma articulação de Dallagnol que agora vem a público
Deltan usou Veja como arma para chantagear Toffoli e ministros do STF
Deltan usou Veja como arma para chantagear Toffoli e ministros do STF: As revelações da Vaza Jato da manhã desta quinta-feira esclarecem como uma capa da Revista Veja de agosto de 2016, de alto impacto, foi na verdade uma arma na trama Dallagnol-Moro para intimidarem o STF e manter a Operação Lava Jato como uma operação à margem dos controles do Estado brasileiro; a capa, com o título 'Empreiteira delata ministro do Supremo', foi a sequência natural de uma articulação de Dallagnol que agora vem a público
POLÍTICA - Difícil dizer quem é mais canalha: Deltan ou o Dr. Moro.
Deltan virou “hacker” do Supremo, revelam diálogos
POR FERNANDO BRITO · 01/08/2019

Deltan Dallagnol tem de ser afastado imediatamente de suas funções de coordenador da Operação Lava Jato.
As mensagens reveladas hoje, em mais um capítulo da apuração do The Intercept, em conjunto com a Folha, não revelam apenas um comportamento aético do procurador, mas o cometimento de crimes.
Violou as funções legais, ao investigar não um fato, mas diretamente pessoas, no caso os ministros José Carlos Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do Supremo, usurpou funções que seriam apenas da Procuradoria Geral da República e violou, com a cooperação dos funcionários da Receita postos à sua disposição, o sigilo fiscal de ambos.
A capa infamante de Veja sobre o atual presidente do Supremo, numa história que veio depois a mostrar-se falsa, foi gestada e produzida por ele.
Deltan ultrapassou todos os limites para retaliar quem, no Supremo, não ratificava automaticamente as ações de Curitiba e os desígnios de Sérgio Moro.
Sua invasão aos dados fiscais dos dois ministros é pior, sob qualquer aspecto, que o crime cometidos pelos “hackers de Araraquara”, não apenas porque ele é um agente de Estado violando a lei como usa, para isso, os órgãos da Administração Pública como instrumentos.
A história está detalhada na Folha e no The Intercept e não preciso repeti-la aqui, bem como o leitor e a leitora pode facilmente entendê-la pela transcrição dos diálogos.
O que importa, agora, é ver quais serão ( e se serão) as providências tomadas pela Procuradoria Geral da República e pelo Conselho Nacional do Ministério Público diante das evidentes transgressões legais de Deltan Dallagnol e outros procuradores.
Aqui, os diálogos completos.
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