Ato contra a direita reúne mais de 10 mil em SPA PM de SP estimou que havia mais de 10 mil pessoas na manifestação. Os manifestantes estimaram mais de 15 mil. Movimentos sociais convocaram ato contra a direita e contra elite. Grupo protesta contra ‘ataques da elite paulistana’. Do G1 São Paulo Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e de movimentos sociais bloquearam a Avenida Paulista em protesto contra a direita e a favor de reformas populares. Desde volta das 17h30, o grupo lotava o vão livre do Masp. Às 19h, os manifestantes começaram a caminhada que bloqueou todas as faixas no sentido Consolação. Cerca de 15 minutos depois, o grupo desceu a Rua Augusta, em direção aos Jardins. Segundo o coronel Glauco, da Polícia Militar, que acompanha o protesto, cerca de 10 mil pessoas participavam do ato. O coronel diz que o ato deve seguir pela Avenida Rebouças, Consolação e ser encerrado na Sé. De acordo com o MTST, o ato é “em resposta aos ataques da elite paulistana aos movimentos organizados e ao povo nordestino” verificados após o encerramento do segundo turno das eleições. A ex-candidata do PSOL à Presidência, Luciana Genro, também participou do ato na Paulista. “Vamos enfrentar a direita nas ruas, mas vamos enfrentar o governo se ele quiser fazer ajuste”, afirmou. Momentos antes, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) também havia dito que a central não vai aceitar “banqueiro” no Banco Central. O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, disse que a manifestação é resposta à “playboyzada dos Jardins”. “Teve uma turma aqui na Paulista dizendo que o povo devia ser reprimido por uma intervenção militar. Era uma meia dúzia, uma playboyzada dos Jardins, que, porque o titio Aécio perdeu a eleição, ficaram bravinhos”, disse. O presidente da CUT, Vagner Freitas, foi na mesma linha: “não venham os coxinhas querer o terceiro turno”. Os organizadores também cobram da presidente Dilma as reformas populares que prometeu, entre elas a reforma politica, a reforma tributária e a reforma agrária. Pauta ampla A coordenadora nacional do MTST (foto) Ana Paula Ribeiro diz que os outros movimentos compareceram porque a pauta é extensa. “Estamos reivindicando reformas estruturais de base: reformas política, agrária, urbana, tributária e das comunicações”, disse Ana Paula. O evento estava previsto para começar às 17h, mas o grupo adiou o início da caminhada por causa da chuva forte que caía na região da Avenida Paulista. Grupo rebate ato contra Dilma Um dos objetivos dos movimentos sociais é rebater a manifestação realizada no sábado (1º) que reuniu cerca de 2,5 mil pessoas na Avenida Paulista contra o resultado das eleições e pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O cantor Lobão, que tinha prometido deixar o país em caso de vitória do PT, esteve no evento. |
Carlos Augusto de Araujo Dória, 82 anos, economista, nacionalista, socialista, lulista, budista, gaitista, blogueiro, espírita, membro da Igreja Messiânica, tricolor, anistiado político, ex-empregado da Petrobras. Um defensor da justiça social, da preservação do meio ambiente, da Petrobras e das causas nacionalistas.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
POLÍTICA - Temos que ir para as ruas para pressionar o Congresso ultraconservador.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário