quinta-feira, 16 de setembro de 2010

POLÍTICA - Saída de Erenice é vacina do governo.

O governo Lula percebeu que Erenice era a bola sete da velha mídia para tentar tumultuar a eleição na sua reta final.

Dilma também percebeu isso.

Erenice viu que poderia se tornar um fardo e negociou a saída.

Ela pediu demissão.

Não foi demitida, como está sendo dito.

Além disso, não há no governo quem ponha a mão no fogo sobre o filho de Erenice. Há a sensação de que ele possa vir a ter feito algo que comprometa a mãe.

Se há duvidas em relação as atividades do filho de Erenice, no governo, uma certeza é líquida e certa: Veja, Folha e Globo, principalmente, estão preparando algo para os últimos dias da eleição.

Eles querem criar um fato novo que leve a disputa ao segundo turno.

E o caso Erenice, pela ligação dela com Dilma, poderia ser um dos caminhos.

A saída dela da Casa Civil é uma vacina.

Se algo estiver sendo preparado por essa via, o governo terá agido antes.

Erenice não foi rifada. Achou que esse era o melhor caminho.

E sai do governo para se defender.

Se Dilma vier a vencer e o caso estiver superado, ela volta.

A tática usada no caso Erenice é semelhante a utilizada por Itamar com Henrique Hargreaves, que voltou quando todas acusações contra ele tinham sido esclarecidas.

Miriam Belchior, que assume no lugar de Erenice, foi a primeira esposa de Celso Daniel. No primeiro governo dele, em Santo André, foi seu braço direito. Sabe comandar.

Além disso é experiente e da total confiança de Lula.
Fonte: Blog do Rovai.

Nenhum comentário: